terça-feira, 8 de março de 2011

Unicórnio: lendas e estórias


Unicórnio: o símbolo do poder da alma
O unicórnio é o símbolo do “poder da alma” nos estudos espiritualistas. Também está associado ao luxo e a pureza, considerado como um animal de boa sorte. As informações sobre os seus poderes remontam de 398 a. C, quando alguns viajantes relatavam terem visto unicórnios em países distantes. A descrição era de um animal com corpo de cavalo, patas traseiras de gazela, rabo de leão, barbas de bode e, da testa saía-lhe um chifre comprido e retorcido. Este chifre teria a virtude mágica de descobrir a presença de venenos, motivo pelo qual era procurado com afinco.

Ele figura em diversos desenhos contidos nos livros de tratados alquímicos para representar num único ser a reunião dos opostos. Os herméticos, quando estavam prestes a realizar uma grande descoberta, desenhavam um unicórnio como uma espécie de guardião desta informação. Também simboliza com seu chifre no meio de sua fronte, a flecha espiritual, o raio solar, a espada de Deus e a revelação divina. Os alquimistas viam no unicórnio a imagem do hermafrodita (homem e mulher); um ser que transcende a própria sexualidade.

Durante a Idade Média, na iconografia cristã, transformou-se no símbolo da encarnação do verbo de Deus no seio da Virgem Maria, ou seja, a virgem fecundada pelo Espírito Santo.
Na China, o nome do unicórnio é Ki lin, símbolo da mansidão e da boa sorte. Esta designação representa o masculino-feminino, o Yin e Yang, uma caracterização também aceita no Ocidente. Embora seja um animal contido apenas nas histórias e lendas, ele aparece em quase todas as culturas, simbolizando as qualidades que o ser humano ainda precisa ter: retidão e paz de espírito para conquistar seu caminho evolutivo.

Na Idade Média, os poderes medicinais do chifre do unicórnio constavam na lista dos remédios aprovados pela Sociedade Inglesa de Medicina. Seu preço era exorbitante; os comerciantes justificavam que “esse animal vivia na Índia e era muito difícil a sua captura”. A dança do unicórnio é um divertimento que acontece ainda no Extremo Oriente na festa do meio do outono. O unicórnio seria uma variante do dragão – outro símbolo régio – representado como o senhor da chuva que luta contra o sol e o responsável por secas e calamidades. Assim como o dragão, ele teria nascido das nuvens (inconsciente), sempre anunciando chuvas fertilizantes e abundância de água (limpeza). Este animal mitológico representa a pureza da alma, o inconsciente do homem, a força, a retidão e a palavra de Deus.
Monica Buonfiglio


Onde eu li: Acayrã

(http://www.terra.com.br/cgi-bin/index_frame/esoterico/monica/colunas/2003/08/05/000.htm)
imagem: http://www.saviourbehaviour.com/lightworkers/Quotes_Lightworkers_2.html

domingo, 6 de março de 2011

Agnes Moorehead

Agnes Moorehead quando criança

De origem irlandesa e protestante, Agnes Robertson Moorehead nasceu no dia 06 de Dezembro de 1906, em Clinton, Massachussetts, filha única do reverendo John Henderson Moorehead. Sua mãe, Mary Mildred MacCauley foi criada na zona rural em Pensynlvania. Após o nascimento de Agnes, os Mooreheads se mudaram para St. Louis onde seu pai havia sido nomeado o novo pastor. Aos dez anos de idade já atuava nas peças teatrais da escola e trabalhou na Companhia Municipal de Ópera de St. Louis, onde permaneceu por quatro anos.

Em 1941, integrou-se ao grupo de Orson Welles no Mercury Theatre Company e fez o seu primeiro filme, Cidadão Kane (Citizen Kane) onde interpretava a mãe de Kane. Continuou a participar da trupe de Welles e participou do filme The Magnificent Ambersons (1942), onde chegou a ser indicada para o Oscar, Jouney Into Fear (1943) e Jane Eyre (1944).

Agnes Moorehead em 1940

Agnes Moorehead fez várias participações na televisão como em The Twilight Zone, Shirley Temple Theater, Studio One, Night Gallery e The Wild, Wild West, onde chegou a ganhar um Emmy, onde ela interpretava Emma Valentine no episódio intitulado Night of the Vicous Valentine. Nos anos de 1950, Agnes percorreu várias cidades dos Estados Unidos e Europa em leituras de Don Juan in Hell. Moorehead foi muito aplaudida em Mercury Players.
Ainda durante as filmagens de A Feiticeira percorreu o país com um show solo, An Evening with the Fabulous Red Head. Adorava tanto a cor lavanda que foi apelidada de "The Lavender Lady" (A Senhora de Lavanda). Utilizava esta cor no carro, camarim, cômodos da casa, inclusive em seu vestuário. Gostava também da cor roxa. Em As Feiticeiras aparecia frequentemente usando a cor púrpura. Agnes Moorehead morreu em 1974, vítima de câncer, dois anos após o encerramento de A Feiticeira.

O texto completo está aqui

sexta-feira, 4 de março de 2011

My Wings of desire...the best!


Meu outro blog, o Arcano Dezenove, amanheceu hoje com mais um leitor... até aí tudo normal.
Porém, ao visitar o blog desta nova companhia fiquei fascinada, é maravilhoso.
Sem dúvida nenhuma, o "My Wings of Desire",  é um dos melhores que já vi.
Clique sobre a imagem e desfrute esta maravilha!
Peço desculpas  por usar a imagem de seu blog.
Obrigada, Hellen!

quinta-feira, 3 de março de 2011

Aprendendo com os Bija Mantras


Ouça uma aula sobre os Bija Mantra aqui

AUM
OM NAMAHA
OM HAM NAMAHA
OM YAM NAMAHA
OM RAM NAMAHA
OM VAM NAMAHA
OM AIM NAMAHA
 


Na página 67, o 4º capitulo é dedicado aos Bija Mantra ou Mantras Seminais

Fonte das imagens:


(1)http://horadepoder.blogspot.com/2009_09_01_archive.html
(2) http://bhakti-tattva.blogspot.com/2007_10_01_archive.html

terça-feira, 1 de março de 2011

Topiaria - A arte nos jardins

A palavra topiaria vem do latim topiarius e significa "a arte de adornar os jardins". É uma técnica avançada de jardinagem que tem por objetivo dar formas esculturais às plantas, de acordo o desejo do jardineiro. "É uma arte antiga, cuja origem remonta a 500 a.C. 
Foi explorada nos jardins suspensos da Babilônia, com os primeiros jardins intensamente trabalhados pelo homem", explica a paisagista Carla Pimentel . 


Na Inglaterra, os jardins formais abusavam das plantas topiadas, assim como em Roma, acrescenta o ambientalista e paisagista Caio Zoza. "Mas a grande difusão desta arte se deu através do paisagista André Le Nôtre na criação de um dos jardins mais bonitos do mundo que é o do Palácio de Versalhes na França, em 1662. Ele desejava sebes baixas criando formas geométricas ao jardim, e isto só seria possível através da poda constante das espécies vegetais empregadas", informa Caio Zoza.

Leia mais aqui

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Elfame, Morgana e a Senhora do Lago


Nas entranhas das cavernas da nossa Mãe Terra, vive a Rainha Elfen. Perdemos de tal maneira o contato com a natureza que, nos dias de hoje, pouca se fala dessa Rainha das Fadas e do povo pequeno.
São várias as portas que levam ao mundo dela. Podemos conhecer esse mundo atravessando um pé de pilriteiro, outra forma é nos sentando sobre um "sidhe" (pronuncia-se xi - monte de fadas).
Conhecida como Morrigham, a Rainha de Elfame incorpora os três aspectos da deusa tríplice".
A terra de Thier-na-Oge (terra da eterna juventude) é o domínio dessa deusa, que é retratada, nos mitos e lendas de Glastonburry, na pele das personagens Fada Morgana e a Senhora do Lago.*


Morgana das Fadas
Morgaine Le Fay ou Morgana Le Fay, ou Morgana das Fadas, aparece nas histórias do Rei Artur. O nome Morgaine tem origem celta e quer dizer mulher que veio do mar.

A Senhora do Lago
A Senhora do Lago, Fada Viviane ou simplesmente Viviane é, de acordo com a Lenda Arturiana, a mais importante sacerdotisa de Avalon. Filha de Diana, a deusa dos bosques e irmã mais velha de Igraine (Mãe de Artur e Morgana), a fada tinha a missão de proteger e entregar a espada mágica do Rei Artur, a sagrada Excalibur.**


*Texto e imagem:  Livro e Baralho Wicca - Sally Morningstar
**Textos e imagens: http://pt.wikipedia.org/wiki/Senhora_do_Lago

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Didgeridoo


imagem: Didgeridoo by Wakan Wood
O didjeridu (ou didgeridoo) é um instrumento de sopro dos aborígenes australianos. É um aerofone, ou seja, um instrumento onde o som é provocado pela vibração do ar. O som no didjeridu é produzido pela vibração dos lábios e por outros sons produzidos pelo instrumentista.
O didjeridu é um instrumento muito antigo. Estudos arqueológicos baseados em pinturas rupestres sugerem que o povo aborígene da região de Kakadu já utilizava o didjeridu há cerca de 1.500 anos.

Construção
O autêntico didgerido de origem australiana é construído da forma tradicional por comunidades do norte da Austrália ou por pessoas que viajam para a Austrália central em busca da matéria-prima. Para a construção desses instrumentos são usados troncos duros, especialmente de eucaliptos, árvore abundante naquela região. Às vezes são usadas espécies nativas de bambu. Em geral corta-se o tronco inteiro mas um galho sendo considerado forte o bastante pode ser usado no lugar do tronco completo. Os artesãos aborígenes que constroem o didgeridoo também aproveitam troncos que foram esburacados por cupins. Quando encontram uma árvore aproveitável, selecionam o galho, retiram a casca, adornam as extremidades e o instrumento ganha forma. Nesse ponto o didgeridoos recém-construído pode ser pintado e pode-se acrescentar cera de abelha ao bocal do instrumento. Didgeridoos também são feitos a partir de tubos tipo PVC. Estes geralmente têm um diâmetro entre 4 e 5 cm e um comprimento que corresponde ao tom desejado. O bocal muitas vezes é feito da tradicional cera de abelha ou de fita adesiva. Uma rolha de borracha furada e de um tamanho apropriado também pode servir de bocal.

Tocando o didjeridu
O didjeridu é tocado com a contínua vibração dos lábios para produzir o zumbido enquanto é usada uma técnica especial de respiração chamada respiração circular. Esta exige a respiração através do nariz enquanto que, ao mesmo tempo, a expiração deve ser feita pela boca usando a língua e as bochechas. Para um tocador experiente, a técnica da respiração circular permite que ele renove o ar de seus pulmões mantendo uma nota pelo tempo que o mesmo desejar.

Benefícios para a saúde
Em 2005, um estudo do British Medical Journal (Jornal Médico Britânico) descobriu que, aprender e praticar o Didgeridoo ajudou a reduzir o ronco e apnéia do sono, assim como o tempo necessário para o descanso. Isto parece funcionar devido ao fortalecimento dos músculos da via aérea superiora, diminuindo a tendência de distúrbio durante o sono.
Outro estudo, realizado no Brasil em 2008 por uma dupla de estudantes universitários da UAM, no curso de Naturologia, promoveu a comprovação de diversos efeitos terapêuticos do Didgeridoo. O foco principal era a redução da ansiedade, mas junto a isso demonstrou-se também uma melhora na qualidade de vida, redução à vulnerabilidade ao estresse e melhora da respiração com indícios de combate ao tabagismo (indicado por fumantes que participaram do estudo).

No Brasil, o grupo mineiro Uakti é o pioneiro na criação e fabricação de seus próprios instrumentos, inclusive os aerofones.

http://youtu.be/y44r7j6BVKc




Fontes:
Texto:Wikipédia
Imagem: Direitos Autorais
Wakan Wood é Marca Registrada. Direitos Autorais reservados. É permitida a reprodução das postagens e imagens deste blog, desde que citada a fonte: wakanwood.blogspot.com

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Hino a Brahma

Brahmandam parama sukhadam,
Kevalam gyana murtim;
Dwanda titam, gagana sadrisham,
tatwa masyai lakshyam.
Ekam nityam vimaam achalam,
Sarvadhi sakshibhutam;
Bhavatitam triguna rahitam,
Sadgurum tvam namami.

Bem-aventurado Ser, a fonte da felicidade
Suprema imagem do Saber:
Além da dualidade, luminoso como o céu,
Cuja essência é o Infinito. (Idêntico ao Deus)
Puro, Eterno, Uno, Imutável,
Testemunho fiel de todo ser.
Além da mente, qualidade e idéias,
Guru Deus me curvo aos Teus pés.(*)







Acrescento o link abaixo para que possa ajudar no tocante a pronúncia em sânscrito:
http://www.linguagemsanscrita.pro.br/pronuncia.shtml




sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Invocações a Brahma, Vishnu, Shakti e Shiva


Podemos invocar Brahma, Visnhu, Shakti e Shiva apenas falando seus nomes.

Brahma atua na posição do Pai, na trindade Cristã e assim sendo, o responsável pela criação, por ideias novas, pelo plano divino na vida do homem e para a solução de problemas.
Vishnu está na posição do Filho e é o responsável por nos manter na Luz do plano de nosso Pai, ele é o nosso guia na escuridão, é o nosso professor do bem, do bom e do belo divino.
Shakti está na posição da Mãe divina, que é esquecida pela trindade Cristã. Ela atua na cura física, no conforto e na abundância dos suprimentos e principalmente, para nos trazer a harmonia e o auto controle emocional e físico.
Shiva atua na posição do Espírito Santo, podemos invocar seu nome para pedir a purificação e libertação do mal. É Shiva que nos liberta de nossos erros. Estes são diferentes aspectos da mente divina, atuando sobre a matéria para ajudar na evolução do homem.

 O FOGO CRIATIVO DE BRAHMA
A Invocação:
Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e da Mãe Divina, Eu decreto: (Peça ao Pai. Criatividade, ideias novas, plano divino e solução de problemas )
O Fiat: (O Fiat é uma ordem poderosa, um decreto).
Fogo do Poder de Brahma, Desça (3x) Vem preencher o meu ser (3x)
O Mantra:
OM BRAHMA, OM BRAHMA, OM BRAHMA OOOMMMMMM. (3x)
O Selamento:
Aceito o plano de meu Pai, assim na terra como no céu! Amém!

 O FOGO DIRECIONADOR DE VISHNU
A Invocação:
Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e da Mãe Divina, Eu decreto: (Peça iluminação no caminho do plano de nosso Pai, é a hora de utilizar seu guia na escuridão, Vishnu é o nosso professor do bem divino. Se tem duvidas, se perdeu algo, se quer saber algo sobre tudo o que existe. Invoque Vishnu e saberá)
O Fiat:
Fogo da Sabedoria de Vishnu, Desça (3x) Ilumina todo meu ser (3x)
O Mantra:
OM VISHNU, OM VISHNU, OM VISHNU OOOMMMMMM.(3x)
O Selamento:
Eu saúdo e aceito Vishnu como meu guia para concluir o meu plano divino! Amém!

O FOGO CURATIVO E HARMONIZADOR DE SHAKTI 
A Invocação:
Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e da Mãe Divina, Eu decreto: (Peça cura física, conforto e abundância de suprimentos, harmonia e o auto controle emocional e físico)
O Fiat:
Fogo Sagrado da Harmonia de Shakti, atue agora sobre mim! (3x)
Queime Através do meu ser ! (3x)
O Mantra:
OM SHAKTI OM - (3x)
O Selamento:
Eu Saúdo a Grande Abundância vinda de Shakti (3x), Amém!

 O FOGO DESTRUIDOR DE SHIVA
A Invocação:
Em nome do Pai, do Filho, do Espírito Santo e da Mãe Divina, Eu decreto: (Peça a libertação dos ataques das trevas, de ataques de seres tanto encarnados como de seres desencarnados. Peça a libertação de seu próprio carma negativo. Shiva atua com o fogo rubi que tem também o poder violeta da libertação carmica)
O Fiat:
Fogo de Shiva Desça (3x) Queime Através do mal e da imperfeição. (3x)
O Mantra:
OM SHIVA, OM SHIVA, OM SHIVA OOOMMMMMM.(3x)
O Selamento:
Amado Senhor Shiva, Consuma com tudo o que for menos que a perfeição Divina na minha vida!Amém!

Se preferir, apenas diga em voz alta por indefinidas vezes:
OM BRAHMA, OM VISHNU, OM SHAKTI, OM SHIVA
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Copyright © Paulo Rodrigues Simões - 2004 - Todos os Direitos Reservados - Autorizamos a reprodução do conteúdo desta página em outras páginas da web, para fins de estudo, exclusivamente. Porém, comunicamos que as nossas obras estão protegidas pela lei dos direitos autorais, o que nos reserva o direito de exigir a indicação dos nomes dos autores e a fonte das obras utilizadas em estudos. Ao utilizar nossos textos, indique sempre o web site - www.eusouluz.com.br
http://www.grandefraternidadebranca.com.br/trindade.htm

Imagens pela ordem na postagem:
http://kriyavansinlove.blogspot.com/2010/12/bhagavad-gita-407-jnana-yoga-yoga-of.html
http://sindara.net/2010/06/o-deus-brahma/
http://shouganainaa.blogspot.com/2009/02/cortando-caminho-pelas-indias.html
http://www.eso-garden.com/index.php?/weblog/2005/11/
http://www.espiritualismo.hostmach.com.br/orientalismo_outras.htm

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Excalibur

A queda na terra de uma estrela cadente, um trovão, um grande relâmpago; arrastada ainda fumegando, para ser forjada pelos pequenos ferreiros morenos que haviam morado na terra gredosa antes que as pedras em círculo fossem levantadas; uma arma poderosa, uma arma para um rei, fundida e reforjada, desta vez na forma de folha, trabalhada e temperada em sangue e fogo, endurecida...uma espada tres vezes forjada, nunca arrancada do ventre da terra, e por isso duas vezes sagrada...  
Disseram-lhe o nome desta espada: Excalibur, o que significa aço cortado. Espadas feitas de ferro de meteoritos eram raras e preciosas; esta bem poderia ter o preço de um reino.



Fontes: Texto - As Brumas de Avalon - A Senhora da Magia - Marion Z. Bradely
imagens:http://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Ladyofthelake1.jpg
http://reiartureoscavaleirosdatavolaredonda.blogspot.com/2010/09/rei-artur-em-arte.html

quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011

Mães divinas

Om Bhaya Pahayei Namaha
"Om e saudações a Ela que remove o medo fortalecendo-nos com o poder do conhecimento."
Lalita -  O Grande Feminino com Mil Poderes.

 
Aham Prema
"Eu Sou o Amor Divino."
Radha - O Poder do Amor Divino


Om Brahma Jnanayei Namaha
"Om e saudações ao poder desta inteligência autoconsciente que permeia o universo."
Saraswati -  O poder do Conhecimento e da Fala


Om Shrim Laksmiyei Swaha
"Om e saudações a Ela que fornece abundância."
Lakshmi - O poder da Abundância


Imagens: 
Lalita http://kriyavansinlove.blogspot.com/2010_12_01_archive.html
Radha http://en.wikipedia.org/wiki/Radha
Saraswati http://www.migindia.com/festivals/saraswati-puja
Lakshmi http://devotionalonly.com/lakshmi-devi-108-names-with-meaning/
Mantras: Shakti - Os Mantras da energia feminina, de Thomas Ashely-Farrand

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Jayanahata

Jay  =  Vitória
Anahata  =  Nome do 4ºChakra (cardíaco)
Jayanahata =  Vitória da energia do amor 




imagem:http://auriol.free.fr/traduc/english/psychosonique/chakras-audiogram-2.htm

domingo, 20 de fevereiro de 2011

Anjo Camael


Invocação ao Príncipe Camael

Camael, Príncipe divino da segurança e da verdade,
Que trabalhais incansavelmente para que a justiça impere,
Demandai através da vossa energia,
Qualquer mal que possa atingir-me.
Dai-me força e coragem necessárias,
Para ajudar a todos que me procuram,
Sempre de acordo com a vossa vontade,
Pois sou digno e merecedor da vossa confiança.
Fazei-me de vós, um guerreiro lutador contra as injustiças,
E que todas as tradições e costumes sejam respeitados.
Protegei-me e concedei-me uma vida digna, tranqüila e de paz.
Dai-me força e coragem para lutar pela pureza dos sentimentos;
Que minha vida, se conserve assim agradável e sempre vitoriosa!
Fazei-me sempre um exigente da verdade.
Fazei-me vosso guerreiro da justiça e do amor!
Amém.


Fonte: http://www.mistico.com/p/oracoes/anjo_camael_1555896.html -
Livro Anjos Cabalísticos de Mônica Buonfiglio/1996

quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Pão dos Essênios/O Evangelho Essênio da Paz


Leia a receita aqui ou assista ao vídeo abaixo.

ou em formato PDF

Complemento: A doutrina do Deserto

terça-feira, 15 de fevereiro de 2011

A Grande Invocação

Esta imagem foi uma das primeiras que encontrei quando comecei a utilizar a Internet em 2007.
Não sei quem é o autor.  
O autor da imagem é B.G Sharma.
Resolvi digitar a Grande Invocação por cima e imprimir.
Fiz um singelo quadro e coloquei-o na parede do corredor, assim quem passar por ele, poderá ler quantas vezes quiser. 

Atualizando:
Caso queira copiar a imagem, peço por gentileza que cite a fonte, não custa nada. 
Aproveito para "agradecer" aos blogs (citados logo abaixo) que copiaram a imagem e infelizmente não "puderam"  citar a fonte. Fico feliz e triste ao mesmo tempo:(
http://centroflordejasmim.blogspot.com.br/2012/05/grande-invocacao.html
http://anjosmensageirospoderososdeallah.blogspot.com
http://cassiaderesenderixse.blogspot.com.br/2013/05/e-que-grande-invocacao-seja-entoada-por.html


segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

Avalon: refúgio imaterial


"Mas isso aconteceu há muito tempo. Durante um período, cristãos e druidas viveram lado a lado, adorando o Uno; mas depois vieram os romanos para a ilha, e, embora tivessem a reputação de tolerância das divindades locais, foram impiedosos com os druidas, derrubando e queimando seus bosques sagrados, espalhando mentiras segundo as quais eles cometiam sacrifícios humanos. Seu verdadeiro crime havia sido, é claro, o de estimular o povo a não aceitar as leis e a paz romanas. E, então, num grande ato de magia druida, para proteger o derradeiro refúgio precioso da escola, fizeram a última grande mudança no mundo, retirando a ilha de Avalon do âmbito humano. 
Agora, ela estava escondida na bruma, exceto para os iniciados que haviam estudado nela, ou os que haviam aprendido os seus caminhos secretos pelo lago. Os homens das tribos sabiam onde ela se situava, e ali realizavam seus cultos." 

domingo, 13 de fevereiro de 2011

sábado, 12 de fevereiro de 2011

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