terça-feira, 26 de junho de 2012

Alfons Maria Mucha e a Art Nouveau


Alfons Maria Mucha nasceu em Ivancice/República Tcheca em 24 de Julho de 1860 foi um ilustrador e designer gráfico tcheco e um dos principais expoentes do movimento Art Nouveau.
Entre seus trabalhos mais conhecidos estão os cartazes para os espetáculos de Sarah Bernhardt realizados na França de 1894 a 1900. 


sarety.wordpress.com


Entre outros trabalhos há também uma série chamada Épicos Eslavos  criada entre os anos de 1912 a 1930.
The Slav Epic' cycle No.20: The Apotheosis of the Slavs
Slavs for Humanity (1926)

Outras obras:



A partir de 14 de Julho (*) até  31 de Dezembro de 2012 em associação com a Mucha Foundation o National Czech & Slovak Museum & Library estará realizando uma exposição com cerca de 230 obras raras de Mucha.
Mucha faleceu em 14 de Julho de 1939 em Praga.



Fontes das imagens
http://www.muchafoundation.org
http://mybestongoogleplus.blogspot.com.br/2012/03/art-nouveau-by-alfons-mucha.html
http://vintage-spirit.blogspot.com.br/search/label/Alfons%20Mucha

segunda-feira, 25 de junho de 2012

Teimancia - Um chá diferente

Hoje encontrei esta imagem abaixo, que me chamou a atenção pela beleza e delicadeza.

http://keeponthesunnyside.com/blog/2011/11/16/taltos-fortune-teller-tea-cup/
Taltos Fortune Telling Teacup and saucer by Jon Anton Ironstone – Made In England  
Até então, pensei que era apenas uma xícara de chá decorada com motivos astrológicos, coisa que eu adoro.
Pesquisei um pouco e acabei encontrando alguns sites sobre o tema que contam algo mais sobre estas peças que são usadas como um método de adivinhação.

Teimancia:" uma técnica de leitura pelas folhas de chá, também conhecida como tasseomancia, originou-se na China antiga e seus imperadores utilizavam-na para prever o futuro. A difusão desta prática passou pela Turquia, Rússia e, posteriormente, pela Europa. A técnica consiste em identificar figuras formadas por folhas de chá nas paredes internas de uma xícara."


http://therosemaryhouse.blogspot.com.br/2009/02/fortune-telling-teacup.html
fonte da imagem: Rosemary's Sampler

Segundo o texto que encontrei no blog Rosemary's Sampler: 
Muitos livros e panfletos foram impressos sobre este método. O Fortune Telling Taltos Teacup, foram comercializados em 1970,sendo um dos artigos de presente mais vendidos pela Rosemary House.

O livro que acompanha a xícara de chá inclui orientações para a leitura, com o "leitor" apontado como a pessoa que conta a fortuna, e "investigador" é aquele cuja fortuna está sendo contada. Na introdução, ele afirma que este copo d'água proporcionará um passatempo divertido para quem gosta de uma xícara de chá com seus amigos. É também adverte que nem todas as previsões se tornem realidade, e que deve ser considerada uma fonte de diversão e entretenimento, e não tomar as previsões demasiado a sério.

Neste mesmo blog, há um link (em inglês) da Wikipédia que vale a pena dar uma conferida.

Outras imagens em detalhes.
http://www.rubylane.com/item/536414-0612-11/Vintage-Jon-Anton-FortuneTelling-Tea

sábado, 23 de junho de 2012

100 anos de Alan Turing

fonte da imagem: Wired.co.uk 

Se você tem  o Google como página inicial em seu PC ou faz dele seu buscador preferido, deve notado que ele está diferente hoje. 
É o Google Doodle, numa justa homenagem ao 100º aniversário deste gênio chamado Alan Turing.
Quer saber o que ele inventou de tão importante?

quinta-feira, 21 de junho de 2012

Orloj - Relógio Astronômico de Praga



O Relógio Astronômico na Praça da Cidade Velha, de Praga

O Orloj é um relógio astronômico medieval, localizado em Praga, capital da República Checa. Este relógio foi montado na parede sul da Prefeitura Municipal da Cidade Velha na Praça da Cidade Velha, que são atrações turísticas bastante populares.
O Orloj é composto por três partes: o mostrador astronômico, representando a posição do Sol e da Lua no céu, além de mostrar vários detalhes celestes; a ”Caminhada dos Apóstolos”, um show mecânico representado a cada troca de hora com as figuras dos apóstolos e outras esculturas com movimento; e um mostrador-calendário com medalhões representando os meses (ou zodíacos, como aparecem em alguns textos).

História

A parte mais antiga do Orloj, composta pelo relógio mecânico e o mostrador astronômico, foi feita pelo relojoeiro Mikulas de Kadan e Jan Sindel, mais tarde professor de matemática e astronomia da Universidade de Charles, em 1410. Este relógio é o terceiro de seu tipo. O primeiro foi construído em Pádua em 1334.
Mais tarde (presume-se que foi em torno de 1490) o mostrador do calendário foi adicionado e a fachada do relógio foi decorada com esculturas góticas.
Em 1552, este relógio foi reparado pelo mestre-relojoeiro do Orloj, Jan Táborský, que também escreveu um relatório sobre ele que menciona Jan Huze, também conhecido como Hanus, como o construtor do relógio. Essa informação foi um engano, corrigido durante o século 20.
O Orloj parou de trabalhar muitas vezes durante os séculos, depois do reparo de 1552 e foi consertado muitas vezes. No século XVII, foram adicionadas as estátuas móveis. As estátuas dos apóstolos, no topo, foram adicionadas num grande reparo feito entre 1865 e 1866.
O Orloj sofreu muitos danos nos últimos dias da 2ª Guerra Mundial quando os alemães apontaram o fogo da artilharia ao prédio da prefeitura. Toda a área foi queimada, junto com as esculturas de madeira do Orloj, assim como a face do calendário, de grande valor artístico, produzidos por Josef Manes. A máquina original foi consertada e o relógio voltou ao seu funcionamento normal em 1948, depois de muita pesquisa.
Existem algumas histórias pouco realistas sobre a construção do relógio astronômico. Por muito tempo, acreditou-se que o Orloj fora construído em 1490 pelo mestre-relojoeiro Hanus e seu assistente Jakub Čech. Outra história fictícia envolve o mesmo Mestre-Relojoeiro. A lenda conta que ele foi cegado para que não pudesse mais construir outro relógio parecido com esse.

http://www.flickr.com/photos/kainet/530100860/
foto por kainet
O mostrador astronômico é forma mecânica do astrolábio, instrumento muito usado pela Astronomia medieval. De outro modo, o mostrador astronômico pode ser visto como planetário primitivo, que mostra o estado atual do Universo.
O fundo do mostrador astronômico representa o Planeta Terra (com Praga como seu centro) e o céu e, no entorno disso, há quatro dos principais componentes móveis: o anel zodiacal, mais interno e que circunda a representação do planeta, um anel rotatório externo, um ícone representando o sol e outro representando a lua.
As letras de ouro ultra-periféricas em um anel preto ao redor do relógio indicam o Tempo Antigo Checo usando símbolos conhecidos como numeral Schwabacher.

Fundo estacionário
O fundo estacionário representa a Terra e a visão local do céu. O fundo azul, bem no centro, representa a Terra e o azul na parte de cima representa a parte do céu que está acima da linha do horizonte. As áreas vermelhas e pretas representam a porção celestial abaixo da linha do horizonte. Durante o dia, o sol move-se em cima da área azul. Durante o nascer e o pôr-do-sol, ele move-se pelas áreas avermelhadas. A parte vermelha a oeste (esquerda) representa a aurora, assim como a parte leste, à direita, simboliza o horário do crepúsculo. Essas mesmas regras valem para a localização da lua.
Os números romanos em dourado, na borda mais externa do círculo azul, seguem a escala de 24 horas diárias e mostram o horário local de Praga (fuso horário centro-europeu). As linhas douradas curvas, que dividem a parte azul do mostrador em 12 partes, demonstram os “horários desiguais”. Esses horários equivalem a um doze-avos do tempo decorrido entre o nascer e o pôr do sol e variam na proporção em que o tempo de luminosidade de cada dia aumenta ou diminui, conforme a época do ano.

O anel zodiacal
Na área interna do anel preto mais externo, há um outro anel móvel, que marca os signos do zodíaco e indicam o movimento das estrelas. A pequena estrela dourada mostra o equinócio de verão (ao passo que, no hemisfério sul é o mesmo dia do equinócio de inverno) e o horário estelar pode ser lido na escala com os números romanos.

A antiga escala de tempo checa.
No extremo externo do relógio, numerais dourados Schwabacher estão presos em um fundo preto. Esses números indicam o tempo antigo checo (ou "horas italianas"), com as medidas começando em "1" no pôr-do-sol. Esse anel move-se durante o ano para coincidir com o horário do pôr-do-sol

Sol
O sol dourado move-se em torno do círculo zodiacal, mostrando sua posição na eclíptica da terra. O sol está colocado a um braço com uma mão dourada e, juntos, estes objetos mostram o horário de três maneiras diferentes:
A posição da mão dourada sobre os números romanos no fundo mostram o horário local de Praga;
A posição do sol sobre as linhas curvas douradas do fundo mostram o tempo nas Horas Desiguais; e,
A posição da mão dourada sobre o anel externo indica o tempo decorrido na Velha Escala Tcheca.
Adicionalmente, a distância do Sol do centro do mostrador mostra o horário do nascer e do pôr-do-sol.

Lua
O movimento da lua na elíptica é mostrado, assim como o sol, embora a velocidade seja muito mais rápida. A esfera semi-prateada da lua mostra a fase lunar.

Destaque de duas imagens

A estátua que representa a morte

Em cima, está o galo que canta e logo abaixo
 as portas em que os apóstolos aparecem

O show da mudança de horário

A mudança da hora neste relógio é antecedida por um “show”. A demonstração é iniciada com a estátua da morte virando sua ampulheta. Ao mesmo tempo, é iniciada a parada dos 12 apóstolos. A ordem do aparecimento é a seguinte:
Na janela esquerda:
Paulo, com um livro e uma espada;
Tomé, com uma lança;
Judas, com um livro;
Simão, com uma serra;
Bartolomeu, com um livro; e
José, com um pergaminho.
Na janela direita:
Pedro, com uma chave;
Mateus, com um machado;
João, com uma cobra;
André, com uma cruz;
Filipe, com uma cruz; e
João Evangelista, com um porrete.
A mudança de horário é feita logo após ao cacarejo do galo, ao topo do relógio.

Outros detalhes arquitetônicos da fachada:


Estátuas em torno do mostrador.

Nas laterais, na parte mais alta do mostrador, existem as seguintes estátuas:
Do lado esquerdo:
A vaidade, com um espelho na mão; e
A avareza, com um saco de dinheiro na mão.
Do lado direito:
A morte, com a ampulheta na mão; e
A invasão pagã.
É chamativa a informação de que as estátuas significando a Avareza e a Invasão pagã são estátuas de um agiota (originalmente um agiota judeu, descaraterizado religiosamente após a Segunda Guerra Mundial) e de um turco muçulmano. Outra observação interessante é que a marcação da troca do tempo é feita pela morte.
É importante falar que essas quatro estátuas representavam as quatro maiores preocupações cívicas da população praguense da época.

Estátuas abaixo do mostrador

A esquerda, um Cronista e um Anjo. A direita, um Astrônomo e um Filósofo. No centro, um calendário. 
Estas estátuas podem ser interpretadas como as quatro fontes mais importantes da arte e da cultura de Praga.

A roda-calendário
O calendário sob o mostrador do relógio é uma réplica de uma pintura do revivalista checo Josef Mánes, produzida em 1866.
Nesta peça está representado todo o conhecimento astronômico da época, assim como 12 cenas representando as quatro estações climáticas que, ao mesmo tempo, celebram a vida rural da região da Bohêmia.
Fonte texto:http://pt.wikipedia.org/wiki/Orloj

Veja esta imagem em melhor resolução nos links abaixo:

quarta-feira, 20 de junho de 2012

Ah, eles voltaram!


Depois de 8 dias, hoje finalmente meus óculos ficaram prontos e como tal, nada mais justo fazer uma postagem sobre esta ilustre personagem.
Foram dias difíceis, suportáveis, mas não há dúvidas que, com eles, meu mundo fica completo! 
Bom, para não ficar sem uma história, assim como fiz no primeiro post onde falei do Mr. Magoo, hoje vou  deixar a trilha sonora que fez parte do meu caminho até a ótica.
Quando eu poderia imaginar que ouviria ao vivo um violinista em plena rua (pleno caos) tocando nada mais nada menos que "Air on a G String" de Johann Sebastian Bach.
Belo! Belíssimo!

terça-feira, 19 de junho de 2012

Litha: Celebração do Solstício

No dia 21 de junho, a Teia de Thea celebrará, em um ritual aberto a mulheres e homens, o solstício de verão no hemisfério norte, também conhecido como Litha ou Alban Helfin. 
Saiba a importância de celebrar este lindo ritual.
fonte da imagem:The CUPWA

Litha – Celebração do Solstício - 21 de Junho
Texto adaptado do livro “O anuário da Grande Mãe – Guia prático de rituais para celebrar a Deusa”, de Mirella Faur 

Nos primórdios da humanidade, o homem vivia em contato direto e permanente com a Terra, o Sol, a Lua e as estrelas, sintonizado com os ritmos cósmicos e altamente influenciado pelas forças e manifestações da natureza.
Os povos antigos consideravam o movimento circular da Terra ao redor do sol uma roda, representando o eterno ciclo e nascimento e desabrochar, crescimento e florescimento, maturidade e frutificação, envelhecimento e decadência, morte e decomposição e novamente, renascimento, refletido na vida humana e na natureza.
Em sua aparente trajetória anual, o sol atinge dois pontos de afastamento máximo em relação ao equador celeste, tanto para o norte quanto para sul.
Esses pontos são chamados solstícios, o de inverno marcando o dia mais curto do ano e o de verão, o dia mais longo do ano.
Os solstícios são Sabbats celebrados de várias formas e em diferentes lugares do mundo, há pelo menos 12 mil anos, marcando a relação da humanidade com seu meio ambiente telúrico, solar e cósmico.
À medida que nossa sociedade tornou-se cada vez mais tecnológica, eficiente e complexa, os homens se distanciaram – física, psicológica e espiritualmente – de nosso ambiente natural (ecológico e cósmico). Esse distanciamento resultou na atual crise ecológica e planetária, a humanidade tendo esquecido que a Mãe Terra e o Pai Céu criaram e sustentam nossa vida.Para superarmos essa cisão e sabermos honrar a sacralidade da natureza, devemos reconhecer nossa interdependência com suas leis, manifestações e ciclos e relembrar ou recriar festivais que celebrem a passagem do tempo e das estações.
Na Roda do Ano, em Litha, a Deusa e o Deus estão vivendo o êxtase da sua união a natureza comemora com a beleza das flores e abundância dos frutos. A Deusa e a Terra estão plenas de promessas e os rituais visam nutrir e fortalecer a nova vida no ventre humano, animal e no da própria natureza.
A atmosfera deste Sabbat é de plenitude, realização, manifestação e mudança. Todos os desejos podem ser realizados, pois a Deusa e Terra estão plenas de possibilidades e a força vital está em seu auge.

Fonte:http://teiadethea.org/files/jornais/jornaljunho12.pdf

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Litha marca o primeiro dia do verão e se situa entre Erelitha e Afterlitha no calendário germânico antigo e um dos oito sabás neopagões. O termo é usado especialmente no calendário Asatru.
Ocorre no Hemisfério Sul em 21 de Dezembro e 21 de Junho no Hemisfério Norte.

É o momento quem que o poder do Sol chega ao seu ápice e as flores, folhagens e gramados encontram-se lindos e abundantemente floridos e verdes. Muitos dos círculos de pedra, como o Stonehenge, e dos monumentos pré-célticos estão alinhados com o nascer do Sol

Após a união da Deusa e do Deus em Beltane, O Deus está adulto, um homem formado, e tornou pai - dos grãos. Em sua plenitude, ele traz o calor do verão e a promessa total de fertilização com o sucesso do enlace feita com a Deusa. Sendo o auge do Deus, também prenuncia o seu declínio, nesse momento o Deus, após cumprir a sua função de fertilizador, dá seu último beijo em sua amada e caminha ao país do Verão (Outro Mundo), utilizando o Barco da Morte para morrer em Samhain. Em algumas tradições festeja-se a despedida do reinado do Deus do Carvalho (Senhor do Ano Crescente) e o início do reinado do Deus do Azevinho (Senhor do Ano Decrescente) que durará até Yule. Este é o único Sabá em que às vezes se fazem feitiços, pois acredita-se que seu poder mágico é muito grande.

Costumes de Litha

Há uma infinidade de lendas e ritos que envolvem a noite do Solstício de Verão: Um dos costumes mais populares na Europa e Norte da África é a colheita de ervas medicinais e mágicas nesse dia. Acredita-se que a plenitude da força do deus está impregnada nessas ervas e contém todo o poder sanador e mágico para a cura de doenças. O visco e o basílico, como outras muitas ervas, são colhidos ritualisticamente e usados para preservar a energia nos tempos frios em encantamentos e sortilégios.

Banhos purificadores e curas milagrosas são realizados nas noites mágicas em fontes, rios e cachoeiras. Acredita-se também que tudo aquilo que for sonhado, desejado ou pedido na noite de Litha se tornará realidade.

Os antigos Povos da Europa acreditam que, nessa noite, criaturas mágicas andam correndo pelos campos e florestas e poderiam facilmente ser vistos e contatados.

Nesse dia os amuletos do ano anterior são queimados e novos talismãs de proteção, poções para sonhos proféticos e filtros são feitos para aproveitar o grande momento de poder.

É costume dar continuidade a grande fogueira de Beltane, como também pula-la para se livrar dos infortúnios e da negatividade. Tradicionalmente essa fogueira é acesa com gravetos de abeto e carvalho, duas árvores consideradas mágicas pelos neopagões.

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Meus óculos e o Mr. Magoo

Mr..Magoo

Pois é, a vida sempre nos arma grandes surpresas...
Ontem logo pela manhã, assim que acabei de acordar fui colocar meus óculos; fiel e utilíssimo companheiro nestes últimos 2 anos;  e eis que do nada, eles me deixaram na mão.
Sem me preocupar muito com o estrago, me arrumei e fui até a ótica na certeza de que ficaria tudo resolvido na mesma hora, afinal era "coisa bem simples".
Doce ilusão, só os terei de volta na terça-feira (se Deus quiser).
Estou me sentido como Mr. Magoo!
Sem meus óculos não consigo ler (impossível), escrever (mais ou menos), nem assistir TV ( dos males o menor).
Bom, você pode se perguntar como eu consegui escrever aqui.
Ampliando a tela, mas isso não resolve muita coisa.
Mesmo ampliando, falta o principal: a nitidez!
Então, até terça que vem:)


quarta-feira, 13 de junho de 2012

Incríveis fotos da Terra de 121MP, com cores jamais vistas



Ao longo dos anos, vimos imagens incríveis do nosso planeta, registradas por astronautas e satélites. Percebemos como o planeta parece uma bola de gude azul, com espirais brancas e pontos esparsos verdes e dourados. Mas será que já vimos algo parecido com isto?

Estas fantásticas cores e detalhes foram captados por um satélite russo, e revelam que, ao menos por enquanto, nosso planeta é maravilhoso visto lá de cima. Segundo PetaPixel, “este vídeo acelerado reúne imagens captadas ao longo de 6 dias, com resolução de 121MB, tiradas a cada 30 minutos pelo satélite. As imagens em si não são composições de várias outras, são apenas fotos incrivelmente nítidas do planeta inteiro, tiradas a 22.000 quilômetros de distância. São tão detalhadas que a resolução chega a cerca de 1 quilômetro por pixel — resumindo, não é um câmera de celular. Para que as imagens tenham cores ainda mais vívidas, as fotos são tiradas em três comprimentos de onda em vez de quatro, destacando a cor laranja, que na verdade são imagens infravermelhas da vegetação”.

Planet Earth's Southern Hemisphere


Onde eu vi: Facebook mural de Anna Sharp

terça-feira, 12 de junho de 2012

Guia alimentar de dietas vegetarianas



    


O GUIA ALIMENTAR DE DIETAS VEGETARIANAS PARA ADULTOS traz subsídios aos profissionais da nutrição para atender pacientes vegetarianos e aqueles que desejam adotar a alimentação vegetariana. As dietas vegetarianas, quando bem planejadas, como todas as dietas devem ser, promovem crescimento e desenvolvimento adequados e podem ser adotadas em todos os ciclos da vida, inclusive por atletas, na gestação, infância e terceira idade.

O guia pode ser encontrado no site da SVB, veja esta imagem no site e clique para baixá-lo em PDF. 

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Seja grato pelo seu alimento



Trigueirinho
10ª mensagem dia 21 de Maio de 2012
Tema: Gratidão pelo alimento

A vida material desta humanidade está desconectada do potencial do espírito. Assim se perde a possibilidade de transformar a própria vida em algo harmonioso e sagrado. A humanidade teria sim, poder para transformar sua vida, apesar das atuais condições do mundo. Mas antes que os movimentos da transição planetária aconteçam, teríamos que estar mais sintonizados com os planos mais altos da nossa consciência, para não nos perdermos na geral falta de rumos.
Um dos pontos mais vulneráveis da humanidade encontra-se na sua falta de gratidão pelo alimento que recebe e esse é um dos motivos de haver fome no mundo. Ao alimentar-nos, se esse ato não é acompanhado pelo ato de gratidão pelo que se está recebendo o alimento não passa por certa química oculta, cujo principal ingrediente para ela, seria a gratidão.
Tudo o que recebemos, na verdade, vem da Providência Divina através da Lei da Manifestação. Este é um fato real e sem a Providência Divina e sem a Lei que a manifesta, não haveria sequer vida no planeta. A falta de consciência diante do ato de nos alimentar amplia a crise planetária que poderá espalhar, ainda mais, a fome por todo o planeta e, consequentemente, mais sofrimento. Estamos sendo informados pelo noticiário, quando ele é honesto, que a crise planetária assemelha-se a uma grande barca furada que se inunda. E, segundo Muriel, nessa crise a necessidade das almas para encontrar luz e alimento, que não é só material, mas espiritual também, essa necessidade das almas é cada vez mais crítica.
Diante do alimento, seja ele qual for, que nos é dado receber, a primeira atitude seria emitirmos um pensamento de gratidão ao universo, pela dádiva que estamos recebendo através dos reinos da natureza que os produzem. É impossível calcular o trabalho do reino vegetal para produzir um grão e o trabalho do reino mineral para que ele se vitalize a partir do seu potencial material. E deturpar os grãos, cozinhando-os demais, ou deixando de cozinhá-los no justo ponto, nós os estamos reduzindo do ponto de vista da energia que eles contêm. Mas quando nos unimos àquele alimento, através da gratidão, chegamos até a suprir interiormente qualquer falha que possa ter havido no preparo ou na execução da comida.
Mas a Hierarquia Espiritual que nos instrui está focalizando mais a nossa atitude do que a qualidade dos alimentos em si. A qualidade do alimento que nos cabe pode estar sujeita a muitas circunstâncias desfavoráveis, como sabemos. Mas é na nossa atitude onde mais a Hierarquia nos procura ajudar. Na verdade, quando nos unimos ao alimento através da gratidão e o tomamos com amor, com isto estamos nos preparando para uma verdadeira comunhão que faz parte do ritual da nossa vida diária, ou melhor, que deveria fazer parte desse ritual.
Treinando a cada refeição nesse trabalho de união e amor, que é a liturgia diante do alimento, estaremos aprendendo a comungar com algo muito mais sutil, invisível e não material. Comungar com o nosso ser interior, nossa alma e espírito, o Cristo interno. É nessa liturgia que teremos que chegar e o ato de nos alimentarmos com gratidão pode ser uma porta de entrada.

Nós sabemos de todas essas coisas, mas sabemos também que é parte da natureza humana trascurar(*) o cumprimento das próprias intenções e essa intenção de manifestar gratidão diante do alimento é uma das que mais trascuramos. Seria necessário uma mobilização dos nossos corpos físico, etérico, emocional e mental antes do ato de comer, para que essa intenção de sermos gratos se expresse durante as refeições. Nem sempre basta que se faça orações curtas de agradecimento antes de nos servirmos à mesa,  é preciso também, um trabalho permanente de nos lembrarmos disso, dessa união verdadeira. Assim poderemos compensar, em parte, toda lacuna que a humanidade constrói com essa sua indiferença diante das dádivas que recebe. Dádivas que podem começar a rarear ainda mais, num futuro próximo, em vastas áreas do planeta, e depois não nos lamentemos.

(*) trascurar= Os dicionários registam o verbo transcurar, «não curar de; descurar; não cuidar de», e «esquecer-se de; preterir». 

Ouça a mensagem em:

Fonte da imagem:http://nuanceeventos.com/nuance/?p=540
Alguns trechos da mensagem encontrei digitados no Ziptzaptzoom.blogspot.com.br

domingo, 10 de junho de 2012

Uma Princesa de Marte & Os Deuses de Marte


Um século após sua publicação, Uma Princesa de Marte recebe sua primeira versão brasileira do texto original que inspirou o filme John Carter, dos estúdios Disney. O capitão John Carter, combatente do exército confederado, tenta recomeçar sua vida após perder tudo o que possuía com o fim da Guerra Civil Americana. Ele só não poderia imaginar que seu caminho o levaria a terras desconhecidas em outro planeta. Apesar da aparência inóspita, Marte é repleto de vida, com uma flora peculiar e fauna diversificada, habitada por estranhas raças constantemente em guerra umas com as outras. Capturado pelos temíveis tharks, John Carter luta por sua liberdade e busca conquistar o amor de Dejah Thoris, princesa de Helium. Numa jornada repleta de contratempos, ele se envolve em disputas entre as diversas tribos de Barsoom – como o planeta é chamado por seus habitantes –, fazendo poderosos inimigos e ganhando a confiança de importantes aliados. Em seus romances barsoomianos, do qual Uma Princesa de Marte é o primeiro livro, seguido por Os Deuses de Marte e O Comandante de Marte, Burroughs criou um herói marcante, uma cultura vasta e rica. 

Leia um trecho do livro:
http://www.editoraaleph.com.br/site/media/catalog/product/t/r/trecho.pdf



Os Deuses de Marte dá sequência à história do herói interplanetário John Carter. Escrito com a mesma maestria que Edgar Rice Burroughs empregou em Uma Princesa de Marte, o livro garante uma continuação repleta de ação, aventura, mistério e romance.
Vinte anos se passaram desde que John Carter pisou pela primeira vez em solo marciano. Entretanto, todas as suas aventuras ficaram para trás e suas conquistas estão ameaçadas. Perdido numa terra de beleza paradisíaca e brutalidade infernal, ele deve retomar sua jornada por Barsoom, começando por salvar um velho amigo. 
A revelação de que uma tradição barsoomiana não passa de uma farsa e que uma brutal realidade é oculta dos marcianos vermelhos e verdes faz com que John Carter parta em uma cruzada para libertar o planeta das garras de uma terrível conspiração envolvendo inimigos até então desconhecidos.

Leia um trecho do livro:

Imagem 2:editoraaleph,com.br

sábado, 9 de junho de 2012

O Continente Hiperbóreo

O PARAÍSO NO PÓLO NORTE
publicado em 30/11/2006
tradução: Ligia Cabús (Mahajah!ck)


Pólo Norte, único ponto de terra estável do planeta; único lugar que nunca muda, onde o Globo é "imóvel". Durante as eras glaciárias, coberto de gêlo; no ápice do degelo do mundo, é a única "terra seca", quando toda a Terra é um "deserto de águas". Acima, o mapa do pólo norte, do século XVI, do holandês Gerhardus Mercartor.


O doutor em filosofia Valery Dyemin, pesquisador de região Ártica, acredita que o continente Hiperbóreo (além de Bóreas, o vento norte), uma terra mítica que os gregos pensavam estar localizada além da Sítia, existiu de fato. Na entrevista abaixo, Dyemin fala sobre sobre a realidade do mito:

P: Além do senhor, existem outros cientistas que se interessaram pelo mistério do continente Hiperbóreo?

DYEMIN: Sim, existem muitos. Não apenas geógrafos e historiadores mas também lingüístas têm feito relevantes contribuições. O reitor da Universidade de Boston, William Warren, publicou um livro chamado Paradise Found at the North Pole, no fim do século XIX (século 19). O livro teve 11 edições. Warren analisa o grande número de relatos da tradição oral, das lendas relacionadas ao "Paraíso na Terra", o Éden. Segundo esta análise todas a informações contidas nas tradições se referem a vagas recordações de uma terra antiga, perfeita, situada em algum lugar no Ártico.

Que região, mais precisamente, no Ártico?

DYEMIN: Eu acredito que traços dessa civilização podem ser encontrados na Eurásia e no ártico americano além das ilhas e arquipélagos do oceano Ártico, no leito de mares, rios e lagos. Sabe que a Rússia possui um grande números de lugares e achados arqueológicos que podem estar relacionados à terra Hiperbórea. Explorações atuais estão sendo feitas na Kola penísula, na ilha de Vaigach,em Karelia, nos montes Urais, no oeste da Sibéria, Khakasia (Cáucaso), Yakutia e outras regiões como Franz Josef Land, Taimyr e Yamal.

O continente Hiperbóreo pode estar submerso, como outras terras míticas (como Atlântida e Lemúria)?

DYEMIN: O cartógrafo e geógrafo holandês Gerhardus Mercartor tinha um mapa onde aparece um grande continente nas vizinhanças do pólo Norte. Esta terra está disposta como um arquipélago composto de numerosas ilhas limitadas entre si por rios profundos. Uma montanha ocupa o centro do continente. Como esta indicação pode estar em um mapa do século xvI (anos 1500)? Não há qualquer informação sobre este território na região ártica durante a idade Média. O arquipélago localiza-se no centro do oceano Ártico, que é representado sem gêlo. Como podemos explicar isso?


O CONTINENTE HIPERBÓREO NA DOUTRINA SECRETA (TEOSOFIA)

...A região do atual Pólo Norte... (p 344) foi um continente naqueles tempos em que a magnólia florescia onde agora vemos um desero de gelo sem fim... Nos primórdios da vida [humana] a única terra seca ficava no extremo direito da esfera [pólo Norte], ali onde [o Globo] é imóvel. Toda a Terra eraum imenso deserto líquido, e a água era morna... Ali nasceu o homem... Reinava uma eterna primavera nas trevas... Ali repousavam os deuses... (p 417) ...O primeiro continente que veio à existência cobria inteiramente o Pólo Norte (p 419)

O "Hiperbóreo" será o nome escolhido para o Segundo Continente, a terra que estendia seus promontórios ao Sul e ao Oeste a partir do Pólo Norte, para receber a Segunda Raça e que abrangia tudo o que hoje se conhece como Ásia do Norte... Mas historicamente, ou melhor, talvez etnológica e geologicamente, o significado seja diferente. A terra dos hiperbóreos, o país que se estendia além de Bóreas, o deus de coração gelado das neves e dos furacões, que gostava de dormir pesadamente sobre as cordilheiras dos Montes Rifeus, não era um país ideal, como supõem os mitólogos, nem mesmo uma terra nas vizinhanças da Cítia e do Danúbio.* Era um Continente real, uma terra bona fide, que não conhecia o inverno naqueles tempos primitivos e cujos tristes remanescentes não têm, ainda hoje, mais que um dia e uma noite durante o ano. [Blavatsky.net.NET]


Juventude Eterna

Se possuímos um mapa tão antigo podemos supor que alguém mais tentou encontrar o continente Hiperbóreo no Ártico?

DYEMIN: Sim, muitos já se debruçaram sobre o mistério do continente desaparecido. A imperatriz da Rússia, Catarina II, obteve informações dessa terra mítica no círculo Ártico atraves da Maçonaria. Ela organizou duas expedições com ajuda de Mikhail Lomonosov. Os trabalhos foram cercados de segredo mas a inicativa fracassou com os navios impossibilitados de seguir adiante por causa do gêlo.

Por quê a imperatriz estava tão interessada no continente Hiperbóreo?

DYEMIN: Acredito que Catarina assim como outros reis e rainhas, estava encantada com a possibilidade de encontrar o "elixir da juventude eterna" que, segundo lendas, teria sido inventado pelos hiperbóreos. Plínio, Herótodo, Virgílio e Cícero escreveram que os habitantes do continente Hiperbóreo viviam milhares de anos felizes. 


Fonte: Russian scientist finds Paradise at the North Pole - PRAVDA English - publicado em 29/11/2006

quinta-feira, 7 de junho de 2012

O mal de mentir

Pinocchio Original art by Enrico Mazzanti

Muito além das estórias de Pinocchio criadas por Carlo Collodi, confira abaixo um texto simples e esclarecedor sobre os efeitos energéticos "dquela mentirinha que não faz mal a ninguém".

O Mentir - e seu efeito energético
por Ken Page

Além dos nossos medos, o que mais causa distorções? Uma causa importante é o mentir. Um estudo recente com universitários da Universidade da Virgínia revelou que, ao que parece, mentir é um modo de vida para muitas pessoas na nossa cultura. Os resultados mostraram que os estudantes contavam mentiras em 77% das conversas que tinham com estranhos, 48% com conhecidos e 28% com seus melhores amigos! Se isso já não é ruim o bastante, eles mentiam aos seus companheiros e amores 34% do tempo. Mentiras para as mães ficaram com 46%. Isto incluindo “mentirinhas leves” contadas para proteger os sentimentos dos outros. Portanto, podemos ver quão fácil nos confundimos a respeito de nossa própria verdade.
No livro “Mutant Message” (Mensagem Mutante), os aborígenes contam que um dos pré-requisitos mais importantes para se ter uma mente clara e expressar todas as nossas habilidades psíquicas é o de nunca mentir. Quando nós mentimos, de acordo com eles, encobrimos nossos sentimentos verdadeiros para que a outra pessoa não se dê conta  de que estamos mentindo. Uma pessoa comum mente duas vezes ao dia. Uma enquete com 1000 adultos registrada no “The Day America Told The Truth” revelou que 59% admitiu mentir regularmente para seus filhos. Num estudo publicado na edição de 4 de abril de 1997 do USA Today, 48% dos trabalhadores admitiram cometer atos não-éticos ou ilegais no ambiente de trabalho. 
Com cada camada (ou mentira) (NT: em inglês, with each layer (lie)) criamos uma barreira tornando mais difícil ler com acuidade o que está  à nossa volta. Isto por sua vez nos desconecta de nossa habilidade de  acessar nossos sentidos psíquicos e causa distorções em nossa conexão com o Criador.
Mentir pode causar distorções em nossa percepção da realidade. Mentir nos confunde e torna mais difícil conhecermos nossa verdade, já que não saberíamos no quê ou em quem confiar. Um dos requisitos para conseguirmos amar a nós próprios incondicionalmente é sermos verdadeiros conosco. Portanto, não  minta. Mentir causa separação entre a nossa comunicação  e o nosso Eu Superior e faz com que não tenhamos confiança em nossos sentimentos. 

http://www.kenpage.com/a_collection/lying.html
(Ken Page gentilmente nos autorizou a tradução para o Português e inclusão em nosso site http://www.flordavida.com.br/HTML/mentir.htm  - Malu A. Renzo e Eloisa   Zarzur Cury

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Derbake - batuque egípcio com jeito de Brasil


Típico Derbake egípcio

A Darbuka, Doumbek ou Derbak é um membranofone tradicional na música árabe, tendo parentesco com o djembe do oeste africano. O derbake também é considerado um dos instrumentos principais dos conjuntos árabes. Como fornece uma base ritmica, tem por função dar a estrutura para toda a música.
O termo derbake, ou derbak, ou durbak, ou dirbakki, independente da pronúncia ou da escrita, é comumente utilizado em países como Síria, Líbano, Jordânia e Israel.
No Egito, o instrumento recebe o nome de Tabla e possui uma pele de 15 cm de diâmetro. Na Turquia o nome é Darbuka e pode ser encontrado também com uma estrutura diferente do instrumento tradicional. O instrumento pode possuir os aros e parafusos de afinação no exterior do instrumento.
Dunbug ou tabla iranana é o nome que a darbuka recebe no Iraque, porém sua pele possui apenas 3 cm de diametro. Muito utilizada nos tradicionais Khaleeges.

Pode ser construido de barro ou madeira com peles de couro de peixe ou carneiro. Os mais modernos são construidos de Alumínio fundido com pele de nylon sintético, dependendo da sua freqüente utilização ou do gosto do músico.
Antigamente, os músicos utilizavam-se do derbake apenas de madeira ou barro, e revestimento em pele de animal. Porém, com a freqüente necessidade de utilização do instrumento com uma melhor afinação, em diversos tipos de climas, construiu-se um instrumento de estrutura de alumínio e pele artificial, pois a afinação é mantida independente do clima da região, não precisando aquecer a mesma para obter uma afinação mais adequada.

O instrumento de percussão se caracteriza pela sua variação de belos e encantadores sons, formados pelos seus extremos sonoros.
O solo de derbake é composto de ritmos e marcações. Extremos altos e baixos no aspecto velocidade e sonoridade, onde as variações de possíveis brincadeiras do músico dão as nuances na melodia. É em seu solo que a bailarina e o músico se desafiam para assim formarem uma bela apresentação.
É um instrumento complementar das bandas Árabes por dá o ritmo á musica.





Conheça o site de Pedro Françolin, uma verdadeira aula sobre o Derbake
e algo mais...

terça-feira, 5 de junho de 2012

Vênus

wikipedia - Venus symbol

Em todos os tempos, representada sob uma ou outra forma, Vênus tem simbolizado a beleza por excelência. Como tal, expressa a lei da Harmonia, da perfeição aprisionada na forma. Neste sentido, Vênus sempre tem sido associada ao elemento feminino, à graça, à arte, ao colorido, à primavera, ao mundo da afetividade e ao amor em sua multiplicidade de matizes.
Vênus, representa a revelação do amor, da busca de perfeição, dos arquétipos de luz. Vênus revela ao homem suas faculdades de contemplação e suas capacidades de embebedar-se na eternidade das formas perfeitas, e lhe ensina a existência da harmonia em todos os planos, demonstrando-lhe a necessidade da devoção para ter acesso ao recinto das formas arquetípicas. Vênus desperta o homem de sua ociosidade e apatia, de seu aborrecimento e desdém pela vida; de sua desilusão por ideias puras, o convida à região onde o sagrado se manifesta através da forma impecável, e então o homem renasce e descobre forças inesgotáveis em sua natureza, impulso efetivo que o leva a consumir-se na consecução da perfeição da forma e da força que brilha na forma. Vênus faz nascer no homem a necessidade do rito, a necessidade de eternizar o instante e penetrar pelo instante na eternidade.
Quando Vênus revela ao homem a Beleza de tudo o que existe, este se empenha em sobrepassar sua própria morte e a renascer em um outro estado; o homem é impulsionado a incendiar sua alma em busca da redenção mediante o sentimento.
A Tradição nos diz que se faz presente no 5º mês do desenvolvimento embrionário, para outorgar o sexo e as características distintivas do ser que há de entrar no mundo das formas, imprimindo-lhe, do mesmo modo, as tonalidades de sua afetividade.
Vênus tem relação com as zonas do sistema nervoso onde se centram os apetites e os desejos; o agradável e o que não agrada. Por esta razão, Vênus também está relacionada com os vícios e os prazeres, com a sensualidade e a preguiça, com o hedonismo e a vida artificiosa, produzindo a excitação e a inclinação pelo "viver por viver".  
Wikipedia - Anahata symbol
A Tradição da Ciência Yoga relaciona Vênus com o timo e com o chakra denominado Anahata, o qual, segundo a descrição da Yoga, desencadeia no ser humano o amor universal; não porém, como um sentimentalismo ou idealismo sem base, mas como a capacidade de sacrifício pelos semelhantes, dentro de uma fortaleza jamais débil e seguindo um caminho inteiramente equilibrado; ademais, segundo as descrições da tradição, este chakra dá ao ser humano a faculdade de realizar "milagres", no sentido de operar modificações no mundo físico, prescindindo dos laboratórios.   
Por tudo isto, Vênus está relacionada, pois, com a arte, os afetos, o amor, a suavidade, a sedução, a formosura, a languidez que convida a dissipação, a alegria graciosa e despreocupada, os prazeres, flertes, o magnetismo da forma, etc.


Fonte do texto: Cosmossíntse - LaKaZa - Edição Maio/1988 - FEEU

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Luz: A mais antiga terapia retornando para o novo tempo

fonte da imagem Facebook


Luz: A mais antiga terapia retornando para o novo tempo
por Rosa Maria Masino

A terapia da luz, que surge como uma grande promessa para a humanidade nesta virada do milênio, já era praticada desde o início dos tempos por diversas culturas. Já na bíblia encontramos a expressão em que Deus, o Criador disse: "Fiat Lux" (faça-se a luz) e a vida começou. Jesus na sua passagem pela terra curava com a luz de Deus e até hoje a humanidade recorre à luz do espírito para curar aqueles males que a ciência não consegue desvendar. Encontramos nos textos antigos que os médicos gregos e do antigo Egito praticavam curas por exposição à luz solar. Heliópolis, a cidade grega do sol, era uma verdadeira cidade de cura pela luz. Fundada por Heródoto, pai da helioterapia, foi concebida com inúmeros templos de cura onde se praticava a terapia solar através dos seus componentes espectrais (cores).

sábado, 2 de junho de 2012

Fim de tarde

Sempre majestosa 
A Lua nos oferta
um pouco mais de sua beleza
num fim de tarde.
Bela lua!
Em fase crescente,
às vesperas de tornar-se cheia.
Lua cheia !

A Mulher Búfala Branca



Muito tempo atrás, a tribo nativa norte-americana Lakota (ou Sioux) vivia de forma simples, caçando búfalos nas campinas para sua sobrevivência. Um dia, dois jovens índios saíram a caminhar, atentos a qualquer movimento, quando vislumbraram no horizonte algo se movendo com rapidez. Chegando mais perto viram que era uma linda mulher, envolta por uma luz brilhante. Os jovens tinham índoles diferentes: um deles apenas apreciou a beleza da mulher, mas o outro dela se aproximou, com intenções de violentá-la. A mulher abriu seus braços e cobriu o conquistador com seu xale, ambos ficando dentro de uma névoa. Quando a neblina se dissipou, o outro jovem viu com espanto, saindo do xale da mulher o esqueleto do seu companheiro, que logo se transformou em poeira soprada pelo vento. Comovido, o jovem se ajoelhou perante a misteriosa mulher e pediu-lhe que fosse com ele para ensinar à sua tribo os mistérios da vida e da morte. Ela concordou e pediu que preparassem uma grande tenda onde toda a tribo pudesse se reunir. Lá a mulher mostrou um cachimbo feito de argila vermelha com um longo cabo de madeira, e pediu que este cachimbo fosse usado em ritos sagrados para lembrar e honrar a ligação dos seres humanos com todas as outras formas de vida, além de reverenciar a Mãe Terra, pois cada passo que fosse dado sobre seu solo seria como uma oração. Após estes ensinamentos a mulher se afastou e foi se transformando lentamente em uma vitela de búfalo branco. Foi por isso que esta misteriosa mestra foi denominada Mulher Búfala Branco, detentora do cachimbo sagrado e de seus mistérios.

Na antiga tradição Lakota a causa primeva de tudo, o princípio primordial da criação era Wakan, o ventre da Mulher Búfalo. Reverenciado como o vazio cósmico, um receptáculo de infinitas possibilidades de criação, Wakan era descrito como um grande recipiente estrelado, contendo inúmeras centelhas de vida adormecidas, esperando serem ativadas para se integrarem à realidade terrena. O principio ativo e co-procriador era Skan, que, semelhante a um relâmpago cósmico, mergulhava no receptáculo sagrado e acordava as centelhas para a luz da existência.

Nas tradições nativas a mulher era a representante de Wakan na Terra, responsável pela continuação da vida humana, sendo um ser sagrado e por todos respeitado. Ela também tinha a missão de preservar e cuidar da paz e da harmonia dos relacionamentos, entre os membros do clã, com as outras tribos e com os reinos da criação. Eram as mulheres que criavam e cuidavam da complexa teia das atividades e relacionamentos humanos, evitando conflitos e divisões e ensinando como “caminhar suavemente sobre a terra”. Mesmo quando a chegada dos conquistadores europeus despertou a cobiça, rivalidade e violência entre as tribos, os Conselhos das Matriarcas dos clãs e das Avós se empenhavam para restabelecer a paz e relembrar a suprema lei da Criação: ”viver em harmonia com todos os seres do círculo da vida”. Competiam às avós as decisões finais por desfrutarem de muito respeito e honra pela sua sabedoria ancestral e experiência de vida. Desde uma tenra idade os meninos eram ensinados pelas mães a respeitar e vivenciar as qualidades femininas; eles viviam no meio das mulheres até os sete anos e aprendiam qualidades e artes femininas como gentileza, respeito, compaixão, cozinhar, costurar, plantar, colher, bem como manter as tradições e a harmonia, natural e humana. Quando passavam para o círculo dos homens aprendiam as atividades masculinas, mas jamais lhes era incutida a violência ou falta de respeito para com a Natureza, mulheres, crianças, idosos ou doentes. Um homem de respeito e autoridade era aquele que cuidava bem da sua família e da sua tribo, preservava os reinos da Criação e honrava as tradições e os ritos sagrados.

A mensagem que a Mulher Búfala Branca trouxe para o mundo contemporâneo é lembrar que todos nós humanos, independentemente de cor, origem, gênero ou situação social, fazemos parte da complexa teia da vida e somente vivendo com respeito, harmonia e paz, poderemos atravessar os períodos cruciais que nos aguardam. A lição da Mulher Búfalo Branco foi: ”viver em paz com todas as nossas relações” e “tudo o que fizermos à grande teia da criação faremos a nós mesmos, pois somos um só ser vivo”. A expressão ”todas as nossas relações” é usada para representar o círculo da vida a qual todos nós pertencemos, simbolizado pelo cachimbo sagrado. Seu bojo feito de argila vermelha representa a Terra, no seu interior está gravado um búfalo, significando todos os seres de quatro patas, e também a abundância da Terra que sustenta toda a vida. O cabo ou tubo do cachimbo, feito de madeira, simboliza tudo o que cresce sobre a terra. As doze penas que o enfeitam são de águia e descrevem as criaturas que voam, enquanto as conchas representam o reino aquático. Ao acender e fumar o cachimbo reunem-se os elementos (associados com as ervas, a chama e fumaça, as cinzas) e também todos os reinos da criação. A oração que acompanha o ato de fumar o cachimbo é direcionada em benefício de todos e do Todo e é o objetivo principal deste rito sagrado.

A Mulher Búfala Branca continua se comunicando conosco através das visões e mensagens recebidas por muitas mulheres contemporâneas. Um comovente testemunho é encontrado nesta linda canção, recebida em uma visão pela xamã, compositora e divulgadora dos antigos rituais sagrados, Brooke Medicine Eagle. Vamos refletir e colocar em prática estes atuais e necessários conselhos:


Buffalo Woman is calling. Will you answer Her?
She’s calling light, she’s calling peace
She’s calling spirit, she’s calling you
Buffalo Woman is calling. Will you answer Her?
I will answer Her. We will answer Her!

Fontes:

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Melissas - Vozes das Deusas

imagem: O Grupo reunido

“Melissa, segundo a mitologia grega, foi a mulher que amamentou Zeus com o néctar colhido das ;flores, quando ele era apenas um bebê. Depois de sua morte, Zeus, como forma de gratidão, transformou Melissa na Abelha-Rainha. Também eram conhecidas como Melissas as sacerdotisas que cuidavam dos templos de Deméter, Ártemis e Afrodite. Provavelmente,essas sacerdotisas ganharam esse nome pela curiosa mania de cantar enquanto trabalhavam”. As abelhas nos ensinaram que, ao trabalhar cantando, podemos transformar néctar em mel e desta alquimia obter um elixir curativo e saboroso. Assim Melissas são as sacerdotisas cantoras do grupo de mulheres Teia de Thea. Ao resgatar seus dons criativos, elas compuseram canções devocionais para o Feminino, no arquétipo de diversas Deusas de diferentes tradições, porém todos reflexos sagrados da Grande Mãe."

imagem:detalhe da capa do cd
"O círculo de mulheres da Teia de Thea acaba de ser brindado com um presente que vem do canto das sereias, dos sons das fadas e das bênçãos de toda a natureza. As Melissas, sacerdotisas da Teia de Thea que dedicam seu canto e inspiração à Deusa, acabam de gerar, de seu caldeirão mágico de doçura e beleza, o CD Melissas - Vozes da Deusa, com 13 canções compostas pelas mulheres dos mais diversos grupos de estudos da Teia. As melodias nos convidam a relembrar e vivenciar os antigos ritos de passagens femininos e a nos conectar com o nosso ventre sagrado. As canções nos levam ainda ao encontro com a Mulher Selvagem e com a Deusa nos seus mais diversos aspectos e nomes, pois o CD é nada menos que uma viagem musical às antigas tradições celtas, nativas norte-americanas, afrobrasileiras e de todos os povos que honravam e reverenciavam a Grande Mãe. O grupo de Melissas foi gerado no seio da Teia de Thea em 2006, sob a amorosa coordenação de Ana Iaci, cantora sacerdotisa do Sagrado Feminino que mergulhou de forma profunda no estudo de cantos ancestrais, mantras e práticas meditativas vocais. Ela e Felipe Vieira assinam a produção do CD." 
Fonte: Jornal Deusa Viva de abril 

imagem: capa do Cd

O CD das Melissas será vendido por R$25,00. Ele estará a venda em todos os eventos da Teia de Thea. Caso queira mais informações, por favor, entre em contato pelo e-mail melissas@teiadethea.org. 

MÚSICAS
1 - Festa Celta Vem Brigid, vem Canção do Beltane
2 - Povo das Fadas Morgana, a fada Dente de Leão
3 - Triskélion
4 - Sagrado Feminino Honrando o ventre Deusa Sofia
5 - Templo Egípcio Ísis Lua Vermelha Bênção do Pentagrama
6 - Deusa do Amor
7 - Deusa Iacy
8 - Teia Teia de Thea Que bom que você é menina
9 - Xamânicas Mulher Selvagem Tribo do Amor Tá curando
10 - Saudação ao Sol
11 - Saudação às Deusas Invocação Deusa Guerreira Iansã Menina Oiá Flores para Oxum Fiandeiras
12 - Eterno Faz de Conta
13 - Benção Celta Benção Irlandesa Círculo


 

terça-feira, 29 de maio de 2012

Transformando dragões

Inspirada pela bela postagem de Naelyan em seu blog "Metamórphosis", relembrei os bons tempos com "O Livro das Atitudes" de Sônia Café. 
Procurando mais sobre a autora pela rede, acabei encontrando outros livros e também um vídeo, que seguem logo abaixo. 
Resolvi postar aqui o "Transformando dragões", que só pelo nome já me chamou a atenção.


segunda-feira, 28 de maio de 2012

Mantras Hanuman


imagem:Hanuman

Os mantras Hanuman trabalham diretamente com o prana. Quanto mais se pratica esses mantras, mais o prana impregna-se na consciência presente no som e na energia do mantra. Esse fato único confirma a postura de alguns religiosos que afirmam haver uma relação entre Hanuman e a energia de Shiva.

Existem dois mantras Hanuman que fortalecem imensamente o prana de qualquer pessoa que os pratica para a cura de si mesma ou de outras pessoas.

OM HUM HANUMATE VIJAYAM
"Vitória ao prana em seu curso evolutivo, que fortalece 
a vontade através do chakra da garganta."

Para os atletas, este mantra pode ajudar a aumentar tanto a força quanto a agilidade.

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OM SRI HANUMATE NAMAHA
"Saudações ao prana consciente"

Com este mantra, o terapeuta aumenta sua capacidade de transferir prana para a cura de seus pacientes.


Mais Hanuman em:


Fonte do texto: Mantras que Curam - Thomas Ashley-Farrand - Ed Pensamento


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Outros olhares