sábado, 17 de novembro de 2012

Sagitário - liberdade através do crescimento


Sagitário por Johfra

Por Karen Berg
Diretora Espiritual do Kabbalah Centre
16 de novembro de 2012

Nesta semana entramos no mês de Sagitário, o mês de Luz e expansão. 
Sagitário é um dos dois signos regidos pelo planeta Júpiter, que é o maior planeta do sistema solar (na verdade, aproximadamente duas vezes maior do que todos os outros planetas juntos). Portanto, não causa surpresa o fato desse planeta trazer a energia de progresso, visão e expansão para o âmbito de influência das pessoas. 
Por Sagitário ser um signo de aprendizado e crescimento, aqueles nascidos nesse signo geralmente são pensadores, escritores e estudiosos. Mark Twain e George Elliot, por exemplo, são dois sagitarianos queridos. 
Por terem apreciação pelas pessoas e pelos animais, bem como por sua objetividade ao abordar as situações, os sagitarianos tendem a ter certa leveza na forma como navegam pela vida. Destemidos a ponto de forçar os limites ou ir aonde as outras pessoas não ousam, os sagitarianos amam e prosperam na liberdade e na aventura.
Neste mês, cada um de nós será capaz de atrair essa energia de expansão para sua vida a fim de forjar uma nova direção.
Comparado ao mês passado, que pode ter parecido um pouco pesado e desafiador, o mês de Sagitário será como uma brisa agradável. Se estivermos abertos, cada dia das próximas quatro semanas poderá ser um terreno fértil para a mudança.
O cosmo nos ajudará a abordar as áreas em nossas vidas que geralmente deixamos intocadas.
Teremos a capacidade de dizer para nós mesmos: “Chega dessa preocupação, dessa dependência, dessa limitação... Quero transformar!”
Neste mês, seremos ajudados a nos tornarmos “agentes livres”, menos escravizados pelos medos e pelas dúvidas que geralmente nos mantêm aprisionados.
E como chegamos lá?
Primeiramente, precisamos entender que a única coisa que bloqueia a nossa expansão é nossa própria negatividade: essa visão estreita criada pelo nosso Desejo de Receber para Si Mesmo.
Até que despertemos para o fato de que existe no universo uma batalha contínua de consciência, uma batalha que trata-se de ser capaz de restringir o Ego, nunca conseguiremos sair dessa estreiteza. Não importa quanto tentemos ler, estudar ou aprender, se não nos aventurarmos no desconhecido – apesar de nossos medos – nunca vamos alcançar nosso próximo nível de espiritualidade. 
Assim, em cada dia deste mês, vamos nos concentrar em afastar a energia do “eu”. 
Quando sentirmos vontade de sucumbir às pressões e aos desafios do dia, podemos encontrar uma forma de fazer alguma coisa por outra pessoa. Vamos nos lembrar também que, se quisermos compartilhar felicidade externamente, precisamos antes estarmos felizes por dentro.
Vocês já ouviram falar da terapia do riso?
Muitas pessoas sentam-se em uma sala e riem juntas. É só isso. Parece tão simples, mas é incrível como isso pode mudar completamente a energia de um lugar. Não estou dizendo que precisamos fazer isso todos os dias, mas o que quero dizer é que existem muitas pequenas coisas que podemos fazer ao longo do dia para expandir nossa energia, compartilhar com os outros. 
Neste mês, também precisamos nos lembrar de focar naquele trabalho espiritual que não é lá muito fácil. Existe sempre algum tipo de luta. Isso não significa que devamos ir para casa e estalar chicotes em nossas costas. Significa, no entanto, que quando os problemas nos confrontam – situações desconfortáveis, muito trabalho, um chefe ou cônjuge nervoso – precisamos nos lembrar de que todos nós, cada um de nós nesse planeta tem uma centelha do Criador dentro de si.
Somos todos parte dessas pequenas chamas que tremulam, queimam e se vão.
A intensidade do brilho da nossa própria chama depende de quanto empenho colocamos em acender as chamas dos outros e de quanto decidimos lutar contra a nossa negatividade. Porque quando realmente nos engajamos nessa batalha de consciência, nada nem ninguém podem apagar nossa chama.

Veja também:

Fonte:
http://stelalecocq.blogspot.com.br/2012/11/sagitario-liberdade-atraves-do.html

quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Palestra em Belo Horizonte sobre a Mitologia Feminina - dia 21 de Novembro/2012



A Pode Educação Criativa tem o orgulho de apresentar a palestra “Mitologia Feminina“, com o psicólogo Bernardo Monteiro.

Sobre o tema:
A palestra apresentará os fundamentos da mitologia feminina e destacará alguns dos principais mitos. É um estudo de mitologia comparada, que se faz tanto por visões singulares de diversos estudiosos, quanto por meio de temas específicos e suas correspondências.

Sobre o facilitador:
Bernardo Monteiro de Castro é Psicólogo Clínico, mestre e doutor em Letras, com um pós-doutorado em Literatura e outro em Psicologia, ambos na University of Cincinnati, EUA; autor do livro As Cantigas de Santa Maria: um estilo gótico na lírica ibérica medieval (publicado no Brasil e nos EUA), além de artigos científicos e capítulos de livros, com várias apresentações de trabalhos científicos no Brasil e no exterior (EUA, Canadá, Argentina, Venezuela, Espanha, Alemanha, Inglaterra, Suécia, entre outros).

Quando e onde:
21/11/12, de 20h a 21h30, na sala de treinamentos da Pode: 

Investimento:
R$60,00 – inscrições antecipadas, via depósito ou PagSeguro.

+ Informações e Inscrições:
contato@podeeducar.com.br  - fone: (31) 9613.8355

INSCRIÇÕES ANTECIPADAS, VAGAS LIMITADAS!!!

Recebido via email de
Espaço Revitalizar - Bem-estar e Saúde

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Biomassa de banana verde, já ouviu falar?


Ontem (finalmente), conseguimos fazer a nossa primeira receita de biomassa de banana verde que vimos no programa Sem Censura.
Digo finalmente, devido a uma certa dificuldade em encontrar as bananas verdes sem agrotóxicos, direto  do cacho e sem climatização, conforme foi dito na entrevista. 
Conseguimos as bananas, graças à um amigo que ainda tem uma vovó que cultiva em seu quintal (coisa raríssima) algumas bananeiras.
Mesmo que à primeira vista, a biomassa não seja atrativa visualmente, o gosto é neutro e pelos benefícios que traz, vale a pena investir e nutrir-se nela.

As entrevistas de Andréa Santa Rosa e Renato Caleffi, sobre a biomassa e "otras cositas más" , estão logo no início do vídeo, confira:



Ingredientes:
6 bananas nanicas verdes 
Modo de preparo: 
Lave bem as bananas verdes com as cascas e coloque-as numa panela de pressão com água fervente (o necessário para cobrir todas as bananas). Cozinhe as bananas com casca por 8 minutos, desligue o fogo e deixe que a pressão continue cozinhando as bananas por mais 12 minutos. Após o cozimento mantenha as bananas na água quente. Vá aos poucos descascando uma à uma e coloque-as imediatamente no processador ou no Liquidificador para bater. 
Obs: A polpa precisa estar bem quente para não esfarinhar.

Aqui vale uma dica que aprendi, pingue algumas gotas de limão para que a biomassa não escureça.



Mais do mesmo:
 

Vale a pena  visitar:

segunda-feira, 12 de novembro de 2012

Tulasi Devi - a deusa do manjericão

Ocimum tenuiflorum

Tulasi também é conhecida como manjericão sagrado, Ocimum tenuiflorum, seu nome em sânscrito significa “a que não tem comparação”. Ela é considerada pelos hindus como a deusa da devoção, simboliza a própria mãe divina.
O manjericão é nativo da Índia e pertence à família Lamiácea, uma Angiosperma herbácea que promove importantes e muitos benefícios para a saúde: previne e reduz significativamente os níveis de stress, aumenta a resistência e a energia do organismo, melhora a absorção de oxigênio, diminui os sinais de envelhecimento, além de ser um excelente antioxidante. Estas numerosas propriedades favorecem a capacidade natural do corpo de manter a vitalidade e o bem-estar. Pode ser utilizada em tratamentos contra resfriados, gripes, febres e dores de cabeça. Além disso, oferece extraordinárias propriedades curativas e preventivas para doenças degenerativas como câncer, doenças cardíacas e neurológicas, artrite e diabetes. Além de possuir inúmeros benefícios medicinais ainda apresenta propriedades sutis, sendo considerada uma potente purificadora de negatividade.



Tulasi simboliza a pureza. Nas antigas escrituras sagradas da Índia existem inúmeras lendas que a descrevem como uma divindade, a deusa de nome Vrinda Devi que após sua transformação em planta passou a se chamar Tulasi, se manifestando na Terra desta forma. Tulasi também é conhecida como manjericão sagrado, Ocimum tenuiflorum, seu nome em sânscrito significa “a que não tem comparação”. Ela é considerada pelos hindus como a deusa da devoção, simboliza a própria mãe divina. Segundo a mitologia indiana ela existe eternamente como uma deusa no mundo espiritual, é chamada de Tulasi Devi, e ao mesmo tempo, existe para purificar todos os seres do mundo material. No Skanda Purana, literatura consagrada, Shiva descreve Tulasi da seguinte forma: ...” de todas as árvores e plantas, Tulasi Devi é a suprema. Ela é completamente auspiciosa, sumamente querida pelo Senhor Krishna e a mais elevada devota. Muito tempo atrás, para o beneficio de todas as almas condicionadas, o Senhor Krishna trouxe Vrinda Devi em sua forma de planta (Tulasi) e a plantou neste mundo material. Tulasi é a essencia de todas as atividades devocionais, a eterna amada de Krishna".

Vrinda Devi by -Yogeshvara
VRNDAVANI: A que primeiro se manifestou em Vrndavana
VRNDA: A deusa das plantas e das árvores
VISVAPUJITA: Aquela que todo o universo adora
PUSPASARA: A mais bonita entre as flores, a que faz Krsna não querer olhar para as outras flores
NANDINI: Aquela cuja visão que da ilimitadas bençãos aos devotos
KRSNA-JIVANI: A vida de Sri Krsna
VISVA-PAVANI: A que purifica os três mundos
TULASI: Aquela que não tem comparação

Leia também:
Ervas de proteção e estudo sobre manjericão


Fonte da imagem de Tulasi Devi (*)
http://fineartamerica.com/featured/vrinda-devi-satchitananda-das.html 

sexta-feira, 9 de novembro de 2012

Oráculo dos Orixás

CULTO DE IFÁ

Segundo a Wikipédia, o Culto de Ifá é oriundo das Religiões tradicionais africanas, ligado ao Orixá Orunmilá-Ifá da religião iorubá. Com a ida destas culturas para Brasil e Caribe, nos períodos do tráfico negreiro, alguns sacerdotes (chamados babalaô (iorubá) e Bokono (ewe/fon) foram levados para estes países, estando ligados às religiões Candomblé (Brasil) e Santeria através da Regla de Ocha (Cuba).
O culto de Ifá é um sistema divinatório, empregado na África e nos países para onde foi disseminado para decisões de cunho religioso ou social.
Utiliza três técnicas diferentes (Opelê, Ikins e Merindilogun), que têm em comum os Odú-Ifá, os signos.
IFÁ

Ifá, é o nome de um oráculo africano. É um sistema de adivinhação que se originou na África Ocidental entre os yorubas, na Nigéria. É também designado por Fa entre os Fon e Afa entre os Ewe. Não é propriamente uma divindade (Orixá), é o porta-voz de Orunmilá e dos outros orixás. O sistema pertence as religiões tradicionais africanas mas também é praticado entre os adeptos da Lukumí de Cuba através da Regla de Ocha, Candomblé no Brasil através do Culto de Ifá, e similares transplantadas para o Novo Mundo.

JOGO DE IKIN

O Jogo de Ikin é utilizado em cerimônias relevantes de forma obrigatória, ou igualmente de modo usual, vai de cada Babalawo o seu uso, sendo uso restrito e exclusivo dos mesmos babalawo. O jogo compõe-se de 16 nozes de um tipo especial de dendezeiro Ikin, são manipuladas pelo babalawo com a finalidade de se configurar o signo do Odú a ser interpretado e transmitido ao consulente. São colocados na palma da mão esquerda, e com a mão direita rapidamente o babalawo tenta retirá-los de uma vez com um tapa na mão oposta, no intuito de se obter um número par ou ímpar de ikins em sua mão. Caso não sobre nenhum ikin na mão esquerda, a jogada é nula e deve ser repetida. Ao restar um número par ou ímpar de ikins em sua mão, se fará dois ou um traço da composição do signo do odu que será revelado polo sistema oracular. A determinação do Odú é a quantidade de Ikin que sobrou na mão esquerda. O mesmo será transcrito para o Opon Ifá sobre o pó do Iyerossún que deve ser riscado sobre o Iyerossún que está espalhado no Opon-Ifa, para um risco usa o dedo médio da mão direita e para dois riscos usa dois dedos o anular e o médio da mão direita. Deverá repetir a operação quantas vezes forem necessárias até obter duas colunas paralelas riscadas da direita para a esquerda com quatro sinais, formando assim a configuração do signo de Odu.

JOGO DE ÒPELÈ

O Òpelè-Ifá ou Rosário de Ifá é um colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão, que tem pendentes oito metades de fava de opele, é um instrumento divinatório dos tradicionais sacerdotes de Ifá. Existem outros modelos mais modernos de Opele-Ifá, feitos com correntes de metal intercaladas com vários tipos de sementes, moedas ou pedras semi-preciosas.
O jogo de Opele-Ifá é o mais praticado por ser a forma mais rápida, pois a pessoa não necessita perguntar em voz alta, o que permite o resguardo de sua privacidade, também de uso exclusivo dos Babalawos, com um único lançamento do rosário divinatório aparecem 2 figuras que possuem um lado côncavo e outro convexo, que combinadas, formam o Odú.
Merindilogun ou Merindelogun - vem da palavra Erindinlogun e a tradução é dezesseis, sistema utilizado na África pelos yorubás algumas vezes chamado de dilogun (abreviatura de merindilogun), entregue ao sacerdote no ritual de oyê depois da obrigação de odu ejé. É um dos muitos métodos divinatórios utilizado pelos Babalawos, Babalorixás e Iyalorixás que conta com 16 búzios. É um método diferente do jogo de búzios, pois nele ocorre a interpretação das caídas dos búzios por odù e (cada odù indica diversas passagens) de acordo com a mitologia yorubá. No merindilogun, antes do arremesso dos búzios é Ifá o intermediário, quando eles caem dando a quantidade, o intermediário passa a ser Exu Elegba, que sempre acompanha Ifá. As caídas são dadas conforme a quantidade de búzios abertos e fechados resultante de cada arremesso. A resposta para cada quantidade de búzios abertos e fechados, corresponde um Odù e como ocorre no Opele-Ifa, esse odù deve ser interpretado, transmitindo-se ao consulente tanto o significado da caída, quanto o que deve ser feito para solucionar o problema.

ORUNMILÁ

Na mitologia Yoruba, Orunmilá é um orixá, e divindade da profecia, identificado no jogo do merindilogun pelo odu ejibe. Ele é reconhecido como "ibi keji Olodumare" (segundo só a Olodumare (Olorum, Deus)) e "eliri ipin " (testemunha da criação). 
Orunmilá também é às vezes chamado Ifá (ee-FAH ") que é de fato a incorporação do conhecimento e sabedoria e a forma mais alta da prática de adivinhação entre os Yorubas. Embora Orunmilá não seja de fato Ifá, a associação íntima existe, porque ele é o que conduz o sacerdócio de Ifá. Ifá é o nome de um Oráculo dos Yoruba na Nigéria. 
Os sacerdotes de Ifá são chamados Babalawo (o pai dos segredos).

ODUS

Existem dezesseis Odu maiores no "Odù Ifá literary corpus" ('livros'). Quando combinados, existem um total de 256 Odu acreditando referir-se todas as situações, circunstâncias, ações e conseqüências na vida. Estes constituem a base do conhecimento tradicional yoruba espiritual e são a base de todos os sistemas de adivinhação yoruba.
Odu é um conceito do Culto de Ifá mas também usado no candomblé, interpretado no merindilogun, na caida de búzios.
A palavra odu vem da língua yoruba e significa destino. Cada Homem (Ser) possui o seu destino, hora com passagem que se assemelham a de outros mas sempre com alguma particularidade. Isso é melhor compreendido com o estudo do Odu, pois odu é o destino de cada um. Para esse estudo são usadas diversas técnicas ou métodos, como por exemplo Cabalas, Oráculos, Merindilogun, Ifá, Ikin, ect
O Culto de Ifá por costume é feito por homens, chamados Babalawô, diferente dos cultos realizados no Candomblé que são praticados por homens Babalorixá e muheres Iyalorixá. Nos tempos mais antigos, como até os tempos mais modernos, no continente de origem (África), quando alguém quer cuidar de seu Orixá procura um Babalorixá ou Iyalorixá, mas quando é para tratar de seu equilíbrio enquanto Ser, procura um Babalawô que o fará pelos caminhos de Odu.
A consulta através dos Odus pode ser interpretado pelo Oráculo de Ifá, com os Odu Meji (duplos destinos ou repetidos duas vezes) são em número de 16 e conhecidos como Odu Originais ou Principais.
A arte da advinhação já era praticada no antigo Egito, na Índia milenar, na Grécia, terra de Oráculos e pitonisas, no Sinai, além de muitas outras terras que foram berço de nossa civilização. Os árabes sabiam ler o destino nas areias, os chineses na folha de chá, povos nômades, como os ciganos, nos legaram a quiromancia (leitura das mãos)."
No sistema Ifá, que é o sistema de adivinhação yoruba, os 16 odus são os caminhos da vida. Cada pessoa tem o seu odu.
O sistema geomântico, usa 16 conchas, ou grãos, ou cocos, conforme a região. A forma de lançar os búzios possibilita 256 combinações ou figuras, e para cada uma delas existem versos que são decorados pelo babalawô. O sistema, hereditário, exige longo aprendizado e provas.


ODUS, O ORÁCULO DOS ORIXÁS

No momento em que um recém-nascido respira pela primeira vez, todas as energias do universo material e imaterial se ligam ao seu corpo.
Forma-se neste instante, um padrão de energias divinas, astrais e numerológicas que é único para cada indivíduo. Nessa hora, a pessoa tem traçado o seu odu - termo que, no candomblé, significa "caminho" ou "destino".
A informação é do babalorixá Ângelo d´Osayin, presidente do Centro de Estudos Afro-Brasileiros. Ele explica que os odus constituem os signos do Ifá, o deus da adivinhação no candomblé. "Os odus são a linguagem dos orixás", conta Ângelo.
"Quando o babalaô, o sacerdote de Ifá, lança os búzios no tabuleiro, cada configuração corresponde à um odu diferente, regido por determinado orixá ou grupo de Orixás."
Existem dezesseis odus básicos, que podem ser associados à data de nascimento da pessoa. E cada pessoa tem cinco odus; quatro referentes à sua vida material e um referente ao seu caminho espiritual. O jogo de búzios é a forma ritual, sagrada, de descobrir os odus de uma pessoa, mas também é possível conhecê-los recorrendo à numerologia.
De um modo ou de outro, esse conhecimento é muito importante, pois os odus sintetizam o potencial de cada indivíduo, seus talentos e suas limitações."Os odus encorajam e advertem", conta Ângelo. Eles indicam traços de comportamento, pontos fortes e pontos vulneráveis. Conhecendo-os, podemos lidar melhor com eles e viver bem. Pois o odu, o caminho espiritual, não pode ser trocado - mas pode ser lapidado. "
Veja, a seguir, como calcular os signos dos orixás correspondentes à sua vida material e ao seu percurso espiritual, para que você possa trilhar com segurança o caminho da prosperidade, a saúde, a realização sexual e afetiva e o equilíbrio interior.

Como calcular 
Para conhecer seus odus, tome como ponto de partida a data do seu nascimento. Trace num papel quatro linhas horizontais cortadas no centro por uma linha vertical.
Essa linha vertical vai separar os algarismos em duas colunas: uma à esquerda e outra à direita. Escreva na primeira linha horizontal, usando as duas colunas, o número do dia em que você nasceu.
Se esse número for menor que 10, coloque um zero na coluna da esquerda. Na segunda linha, escreva o número do mês (de 01 a 12). Se esse número for menor que 10, coloque um zero na coluna da esquerda. Na terceira linha, sempre usando ambas as colunas, escreva os dois primeiros algarismos do ano em que você nasceu (19).
Na quarta linha, usando as duas colunas, escreva os dois últimos algarismos do ano em que você nasceu. Some separadamente os algarismos de cada coluna. E sempre que o resultado ultrapassar 16, o número de odus básicos, reduza-o somando os algarismos.
Veja o exemplo abaixo, de uma pessoa nascida em 25 de março de 1962:


Como 19, o total da segunda coluna, é maior que 16, você deve somar 1+9. Portanto no exemplo, o resultado da coluna da esquerda é 9 e o resultado da coluna da direita é 10.
A seguir desenhe uma cruz e escreva nas pontas dos braços da cruz as palavras Testa, Fronte Direita, Nuca e Fronte Esquerda, conforme o modelo:


Escreva o número correspondente à soma da coluna da direita (10, no exemplo) no ponto referente à TESTA, e o número correspondente à soma da coluna da esquerda (9, no exemplo) no ponto referente à NUCA.
Para encontrar o número correspondente à FRONTE DIREITA, some os dois números já obtidos (9 e 10). O resultado obtido é 19, que reduzido, dá 10 (1+9=10).
Para encontrar o número correspondente à FRONTE ESQUERDA, some os três números já obtidos: 10+9+10 = 29. Como o resultado (29) é superior a 16, o número de odus básicos, reduza-o: 2+9=11.
Para encontrar o número correspondente ao CENTRO DA CABEÇA, some os quatro números já obtidos 10+9+10+11 = 40, que reduzido dá 4 (4+0 = 4).
Escreva o resultado no meio da cruz:


O babalorixá Ângelo d´Osayin esclarece que os odus mais importantes para a orientação da pessoa são os da testa, que reflete sua vida material, e o do centro da cabeça, que reflete seu caminho espiritual. Os outros três odus equilibram e harmonizam as energias individuais, complementando as informações dos odus da testa e do centro da cabeça.



Os 16 Odus originais ou principais, seus nomes, representação em Ifá, ordem de chegada no Àiyé (Terra) e ordem de caída para consulta ao Oráculo.


Opon Meridilogun Orossi - foto by Toluaye



1. OKANRAN MEJI

Regente: Exu
Elemento: Fogo
Pessoas com esse odu são inteligentes, versáteis e passionais, com enorme potencial para a magia. Seu temperamento explosivo faz com que raras vezes atuem com a razão. Têm sorte nos negócios. No amor, extremamente sedutoras, são muito inconstantes e mentem com facilidade. As mulheres têm como ponto vulnerável o útero.


2. EJIOKO MEJI








Regente: Ogum com influências dos Ibejis e de Obatalá
Elemento: Ar
Pessoas com esse odu são intuitivas, joviais, sinceras e honestas. Revelam grande combatividade, mas não sabem conviver com derrota. Apesar de volúveis no amor, são muito ciumentas. Devem controlar obstinação e ter cuidado com a vesícula e com o fígado, seus pontos vulneráveis.

3. ETAOGUNDÁ MEJI













Regente: Obaluaiê com influência de Ogum 
Elemento: Terra
Pessoas com esse odu em geral veem seus esforços recompensados. Costumam vencer na política e conseguem obter grandes lucros nos negócios, particularmente nas atividades agrícolas, mas podem sofrer desilusões no amor e traições dos amigos. Emocionalmente inconstantes, estão propensas a ter problemas espirituais e físicos, embora na maioria dos casos consigam se recuperar com facilidade de qualquer doença. Seus pontos vulneráveis são os rins, as pernas e os braços.

4. IROSSUN MEJI

















Regente: Oxóssi com influências de Xangô, Iemanjá, Iansã e Egun
Elemento: Terra
Pessoas com esse odu são generosas, sinceras, sensíveis, intuitivas e místicas. Têm grande habilidade manual e podem alcançar sucesso na área de vendas. 
Entre os aspectos negativos estão a tendência a sofrer traições amorosas e a propensão a acidentes. Muitas vezes são vítimas de calúnias e da perseguição dos seus inimigos. Também precisam cuidar da alimentação, pois seu ponto vulnerável é o estômago.

5. OXÊ MEJI








Regente: Oxum com influências de Iemanjá e Omulu 
Elemento: Água
Pessoas com esse odu têm "mão de magia", força e proteção espirituais, religiosidade e uma inclinação especial para o misticismo e as ciências ocultas. São ótimos professores e se destacam em qualquer atividade que exija liderança, mas precisam aprender a controlar sua vaidade e seu egocentrismo. Outro aspecto negativo é a tendência a se vingar quando estão com raiva. Seus pontos vulneráveis são o aparelho digestivo e o sistema hormonal.


6. OBARÁ MEJI















Regente: Xangô com influências de Exu, Iansã, Oxóssi, Ossain e Logunedê
Elemento: Fogo
Pessoas com esse odu têm grande proteção espiritual e costumam vencer pela força de vontade, especialmente em profissões relacionadas à justiça. Mas são com frequência vítimas de calúnias e não têm sorte no amor. Devem aprender a silenciar sobre seus projetos e a determinar por onde começá-los. Seu ponto vulnerável é o sistema linfático.

7. ODI MEJI

Regente: Obaluaiê com influências de Exu, Oxalufã e Oxumarê 
Elemento: Terra
Pessoas com esse odu são ambiciosas e costumam ser bem sucedidas na sua profissão, mas a indecisão as leva a não concluir muitos dos seus projetos. Quando a fé as impulsiona, porém, ultrapassam todas as barreiras. Sonham com o poder e adoram se divertir; às vezes, provocam enormes confusões. Não têm sorte no amor. Seus pontos vulneráveis são os rins, a coluna e as pernas.

8. EJONILÊ MEJI

















Regente: Oxaguiã com influências de Xangô, Oxum e Oxóssi 
Elemento: Ar
Pessoas com esse odu são dedicadas e honestas e levam uma vida quase sem sofrimentos. Mas estão sujeitas a acidentes graves. Amam com intensidade e têm amizades sinceras. Quando são repudiadas ou sofrem uma traição, podem se tornar vingativas. Devem evitar o consumo de álcool e de carne vermelha e se vestir de branco nas sextas-feiras. Seu ponto vulnerável é o sistema nervoso central.

9. OSSÁ MEJI

















Regente: Iemanjá com influências de Xangô, Ossanha, Oxóssi e Iansã 
Elemento: Água
Pessoas com esse odu são líderes natas, mas seu autoritarismo lhes cria sérios problemas, inclusive conjugais. O instinto protetor e a religiosidade também as caracterizam. Seus pontos vulneráveis são os conflitos psicológicos e, no caso das mulheres, os problemas ginecológicos.

10. OFUN MEJI
















Regente: Oxalufã com influências de Xangô e Oxum
Elemento: Ar
Pessoas com esse odu são inteligentes, fiéis e honestas, capazes de dedicar atenção total ao seu amor. Têm amigos sinceros e elevada espiritualidade. Em contrapartida, mostram-se muito teimosas e tendem a sofrer perseguições e desilusões amorosas. Seus pontos vulneráveis são o estômago e a pressão arterial.


11. OWARYN MEJI















Regente: Iansã com influências de Exu, Ossain e Egum 
Elemento: Fogo
Pessoas com esse odu têm imaginação fértil, boa saúde e vida longa, mas as más influên-cias e a falta de fé as levam a enfrentar dificuldades materiais e a só alcançar o sucesso depois de grandes sacrifícios. São muito volúveis no amor. As mulheres geralmente fracassam no primeiro casamento, mas acabam encontrando a felicidade. Devem evitar a bebida e outros vícios. Seus pontos vulneráveis são a garganta, o sistema reprodutor e o aparelho digestivo.

12. EJI-LAXEBARÁ















Regente: Xangô com influências de Logunedê e Iemanjá 
Elemento: Fogo
Pessoas com esse odu têm o dom de convencer os outros. Dotadas de grandes qualidades espirituais, são bondosas, justas e prestativas, embora às vezes se mostrem arrogantes. Apaixonam-se com facilidade e são muito ciumentas. Devem evitar bebida e podem ter problemas judiciais ou relacionados à perda de bens. Seu ponto vulnerável é a circulação sanguínea.
















Regente: Nanã com influência de Obaluaiê
Elemento: Terra
Pessoas com esse odu aceitam com resignação os sofrimentos físicos, emocionais e espirituais, conscientes de que todas as situações da vida são transitórias. Além disso, sua profunda fé termina por lhes assegurar vitória. Não têm muita sorte no amor. Dotadas de "mão de cura", se destacam nos serviços médicos e de assistência psicológica e nas terapias alternativas. Seus pontos vulneráveis são o baço e o pâncreas.

















Regente: Oxumarê com influências de Ossanha e Nanã
Elemento: Água
Belas e sensuais, as pessoas com esse odu têm aparência juvenil e forte poder de sedução. Vivem paixões arrebatadoras mas passageiras e estão sempre em busca de novos amores. Possuem talento para a magia e enorme força espiritual, que se manifesta através do olhar. Enriquecem com facilidade e se destacam na vida profissional e social, mas são desconfiadas e propensas a ter conflitos psíquicos. Seu ponto vulnerável são as articulações que podem lhes causar problemas de locomoção.


















Regente: Obá com influências de Euá
Elemento: Água
Pessoas com esse odu são valorosas, combativas e imparciais, mas costumam sofrer desilusões amorosas, o que acentua sua agressividade e seu sentimento de rejeição. Têm saúde frágil: estão sujeitas a problemas nos olhos, ouvidos e pernas e a distúrbios do sistema neurovegetativo.



Regente: Ifá 
Elemento: Ar
Calmas, racionais e espiritualizadas, as pessoas com esse odu têm domínio sobre suas paixões. São excelentes nas áreas de vendas e de artesanato, mas desistem facilmente dos seus projetos e perdem o interesse por aquilo que já conquistaram. Estão sujeitas a problemas cardiovasculares, psíquicos e de visão.
 

Fonte dos textos: Wikipédia e Lígia Amaral Lima para Revista Destino - Ano de 1998 - Ed.Globo. 
Imagens: Wikipédia - Desenhos dos orixás por  Carybé

segunda-feira, 5 de novembro de 2012

Talismãs, Pantáculos e Braceletes: proteção divina?


imagem: Braceletes de Lygia Durand

Semana passada o programa Sem Censura trouxe um tema que é bem a cara do Brasil, a manifestação da fé através da arte.
Fiquei encantada com os braceletes criados por Lygia Durand (ainda que sejam caríssimos) e com a simplicidade e delicadeza das esculturas em papel, criadas por Mário Luiz. 

As entrevistas podem ser vistas nos links abaixo: 
http://youtu.be/fjEWSeKRAJc?t=59m10s

Após assistir as entrevistas, me peguei pensado na necessidade que temos de ter algo ao alcance das mãos, um objeto que nos "ligue" ao mundo invisível.
Muitos de nós, consciente ou inconscientemente, carregamos algum objeto como um talismã para a nossa proteção.
Talvez um terço, um japamala, uma imagem de um santo em um pingente, uma reza, um mantra ou um anel, que nos acompanha e dos quais podemos lançar mão num momento de aflição e necessidade.
Saindo da divagação, vim para a Internet e procurei  saber um pouco sobre os talismãs e sua origem.
Acabei encontrando muita bobagem é verdade, mas em meio a isto achei algo bem interessante que são os pantáculos.
De certa forma, o que li sobre os pantáculos e os talismãs em geral, serviram para confirmar que, embora este costume de ter algum objeto como forma de ligação com o divino e que muitas vezes é tido como algo obsoleto ou coisa de gente ignorante, é tão antigo, e comum em várias culturas, independentemente do credo religioso.

Então, vamos aos significados: 

Segundo a Wikipédia, a palavra talismã vem do árabe Tilasm, e da palavra grega Teleo que significa "consagrar".
"Os talismãs são objetos que se caracterizam como símbolos criados desde tempos remotos pelo Homem, com o objetivo de expressar o que se encontra na esfera criativa do inconsciente humano e no ambiente em que o indivíduo se desenvolve.
Estes artefatos podem ser meros instrumentos de proteção, paz, energias benéficas, atuando assim como amuletos, confeccionados com matéria-prima natural ou com uma mistura deste recurso com elementos artificiais.
Normalmente as pessoas procuram no talismã algo que represente uma solução para seus problemas afetivos, financeiros, de saúde, entre outros. Buscam-se então representações luminares, protetoras, enérgicas, que combatam as sombras e, além disso, tragam benefícios para o organismo, a vida social, a esfera emocional, entre outros campos da existência humana".(*)

Pantáculo da Lua

Pantáculos são todos os símbolos que possuem um significado de natureza mágica ou esotérica. Não confundir com pentáculos que possuem um significado mais restrito. Os ocultistas consideram como pentáculos apenas a estrela de cinco pontas, chamada de Pentagrama, e o Tetragrammaton, desde que devidamente envolvidos com um círculo. Os pantáculos quando gravados em um talismã, dão a este uma suposta capacidade de irradar as forças do Cosmos, atribuindo-lhe um aspecto ativo, diferentemente do amuleto e do simples talismã. A palavra Pantáculo, de origem grega, é composta por pan-, que significa "tudo", e -kleo, que significa "honra", ou mesmo, "renome".


Veja mais em:
http://www.ocaminhodomeio.com.br/pantaculos/index.html




Conheça os pantáculos dos planetas em:
http://sacred-texts.com/grim/kos/kos24.htm

O livro acima pode ser lido em:

(*)Texto de Ana Lúcia Santana no site - www.infoescola.com/religiao/talisma/


domingo, 4 de novembro de 2012

Talismãs Cristãos

Na Idade Média, os soldados que participavam das Cruzadas - expedições guerreiras à Palestina para libertar os Lugares Santos do domínio muçulmano - costumavam trazer um símbolo, em forma de escudo e contendo uma cruz, costurado por dentro do uniforme, na altura do peito. Eles acreditavam que esse talismã os protegia dos ataques do inimigo, deixando bem longe a morte e o sofrimento.
Esse símbolo não impediu a derrota dos cruzados diante dos exércitos muçulmanos. Mas a verdade é que os talismãs do cristianismo podem mesmo ajudar as pessoas a se defenderem contra as formas de negatividade, dando-lhes ânimo, saúde e sorte: há muitos séculos eles são símbolos de poder, força e proteção, e não apenas no plano espiritual.
A seguir, você vai conhecer alguns desses símbolos.

Santa Trindade
As três cruzes representam as personagens da Trindade: o Pai, o Filho e o Espírito Santo. Esse talismã ajuda a atrair todos os tipos de bênçãos e nos dá forças para vencer demandas, dificuldades, doenças, enfim, o mal em todas suas manifestações.

Triângulo Divino
Simboliza o caminho da perfeição. Ajuda a afastar os maus espíritos da Terra e dos outros planos e a combater as forças infernais. Pode ser usado quando queremos alcançar um objetivo, em qualquer setor da nossa vida.


Monograma de Cristo
É composto das duas primeiras letras gregas do Seu nome. É um símbolo do triunfo e proporciona proteção para se alcançar qualquer graça. Tem o poder de nos poupar dos inimigos e das turbulências, além de favorecer uma boa saúde e de ajudar no restabelecimento dos enfermos.


Candeia das Catacumbas
A candeia das catacumbas simboliza a vitória da luz sobre as trevas: é a palavra de Cristo dissipando todas as sombras. Trata-se de um talismã de proteção contra todos os inimigos, visíveis ou invisíveis, da Terra ou do além.



Signo de Maria
Este símbolo traz as letras que representam as qualidades associadas à Virgem Maria. Permite conquistar as bênçãos da mãe de Jesus e protege contra os maus espíritos, as assombrações, a insônia, os terrores noturnos e a violência. É especialmente indicado para as crianças.

O Leão Alado
Atributo do evangelista São Marcos, o Leão Alado simboliza a coragem, a intrepidez e o poder. Ajuda a se livrar dos inimigos implacáveis, atua contra as grandes calamidades e dá proteção contra todos os perigos.

O Touro Alado
Atributo do evangelista São Lucas, simboliza o trabalho, a força e a fertilidade. Atrai prosperidade, ajuda a superar desafios profissionais e favorece os casais que desejam ter filhos.

Os 3 Reis Magos
Gaspar, Melchior e Baltazar, os três reis magos vindos do Oriente, se prostram diante da estrela miraculosa e seguem para Belém, a fim de ofertar seus presentes ao menino Jesus. É um talismã poderoso no combate à epilepsia e às doenças nervosas.

Anjo da Justiça
Atributo do evangelista São Mateus, simboliza a justiça e a pureza. Ajuda a obter a vitória em casos de litígio e permite superar ofensas e acusações sem fundamento. Carregue-o do lado direito do peito, para triunfar sempre.

A Águia

Símbolo das altas ciências, das buscas espirituais e da inteligência, a águia é um eficaz talismã de proteção, que deve ser usado principalmente pelos médicos, juízes e sacerdotes.

Adonai
Simboliza o poder infinito de Deus. Protege contra os grandes perigos, afasta o desespero e a morte e dá forças nos momentos de grande conturbação.

Eloim
Esse talismã simboliza Deus cumulando seus filhos de bênçãos e riquezas. Favorece a harmonia familiar e o bem-estar das mulheres e crianças. Também atrai a fortuna e beneficia as transações comerciais.

Pentagrama
O pentagrama é o símbolo da força e do poder. Ajuda a combater todos os males, a superar desafios e a enfrentar as tentações demoníacas. Protege contra as intrigas e calúnias.

Cordeiro
Ajuda a combater as enfermidades dos homens e dos animais, graças à misericórdia de Deus, e auxilia nos trabalhos espirituais.

Amor Puro
É o símbolo do amor que se manterá eterno. Ajuda a conservar a solidez de um relacionamento amoroso, de uma amizade ou de um sentimento de fé.

Escudo
No centro, uma cruz sobre um escudo num vitral. Esse talismã preserva seu portador em tempo de guerra ou de distúrbios da ordem pública, ajudando-o a escapar das agressões dos inimigos.

A Cruz
A cruz escura simboliza a vida repleta de sofrimentos e a provação necessária pela qual passam as grandes almas. É um talismã que dá forças para suportar o inevitável, amenizando a dor e a tristeza, sob qualquer forma.


Santa Hóstia
Permite ganhar o pão de cada dia por meio do trabalho honesto, com tranquilidade e boa saúde, mas não promete riqueza fácil. Protege das situações desgastantes e do fracasso.


O Cálice e a Pomba
Simboliza a limpeza e a pureza do corpo. Ajuda a curar todas as doenças que atingem a superfície da pele.

Flor-de-Lis
Esse talismã ajuda a despertar o sentimento de perdão. Permite substituir os maus pensamentos por idéias positivas, as trevas por luz, o ódio por amor.


Chamas Ardentes
Esse talismã é uma arma contra os inimigos mais poderosos. Afasta os malefícios, o mau-olhado  e os perigos ocultos. Proporciona tranquilidade e bem estar.


O Olho de Deus
Um olho no centro de um triângulo, cercado pelas letras que compõem o nome Rafael (em hebraico). É um talismã de poder universal, que atrai todas as coisas boas e afasta todos os perigos.


Fonte do texto e das imagens: Revista Destino 1998
As imagens foram retiradas do site: 
http://www.lyndha.com/talismas/cristaos.htm
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