terça-feira, 14 de agosto de 2012

Mirella Faur em Belo Horizonte dia 18 de Agosto/2012


Mirela Faur -Teia de Thea
No dia 18 de agosto, sábado, às 10h, a Casa das Matryoshkas (Av. Cristóvão Colombo, 550, sala 409 – Savassi – BH – MG), traz a Belo Horizonte, Mirella Faur. 
A escritora romena realiza palestra e lança o livro “Círculos Sagrados para mulheres contemporâneas” – práticas, rituais e cerimônias para o resgate da sabedoria ancestral e a espitualidade feminina (Editora Pensamento).
O evento gratuito, com vagas limitadas, tem inscrições via telefones (31) 9537-2226 e (31) 9981-8084.

MIRELLA FAUR
Mirella Faur é de origem romena, naturalizada brasileira, estudiosa e praticante das antigas tradições místicas, mágicas e oraculares, empenhada na reverência e divulgação de princípios e valores espirituais ancestrais para as mulheres contemporâneas. Autora dos livros “O Anuário da Grande Mãe. Guia prático de rituais para celebrar a Deusa” (Ed. Gaia), “O Legado da Deusa. Ritos de passagem para mulheres”, (Ed. Rosa dos Tempos), “Mistérios Nórdicos. Mitos. Runas. Magias. Rituais” (Ed. Pensamento), Ragnarök.O crepúsculo dos Deuses. Uma introdução à mitologia nórdica (Ed.Cultrix), além de artigos em várias publicações nacionais e estrangeiras, Mirella é conhecida pela sua dedicação na senda da Sacralidade Feminina. Em Brasília, onde residiu durante vinte e dois anos, iniciou e desenvolveu um trabalho pioneiro promovendo celebrações públicas dos plenilúnios e da Roda do Ano, realizando diversos ritos de passagem e jornadas xamânicas. Criou vários grupos de estudo e dirigiu círculos sagrados femininos, orientando igualmente a formação e condução de grupos em outras cidades. Inspirada na mitologia celta, nórdica, greco-romana, oriental, afro-brasileira e nativa norte-americana, Mirella atua como uma catalisadora da Tealogia adaptada para as mulheres do Brasil por meio dos seus livros, palestras e vivências.

O LIVRO: 
Em Círculos Sagrados Femininos, Mirella Faur compartilha suas experiências e amplos conhecimentos sobre a formação, condução e preservação de um círculo cerimonial vivencial. Além de suas próprias vivências com grupos de mulheres durante os últimos quinze anos, ela menciona relatos e aprendizados de outras autoras ligadas ao movimento internacional do sagrado feminino e dos vários modelos de círculos.Redigido de forma didática e permeado por orientações práticas, rituais, celebrações e meditações, esta publicação pioneira e amplamente documentada fornece um precioso material informativo para as mulheres interessadas em iniciar, ampliar ou aprofundar as vivências circulares.São apresentadas diretrizes e premissas básicas para formar e preservar um círculo sagrado, organizar reuniões, resolver problemas e conflitos, avaliar e reformular objetivos e integrar a consciência de solidariedade e parceria no cotidiano. Uma grande parte do livro aborda aspectos ritualísticos e cerimoniais, descrevendo a jornada iniciática, os “Mistérios do sangue”, arquétipos e fases lunares, a conexão com a Mãe Terra, as celebrações dos plenilúnios e das Matriarcas na lua cheia e negra e de cerimônias na Roda Sagrada.O livro também contém inúmeras correspondências ocidentais, xamânicas e astrológicas - com os respectivos diagramas - além de sugestões para a celebração dos Festivais da Roda do Ano, com enfoque inédito e feminino, para diversificar e adaptar as habituais recomendações de autores tradicionais à realidade brasileira.

Saiba mais: 
O círculo é um símbolo universal da unidade e totalidade, um padrão energético fundamental e natural. O universo é composto de ciclos e círculos, cósmicos e telúricos, entrelaçados e interagindo em um eterno movimento. Devido à sua natureza cíclica, a mulher é receptiva e facilmente alinhada com os ensinamentos espirituais, mágicos e práticos do círculo, podendo se integrar e colaborar na criação de uma nova mentalidade - de parceria, crescimento e expansão – pessoal e coletiva.Em um círculo sagrado as mulheres criam um espaço seguro e protegido para se conectarem aos profundos mistérios da espiritualidade feminina. Elas lembram e praticam antigos rituais, descobrem e manifestam seu potencial inato, harmonizam e fortalecem a auto-expressão, compartilham riso e choro, dança e canções, tecendo uma teia de apoio, solidariedade, confiança e amor, curando assim antigas feridas da alma feminina.Neste momento de profundas mudanças planetárias, os círculos sagrados femininos oferecem novas formas de pensar, ser, agir e interagir, reavivando o espírito da comunidade e parceria em uma estrutura isenta de hierarquia. No círculo, as mulheres modernas resgatam a ancestral conexão com as energias, ciclos e elementos naturais, celebram os pontos de mutação da Roda do Ano, vivenciam e reverenciam o retorno à Deusa e à Mãe Terra. Mudando prioridades e valores ultrapassados as práticas circulares ampliam a percepção sutil e expandem a visão, acelerando a evolução espiritual no nível individual e grupal. Ao perceber e descartar os vestígios do “patriarcado interior”, as mulheres conscientizam-se da sua condição de Filhas da Mãe Divina e empenham-se em viver e divulgar os princípios da sacralidade feminina, que têm como fundamento o poder do amor e o respeito por todas as formas de vida.



CASA DAS MATRYOSHKAS
A Associação Casa das Matryoshkas foi concebida com os objetivos de promover o estudo, a conscientização e a reflexão sobre temas relacionados à energia do sagrado feminino, além de propiciar o resgate e a divulgação das tradições, da cultura, do folclore, dos mitos e das lendas da Rússia e dos países situados na região do leste da Europa. Por meio de cursos livres, círculos sagrados de mulheres, palestras, seminários, oficinas, grupos de estudos, de reflexão e de meditação, a Casa das Matryoshkas busca realizar seus objetivos, conscientizando as pessoas acerca da existência da força transformadora que permeia todo o Universo, capaz de modificar positivamente o mundo.A Casa das Matryoshkas incentiva e apoia, ainda, a divulgação de artigos, textos e livros de focalizadores e estudiosos, de eventos e exposições que cuidem de temas pertinentes e relacionados a seus objetivos, além de viagens de cunho cultural e de estudos sobre os assuntos também correlatos.
CONHEÇA:


domingo, 12 de agosto de 2012

Amor verdadeiro



Cordeiro malhado é "adotado" por dálmata na Austrália  
Pelagem do filhote se assemelha às manchas da raça canina

foto: ReproduçãoThe Sun
As manchas de um cordeirinho acabou resultando em um curioso laço familiar em um rancho no sul da Austrália. Zoe, uma dálmata que pertence à família Bolton, criadores da raça, acabou “adotando” o animalzinho, que havia perdido a mãe.
O cordeirinho, que ainda não tem nome, possui uma pelagem que se assemelha à dos dálmatas, o que poderia justificar a afinidade dos animais de espécies diferentes. “Onde quer que Zoe vá, o cordeirinho vai logo atrás”, declarou Julie Bolton, dona dos bichos ao jornal The Sun. “Uma vez que a mãe não possui filhotes, ela está realmente limpando e criando o cordeirinho”, continuou a criadora.
O casal ficou surpreso ao ver que o cordeirinho havia nascido malhado. “Ele é realmente pintado. Manchas pretas sobre uma pelagem branca, como os dálmatas”, disse Julie ao jornal. O animal é um cruzamento entre a raça White Dorper e um mestiço entre Dorper e Van Rooy, o que explicaria o padrão em seu pelo. 
Segundo especialistas entrevistados pelo The Sun, não haveria relação entre a semelhança entre as espécies e o laço formado entre Zoe e o cordeiro. “Não é incomum espécies diferentes se relacionarem desta forma, mas esse caso em particular é interessante pois os animais se parecem”, explicou a Dra. Susan Hazel, especializada em comportamento da Universidade de Adelaide. Seria o surgimento de um Cordálmata? É ver para crer!

sábado, 11 de agosto de 2012

Nado Sincronizado - Esther Williams


Nos últimos dois dias andei vendo uma das modalidades mais belas desta e talvez de todas as outras Olimpíadas: o nado sincronizado.
Aqui abro um parêntese para acrescentar uma breve informação sobre este esporte:

A origem do nado sincronizado é um pouco incerta, acredita-se que ele tenha surgido de acrobacias simples na água e que com a evolução delas, teria originado o ballet aquático (um pequeno esboço do que hoje é chamado de nado sincronizado) essa modalidade dotada de extrema plasticidade de movimentos foi ganhando espaço, se aperfeiçoando, até se tornar um esporte oficial. Wikipédia

Voltando ao que me trouxe aqui, entre uma equipe e outra, além da beleza do conjunto, dos belos movimentos e da surpresa e encantamento que os mesmos me provocam, acabei  recordando os tempos em que a "Sessão da Tarde" exibia os filmes da encantadora Esther Williams.
Abro, aqui mais um espaço para esta informação: 
imagem:belasatrizesdomundo.blogspot.com.br
Esther Jane Williams, nasceu em Inglewood, Califórnia em 08 de Agosto de 1923.
Faleceu em  06 de Junho de 2013.
Filha mais nova de uma família pobre de cinco filhos, Esther começou a nadar desde criança em piscina pública de sua cidade natal. 
Antes de entrar para o cinema, Williams, entusiasta de natação, foi campeã do esporte na Feira Mundial de San Francisco (EUA).
Em 1940 foi descoberta pela Metro Golden Mayer, produtora com a qual assinou contrato. Ao lado de Mickey Rooney no filme Andy Hardy’s Double Life estreou no cinema aos 20 anos de idade, e em 1944 ao atuar em Escola de Sereias (Bathing Beauty) ao lado de Red Skelton, alcançou finalmente o estrelato, passando a figurar entre as grandes atrizes da MGM.
Foi eleita uma das estrelas de maior público em 1950, além de ser considerada a Sereia de Hollywood e a rainha dos filmes musicais dos estúdios MGM, invariavelmente em espetáculos aquáticos.
Em 1952, Esther estreou um dos seus maiores sucessos de bilheteria, A Rainha do Mar (Million Dollar Mermaid), uma história real na qual a atriz vivia o papel da própria Annette Kellerman.Wikipédia

Bom na realidade, meu objetivo aqui, é apenas e tão somente recordar os "bons tempos" e, dizer o mais importante de tudo: como é bom podermos admirar nosso semelhante pela capacidade que cada um de nós tem de encantar, divertir e ultrapassar limites com o talento que Deus nos deu.
Te convido então a assistir trechos de: Jupiter's Darling de 1955 e um mix de cenas com Esther chamado Princess Mermaid.
Divirta-se!



fonte do logo:http://fulltwist.net/london-2012-365-days-to-go/

sexta-feira, 10 de agosto de 2012

Como a Roda de Cura nos ajuda a ter uma vida mais plena?

fonte da imagrm:http://www.astromark.us/medicine.htm 

Como a Roda de Cura nos ajuda a ter uma vida mais plena?
tradução de Silvana Pereira

Nossa felicidade é produzida, não por condições exteriores, mas por nossas percepções e pensamentos sobre nossa vida e o que acontece conosco. Os outros não nos deixam nervosos ou felizes, mas nossas reações aos eventos sim.

Para entender o significado da Roda de Cura, nós precisamos voltar no tempo e quando a maior parte das nações indígenas estavam constantemente em guerra umas com as outras. As tribos estavam obcecadas em eliminar seus “inimigos”. Então uma mudança dramática na percepção aconteceu, e a paz foi estabelecida, a qual durou por um período de 150 a 200 anos. Esta longa trégua foi o resultado do grande Chefe Iroquois, mais tarde se tornar Hiawatha, que impulsionou as tribos a pararem com a loucura de irmão matar irmão, e formar uma aliança, a qual veio a ser conhecida como a Confederação das Nações. A confederação reconheceu que os povos Indígenas eram mais parecidos do que diferentes. Mesmo que falassem dialetos diferentes, eles tinham as mesmas crenças básicas e seguiam tradições similares.

Uma parte importante desta transformação foi a Roda de Cura, a qual foi colocada na frente de cada Tepee, e decorada com símbolos especiais, cores, e pedras, para que as pessoas que entrassem na tribo soubessem sobre seus habitantes. A Roda era um reflexo das forças e fraquezas individuais, e deu as pessoas orientações para seguir o crescimento pessoal. Ela (a roda) disse ao povo o que eles precisavam aprender e o que eles precisavam ensinar. Foi ordenado que todos trabalhassem consigo mesmos, ou senão deixassem a tribo. Após varias gerações deste trabalho, as pessoas perderam o conceito de culpar e da raiva. Isto, por sua vez, resultou no mais longo período de paz da historia moderna.

O irmão Águia Elevada, do Arizona, explica o poderoso impacto da Roda de Cura: “Se você disser, “Alguém pode deixa-lo com raiva?” você diria sim. Mas na realidade, isto é totalmente impossível. Você escolhe ficar com raiva pela forma como processa o evento. Isto é algo que você foi ensinado a fazer quando criança. Se você puder imagine que nenhuma pessoa em toda a cidade de Nova Iorque tivesse o conceito da raiva, isto é como foi durante aqueles período de tempo sem guerras antes do homem branco chegar.”

A roda é um circulo dividido por uma cruz para criar as quatro direções – norte, leste, sul e oeste. Um precursor da astrologia, cada pessoa é representada de alguma forma dentro daquele circulo, dependendo da sua data de nascimento. A colocação é associada com uma lua especial, animal de poder, planta medicinal, cor e mineral.

Fonte em português:
http://www.osarcturianos.com/Blog/news/2011/12/17/4fb8a412-ab15-4a1d-b033-162941acf8f3.aspx
Publicado originalmente em inglês em:
http://www.native-americans-online.com/native-american-medicine-wheel.html

quinta-feira, 9 de agosto de 2012

Kamadhenu - Gaumata - Vaca Sagrada



A vaquinha é a mantenedora do próprio Dharma. Ela mantem todos os Devas e devotos. Cada parte do corpo da vaquinha tem uma representação divina. Os Vedas, os semideuses, o sol, a lua, os Himalayas, etc. 
Krsna diz que pode ser adorado dentro da própria vaca por se alimentá-la com palha e outros grãos apropriados. 


No entanto contrariamente na cultura bárbara Mleccha, eles dividem o corpo da vaquinha com outros propósitos...

Simbolismo na  religião e na mitologia

A vaca / touro ocupam um lugar especial na cultura hindu. A reverência ao animal tem sido um dos temas centrais do Hinduísmo, desde os tempos antigos.
A vaca é equiparada a uma mãe daí então, vem a expressão 'Gaumata'.

Na mitologia hindu, Kamadhenu, a vaca dos desejos celestiais, é vista como a mãe de todos os deuses. Acredita-se que ela poderá conceder qualquer desejo a um verdadeiro buscador.

Como Nandi, o touro sagrado representa o veículo de Shiva.
imagem:Shiva and Parvati seated on Nandi.
Como Gaumata, a vaca divina alimenta o Senhor Krishna.

Esta deusa galáctica vive no céu emergindo do oceano de leite no momento da criação do néctar da vida ou Samudra Manthan.
Do leite que saiu das tetas da vaca cósmica, formaram-se quatro rios, que deram vida ao Jardim do Éden.
Omega foundation

KAMADHENU 
A VACA SAGRADA

"SARVE DEVAAH STHITA DEHE SARVA DEVAMAYEEHI GAOU" 


Este verso, em Sânscrito, extraído do Mahabharata diz que todas as deidades residem no corpo de uma vaca. Conseqüentemente a vaca em si mesma é como uma deidade. Algumas das várias partes do corpo da vaca em que as deidades e os elementos residem são as seguintes (*):

Cartaz que condena o consumo de carne bovina, Kamadhenu, a vaca sagrada é descrita como contendo várias divindades dentro de seu corpo.

1) Nos chifres da vaca, está Brahma, o criador

2) Na cabeça, está a Deidade Indra

3) Na testa, está a Deidade Agni (fogo)

4) No colar, está a Deidade Yama

5) No cérebro, está a Deidade Lua (Chandra)

6) No maxilar superior, está  a maior autoridade Dyuloka

7) No maxilar inferior,  está a Terra (Bhumi)

8  Na língua, está o relâmpago

9) Nos dentes, está a Deidade Marut

10) Na garganta, está a Constelação de Revatee

11)  No ombro, está a Constelação de Kritka

12) No ossos do ombro, está o verão

13) Em todos os órgãos da vaca, está a Deidade Vaayu (vento)

14) O Céu, é o mundo ao qual pertence a vaca

15) Na espinha dorsal, está  a Deidade Rudra

16) No peito, está a águia

17) É o Poder e a Força da Vaca,  o espaço

18) Palpite ou pressentimento da Vaca, o sábio Vrihashpati 

19) Nos ossos do tórax, é uma estância chamada Vrihatee

20) Nos quadris, estão os  anjos e as fadas

21) Nos ossos das costelas, as anfitriãs dos anjos e das fadas

22) Nos ombros, a Deidade dos oceanos Varuna

23) Nas pernas da frente, os sábios Tvashta e Aryama

24) Nas perna de trás - o destruidor Mahadeva ou Shiva

25) Na parte traseira da vaca, a esposa da Divindade Indra

26) A calda, A cauda, a Divindade Vaayu

27) Nos pêlos do corpo, o sábio Pawamana

28) Nas nádegas,  as castas Brâmane  e Kshatriya

29) Nas coxas, está força da vaca

30) Nos ossos dos joelhos, a Deidade do ​​Sol (Surya) e o Criador

31) Os Bezerros da vaca, estão os seres celestiais Gandharva

32) Nos ossos menores, estão os seres celestiais Apsaras

33) Nos cascos da vaca,  está a mãe do Sol, Aditi

34) No coração, a mente

35) No fígado da vaca, a inteligência

36) No nervo, "Puritat"  voto religioso de Vrata

37) Na barriga, a fome

38) Nos intestinos, a Deusa Saraswati

39) Na parte interna dos intestinos, as montanhas

40) No óvulo, a tristeza (Manyu)

41) Nos órgãos dos sentidos, os assuntos e as pessoas (Praja)

42) No ovário, o rio

43) Nas tetas, a Deidade Varuna

44) Nas células das tetas que produzem leite, as nuvens trovejantes

45) No couro, o poder que a tudo penetra

46) Nos cabelos do corpo da vaca, vários medicamentos

47) No ânus,  o paraíso e os seres celestiais Devagana

48) No intestino, o homem

49) No estômago,  o ser celestial Yaksha 

50) Nos rins,  a raiva

51) No Sangue, o demônio Rakshasha

52) Sua aparência,  representa a Constelação

53) No estômago, os outros seres vivos

54) Sua brutalidade, é o céu

55) Na medula óssea, está a morte

56) É como o fogo, quando está sentada

57) É a Deidade Ashwinee Kumar, quando levanta-se

58) É a Deidade Indra, quando está de pé, voltada para o Leste

59) É o Senhor da morte Yamaraja, quando está de pé, voltada para o Sul

60) É o Criador  Brahma, quando está de pé, voltada para o Oeste

61) É o Deus Sol, quando está de pé, voltada para o Norte

62) É a Deidade Lua, enquanto está pastando

63) É amiga, enquanto está olhando

64) É a Pura Alegria, enquanto ela está regressando (**)



Fontes:http://www.culturavedica.com.br/vacasagrada.htm (*)
http://mantrashlokas-madhuri.blogspot.com.br/2011/07/sarve-devaah-sthita-dehe-sarva.html (**)



quarta-feira, 8 de agosto de 2012

Johnny Cash - Solitary Man

Aqui no Brasil, a bela canção Solitary Man de Johnny Cash tem sido tocada na novela "Amor Eterno Amor" como tema de Rodrigo Borges, um cara do bem, que tem como um de seus muitos aprendizados e costumes espirituais o xamanismo.
Sem dúvida uma bela canção para alguém que vive solitário mesmo estando rodeado por várias pessoas, sem poder, no entanto, confiar nelas como gostaria pois, ele sabe intuitivamente, quem elas são e o que elas realmente querem dele.


Belinda was mine
'til the time
That I found her
Holdin' Jim
And lovin' him

Then Sue came along, loved me strong,
That's what I thought
Me and Sue,
But that died, too.

Don't know that I will,
But until I can find me
A girl who'll stay
And won't play games behind me
I'll be what I am
A solitary man
A solitary man

I've had it here - being where love's a small word
A part time thing
A paper ring
I know it's been done havin'
One girl who love me
Right or wrong
Weak or strong

Don't know that I will,
But until I can find me
The girl who'll stay
And won't play games behind me
I'll be what I am
A solitary man
A solitary man

Don't know that I will,
But until love can find me
And a girl who'll stay
And won't play games behind me
I'll be what I am
A solitary man
A solitary man

terça-feira, 7 de agosto de 2012

Yoga Tarot


Escrito por Massimiliano Filadoro, o "Yoga Tarot" é conjunto de cartas que combina as posturas do Yoga com as 78 lâminas do Tarot tradicional. 
Criadas por Adriana Farina, as cartas são uma bela mistura de cores fortes junto à temática indiana com um certo ar das histórias em quadrinhos que Adriana colocou muito bem nos traços das figuras presentes neste deck.
Confira algumas dessas simpáticas cartas:


imagem: Arcano VIII - A Justiça
imagm: 9 de  Ouros

imagem: Rainha de Espadas
imagem: 7 de Ouros
imagem: 8 de Copas

Fonte das imagens
(aproveite para conhecer outras mais)
http://intuitiveblogging.wordpress.com/tag/yoga-tarot/
 e
https://picasaweb.google.com/114590290619380516436/YogaTarot

domingo, 5 de agosto de 2012

Ratatouille



O ratatouille é uma receita do século XVIII e pode ser servida quente ou fria, sozinha ou como acompanhamento. Um prato rústico, típico da região da Provença em que se notam influências espanholas e italianas. O nome significa «picar, triturar», mas podemos traduzir também como «ragoût de legumes» ou «prato de berinjelas».
Pequeno Dicionário da Gastronomia

Para preparar o ratatouille não podem faltar nem as berinjelas nem os tomates. Com os restantes ingredientes pode-se lidar mais à vontade. Não são obrigatórios os pimentões e as abobrinhas.

No original francês, "ratatouille" é um substantivo feminino, também chamado de "ragu grosseiro". Sopa de carne ou peixe picados com legumes cozidos longamente em azeite.

"Bom, o significado e a receita foram extraídos da Wikipédia, mas o melhor de tudo isso, pode ser visto aqui".

sábado, 4 de agosto de 2012

Pavão, pássaro sagrado

Há tempos que queria postar aqui alguma coisa sobre o pavão, mas ainda não havia encontrado nada que pudesse expressar minha curiosidade, interesse e admiração por esta bela ave.
Hoje, encontrei no blog Ponto OM este artigo interessante que vale a pena conferir:

 Sacred bird of Yucatan - Vladmir Kush
A ave do Paraíso, o "animal de cem olhos", símbolo da visão de Deus pela alma. Não é só pela impressionante harmonia de suas formas e pela exuberância de suas cores que o pavão é um animal constantemente associado à beleza e à perfeição. É também por seu comportamento altivo e majestoso que o animal conquistou este posto. Mas, além disso, o pavão guarda outros símbolos mais profundos consigo. Antigamente acreditava-se que esta ave (que se alimenta de vermes, insetos, sementes e frutos) seria imune a plantas e animais venenosos, sendo capaz de transformar as toxinas que ingere nas cores radiantes de suas penas.

Pavão indiano - Wikipedia
Na Índia, o pavão já foi considerado um animal sagrado. Quem matasse um deles seria condenado à morte. Hoje esse costume não existe mais, porém dezenas de pavões andam livremente por certos templos hindus e são alimentados pelos sacerdotes. 

fonte da imagem:Darma.info
No budismo tibetano, o pavão simboliza o bodisatva, aquele que transcende os venenos emocionais como a raiva, o ciúme, a inveja e é capaz de viver entre as "pessoas comuns", ajudando-as a alcançar a iluminação, sem se deixar contaminar pelo mundo.
Na Grécia Antiga, o pavão era um dos animais de Hera, deidade que regia o casamento. Eles acreditavam que por essa ligação com a deusa Olímpica, seu corpo não se corrompia após a morte. Tal crença foi inclusive adotada pelo cristianismo até a época de Santo Agostinho. 
Uma curiosidade, é que todo ano, durante o Inverno, as penas do pavão caem para que nasçam outras novas, recuperando seu esplendor durante a primavera. Por este motivo, a ave se tornou símbolo de renovação e mudanças favoráveis, bem como da imortalidade e do renascimento. Os primeiros cristãos adotaram o pavão como símbolo da ressurreição e representaram-no diversas vezes bebendo do cálice eucarístico.
Na China e no Vietnã o pavão é signo de fertilidade e prosperidade. Na tradição sufi, ramo esotérico do islamismo, o pavão possui um importante papel iconográfico. Os sufis contam que quando a Luz se manifestou e o Self (o Eu Superior) viu sua imagem refletida num espelho pela primeira vez, ele viu um pavão com sua cauda aberta. Uma bonita história que tenta traduzir a magnificência e a pureza do Eu Superior através da figura do pavão.

Google images
Os "olhos" na cauda do pavão abrem um leque de interpretações e significados. Ainda segundo o sufismo, eles representam as virtudes espirituais irradiadas pelo Olho do Coração. Já a Teosofia considera o pavão como um “Emblema da inteligência de cem olhos e, também, da Iniciação. É a ave da Sabedoria e do Conhecimento Oculto", segundo o Glossário de Helena Blavatsky. O "olho" da pena do pavão também é associado à glândula pineal, fazendo dela um símbolo sagrado. Ainda hoje essas penas são usadas como talismãs e proteção contra maus espíritos.

O Pavão e as Deusas
De acordo com a mitologia grega, o pavão era o animal de Hera e ganhou suas marcas em formato de olho graças a uma mulher chamada Io. Ela era sacerdotisa de Hera, esposa de Zeus. Zeus se apaixonou por Io e a transformou em uma novilha para protegê-la da ira e do ciúme de Hera. Hera ficou desconfiada e pediu a Zeus que lhe desse a novilha de presente. De posse do animal, Hera incumbiu Argus, homem coberto de olhos, de vigiar Io. Zeus, então, enviou um mensageiro para resgatar a sacerdotisa, matando Argus. Como uma homenagem a Argus, Hera colocou seus "olhos" no pavão.

Saraswati and peacock - Birch Blooms
Saraswathi é a deusa hindu da sabedoria, da fala, da poesia, da música e dos estudos, e é quase sempre representada ao lado de seu pavão, algumas vezes ao lado de seu cisne. Na simbologia de Saraswathi o pavão possui, surpreendentemente, um significado diferente de todos os outros. Com sua linda plumagem, ele representa o mundo em toda sua glória e a ignorância (avidya) advinda da ilusão mundana. Já o cisne, com sua capacidade de separar o leite das águas, representa a sabedoria (viveka) e o conhecimento (vidya). O pavão sentado perto de Saraswathi está ansiosamente esperando para servi-la como veículo. Mas, por seu comportamento imprevisível e seu humor influenciado pelas mudanças do tempo, Saraswathi utiliza o cisne como veículo e não o pavão. Com isso, a imagem tenta dizer que devemos superar a ansiedade e a inconstância para utilizar bem o conhecimento.
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Enquanto procurava por imagens de pavão, encontrei a fonte do texto acima no livro de Carminha Ley "A Sabedoria dos Animais":

quinta-feira, 2 de agosto de 2012

Magnífica arquitetura divina: Santuário de Nossa Senhora da Piedade


O Santuário Nossa Senhora da Piedade, localizado a 48 km da capital mineira e a 16 km do município de Caeté, é um cenário de riquíssima beleza natural, no alto da montanha, a 1746 metros de altitude.
Ideal para a reflexão, oração e o encontro com Deus, o Santuário que abriga a Padroeira de Minas Gerais é propício para quem busca a tranquilidade e a beleza da natureza.

Continue lendo aqui


Faça uma visita virtual, clique no link abaixo





terça-feira, 31 de julho de 2012

Sabores da Índia

Dedico esta postagem a duas pessoas que me ajudam a conhecer e admirar cada vez mais as coisas do oriente: Flor Baez com a " sua" Páprica Doce e  Potira com "sua" Unique India.
Obrigada:)


Confira o segundo programa sobre culinária indiana e especiarias.
O apresentador, Rusty Marcellini, conversa com o cônsul da Índia em Minas Gerais, Élson de Barros, que fala sobre a história dessa culinária e a troca de influências entre os dois países. Em seguida, a equipe do Trilhas do Sabor segue para a cozinha do restaurante Maharaj
Na companhia do diretor executivo da Câmara de Comércio Índia Brasil, Leonardo Ananda, e o chef do restaurante, Virendra Singh, Rusty, confira como é o preparo dos famosos pães indianos, chamado tandoor, com os chutneys.








sexta-feira, 27 de julho de 2012

Simplicidade

fonte da imagem:mfmaroda.blogspot.com

Viva com simplicidade.
Porque complicar as coisas?
Você acabará atrapalhando sua própria vida, porque as complicações nos atrasam.
Seja simples e eficaz.
A simplicidade olha a natureza sem colocar óculos.
Quando puder resolver as coisas sem complicá-las, faça-o em seu próprio benefício.
Busque na simplicidade a solução de todos seus problemas.


Texto de Carlos Torres Pastorino -  do livro Minutos de Sabedoria


quinta-feira, 26 de julho de 2012

Símbolo Universal da Ponte do Arco Iris ao redor da Terra


Este símbolo representa a visão de um futuro positivo:
o amor por nossa Terra e o cuidado para as futuras gerações,
nossa determinação para co-criar a cura para a humanidade,
elevando-nos para novas fronteiras de nosso potencial humano.

Transcendendo todas as fronteiras de raça, cultura, religião e crença,
essa imagem simboliza a unidade, possibilidades ilimitadas,
positividade triunfante, um futuro brilhante e o milagre da vida.



Em mais de 90 países, várias pessoas já aderiram à esta chamada e estão compartilhando a imagem da Ponte do Arco-Íris ao redor da Terra, como um sinal de que estamos prontos para o alvorecer de uma nova era de paz e de harmonia.
Ao exibir esta imagem da Ponte do arco-íris ao redor da Terra estamos colaborando para que tenhamos um futuro mais positivo em todo o planeta.
Coloque esta imagem em sua casa, em seu computador, partilhe com seus amigos e, o mais importante, mantenha essa visão em sua mente e em seu coração.
A Ponte do Arco-Íris em torno da Terra é um símbolo-chave para 21 de Dezembro de 2012 .
Foque neste símbolo como um antídoto para o medo e a confusão que foram  gerados em nossa consciência coletiva pelos falsos rumores do fim do mundo.
Depois de 2012, a Ponte do Arco-Íris ao redor da Terra será o emblema de um Novo Ciclo.


Ao vislumbrar a Terra rodeada pelo arco-íris, estamos invocando a proteção de nosso mundo, reconhecendo que queremos unir nossas forças em torno do globo para co-criar um Novo Tempo baseado na interconexão consciente. Este é um tempo de unificação.
Em um mundo saturado de guerra, medo, dor, sofrimento, desequilíbrios, crises e injustiças de todos os tipos, um futuro positivo para o nosso planeta requer que, coletivamente, afirmemos a realidade de que somos todos Uma Ùnica Família vivendo neste planeta.
Não há diferenças tão grandes entre nós que nos impeçam de trabalharmos  em conjunto para um futuro melhor para todos.


Por favor, compartilhe esta chamada!

Fonte e download para as imagens:

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Planetas de chocolate


Produzidos no Japão, este "quase" Sistema Solar em forma de bombons, digo quase uma vez que, o Sol e Plutão foram simplesmente ignorados, é composto pelos seguintes sabores e planetas:
Mercúrio é de coco e manga

Vênus é de creme de limão

Terra é ganache de chocolate

Marte é de laranja 

Júpiter é de baunilha

Saturno é rum

Urano é de leite com chá de capim limão 

Netuno é de capuccino.

(*)A L’éclat criou bombons com temática espacial. 
A caixa com os oito planetas é comercializada no Rihga Royal Hotel, em Osaka, por 3.200 ienes (cerca de R$ 75). 
A loja é ligada ao estabelecimento e é especializada em chocolates diferenciados para serem comprados como suvenires.



Na linha astronômica, a L´éclat também vende bombons em forma de meteoritos por 3.000 ienes (cerca de R$ 70). 

Fonte texto e imagens:(*)
http://revistapegn.globo.com/Revista/Common/0,,EMI288903-17180,00-LOJA+VENDE+CHOCOLATES+EM+FORMA+DE+PLANETAS+DO+SISTEMA+SOLAR.html

domingo, 22 de julho de 2012

Os Celtas e o Valor da Amizade: Anam Cara

Uma das primeiras postagens que fiz aqui no blog foi uma Benção Celta escrita por John O´Donohue.
Me lembro que no final da postagem, para variar, deixei o link sobre o livro "Anam Cara", do mesmo autor.
Hoje, encontrei no Facebook mais uma preciosidade extraída deste livro.
Boa leitura.
  
fonte da imagem:asia-pictures.net

Muitos provérbios e ensinamentos de grandes sábios afirmam que o sentimento mais precioso e natural entre duas pessoas é a amizade. Se você tem intenção de trazer a magia celta à sua vida, comece a dar valor para as suas amizades e para as pessoas com quem você convive. Aprenda a ser amigo de si mesmo abrindo espaço em sua alma para relacionar-se com outras pessoas, com outras almas.
É através de um amigo que percebemos algumas coisas, que de forma solitária seria impossível perceber. Um amigo verdadeiro, não induz, não cobra. Um amigo de verdade quer apenas o seu bem. Com um amigo temos intimidade, confiança e vínculo. Ele desperta a nossa própria vida, libertando muitas vezes o poder da paixão criadora que há dentro de nós.
Os celtas tinham uma grande sensibilidade, um sentido muito apurado sobre o divino. Desenvolveram um conceito de amizade que envolvia a natureza, a divindade, as forças ocultas e o universo humano num mesmo plano, numa coisa só.
Não separavam o humano do divino, a magia da realidade, o visível do invisível.
A expressão gaélica Anam Cara, Amigo da Alma, expressa amizade, entendimento, amor. Anam em gaélico, significa alma e cara, amigo.
Um professor, um parceiro, um companheiro era considerado Anam Cara, uma amizade que ultrapassava qualquer fronteira, qualquer plano. De início era um termo usado para alguém a quem se confessava intimidades, porque com o Anam Cara podia-se partilhar a própria alma.
O ato da confissão sempre foi muito importante e pessoal. No cristianismo da Irlanda, os irlandeses não confessavam seus “pecados” ao padre local, pois acreditavam que ele poderia manipular as pessoas por saber deles. As pessoas escolhiam o seu “sacerdote”, o Anam Cara, que era considerado um amigo em espírito, alguém em quem poderia se confiar.
Acredita-se que, antes mesmo da Igreja instituir a prática da confissão, já era um hábito celta confessar-se com seu amigo da alma, amigo espiritual, o Anam Cara. Este gesto sempre foi característico entre amigos verdadeiros. Os amigos verdadeiros trocam confissões e delas surgem palavras, aconchego e impulso importantes para a vida.
Dentro da sabedoria celta a alma não era limitada por tempo ou espaço. Era uma luz divina que flui de um ser humano para outro de forma natural. Este conceito deu aos celtas a idéia de companheirismo, solidariedade, amizade profunda e especial. Quando se tinha um Anam Cara, a amizade atravessava fronteiras, convenções e o próprio tempo. Estava-se unido de uma forma eterna com o amigo da própria alma, onde se firmava um elo com o divino.
No gaélico o corriqueiro “olá”, “oi” ou “Como vai?” que usamos como saudação em encontros, é substituído por palavras que incluem o divino, como se fossem saudações que abençoam a aproximação entre as pessoas: Dia Dhuit, “Deus esteja contigo”. Nas despedidas diziam Go gcoinne Dia thú, “Que Deus te guarde”. Todo encontro entre pessoas era considerado especial e espiritual, porque um estranho não aparece na nossa vida à toa, ou casualmente. Ele sempre traz uma mensagem, uma lição, uma iluminação à nossa vida. Um estranho pode ser uma semente que germinará dando frutos, o despertar da vida e a consciência de si próprio.

Uma Oração da Amizade
fonte da imagem: Astrologia Cármica

Que sejas abençoado com bons amigos.
Que aprendas a ser um bom amigo para ti mesmo.
Que sejas capaz de viajar àquele lugar na tua alma onde existe o grande amor, calidez, sentimento e perdão.
Que isso te modifique.
Que isso transfigure o que é negativo, distante ou frio em ti.
Que sejas apresentado à verdadeira paixão, parentesco e afinidade da vinculação.
Que prezes os teus amigos.
Que sejas bom para eles e que estejas lá para eles; que eles te tragam todas as bênçãos, desafios, verdade e luz de que necessitas para a tua viagem.
Que nunca fiques isolado.
Que sempre fiques no sereno refúgio da vinculação com o teu anam cara.

(John O’Donohue, Anam Cara, um livro de Sabedoria Celta, Ed. Rocco)

Do perfil de Aslurshann Feadan Fergus CatSidhes

sábado, 21 de julho de 2012

Documentário Thrive - Conheça a realidade



Thrive - (Prosperar) - É um documentário não convencional que levanta o véu sobre o que realmente está acontecendo em nosso mundo, seguindo o dinheiro descobrimos a consolidação global do poder em quase todos os aspectos de nossas vidas. "PROSPERAR" oferece soluções reais, capacitando-nos com as estratégias inéditas e ousadas para a reclamação de nossas vidas e nosso futuro.    

ATENÇÃO: Todos os fatos exibidos neste filme são confirmados.
Fontes documentadas em: www.thrivemovement.com 
PESQUISE! ACORDE!





 Assista o restante em:

sexta-feira, 20 de julho de 2012

A de Árvore - A de Amizade

Segundo consta, hoje dia 20 de Julho é o dia do amigo e acabo de ler na Wikipédia que existe o Dia Internacional do Amigo, que é celebrado no dia 30 de Julho.
Que me perdoem àqueles que si ligam nessas datas, mas acho que hoje ando meio "seca" e sem paciência para isso.
Vi tanta coisa nas redes sociais que fiquei cansada de tanto blá, blá,blá.
Acabei desligando meu micro e fui cuidar da vida, tinha coisa melhor para fazer.
Numa folga e outra, cheguei na janela e deparei com a minha "vizinha" sibipiruna, do outro lado da rua.



Me deu aquele click.
Pois é, hoje, tem tanta gente se declarando um fiel e apaixonado amigo, e não é que que esta árvore e todas as demais árvores do mundo, são nossas  melhores e maiores amigas!?


De repente, me lembrei de uma canção que aprendi ainda nos primeiros anos de escola:

Viva a árvore amiga 
Que agasalha os passarinhos
Que dá flores, que dá frutos
Que põe sombra nos caminhos

Antes de continuar a história, faço aqui uma confissão: não me lembrava da última frase da canção e é claro que recorri aos amigos virtuais para encontrar a letra completa antes de fazer esta postagem.

Bom, voltando ao que interessa, cantarolei mais uma vez e depois cheguei na janela e tive vontade de cantar para a sibipiruna.
Antes porém, eu lhe disse: "oi amiga, já que hoje é o dia da amizade, vou te ofertar esta canção em agradecimento por tudo que és e por tudo que fazes por nós e pelo nosso planeta, de forma incondicional e amorosa" e me pus a cantar novamente.


Quando terminei de cantar, tive uma sensação tão boa.
Ainda que sua copa esteja castigada pelo calor do meio-dia e o vento frio da madrugada, ela estava bela, envolta em um brilho diferente.
Senti uma emanação amorosa vindo dela, como a aceitar e agradecer pela canção.


Refleti sobre o valor da amizade incondicional que toda a natureza tem por nós "seres humanos" e que não sabemos retribuir da mesma forma...
Muito pelo contrário, destruímos tantas coisas e fazemos tudo ao nosso bel-prazer, sem o menor respeito pela vida das demais espécies.

Feliz dia do amigo!

Fonte das imagens: fotos da Sibipiruna feitas por mim hoje, dia 20 de Julho

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