terça-feira, 19 de março de 2013

Mago Merlin, uma das muitas encarnações do Mestre Saint Germain

imagem: The old man  - por Gilbert Williams.

Dia de 19 Março é sem dúvida uma data especial. É o dia de São José e de Saint Germain. Segundo os ensinamentos da Fraternidade Branca, Saint Germain foi em uma de suas 12 encarnações José, pai de Jesus.
No livro de Elizabeth C. Prophet "A Alquimia de Saint Germain", consta que além de São José, Saint Germain foi o Mago Merlin em sua sétima encarnação.
Segue abaixo um texto que encontrei no site Sintonia Saint Germain sobre Merlin (que está momentaneamente fora do ar). 

Merlin, Vivien e o carvalho no qual foi preso para sempre. 

Saint Germain foi Merlin. A inesquecível, e de alguma forma insubstituível figura que paira nas brumas da Inglaterra, pronto a aparecer-nos a qualquer momento para oferecer-nos um cálice com elixir espumante. Ele, o 'ancião' que conhece os segredos da juventude e da alquimia, que projetou as estrelas em Stonehenge, e que, segundo dizem, moveu uma ou outra pedra com seus poderes mágicos -- que não surpreenderia ninguém se aparecesse subitamente num palco da Broadway ou nas florestas de Yellowstone, ou a nosso lado numa estrada em qualquer lugar. Sim, porque Saint Germain é Merlim.
Merlim, o amado Merlim, nunca nos abandonou -- o seu espírito encanta os séculos. Faz-nos sentir tão raros e únicos como os seus adornos de diamantes e ametistas. Merlim é a Presença insubstituível, um vórtice... em torno de cuja ciência, lendas e romance fatal a civilização ocidental se entrelaçou.
Foi no século V. No meio do caos deixado pela lenta agonia do Império Romano um rei subiu ao trono para unir um país estilhaçado por chefes guerreiros e dilacerado por invasores saxões. A seu lado tinha o próprio ancião [Merlim] -- meio sacerdote druída, meio santo cristão -- vidente, mago, conselheiro, amigo, que orientou o rei ao longo de doze batalhas para unir o reino e estabelecer uma janela de paz.
Em certo ponto da sua vida, o espírito de Merlim passou por uma catarse. Segundo reza a lenda, teria sido no meio de uma feroz batalha. Ao ver a carnificina, desceu sobre ele uma loucura -- a visão simultânea do passado, presente e futuro -- tão peculiar na linguagem dos profetas. Fugiu para a floresta para viver como um selvagem, e um dia em que se sentara debaixo de uma árvore começou a dizer profecias sobre o futuro do País de Gales. "Fui separado do meu verdadeiro eu", disse ele. "Era como um espírito, e conhecia a história das pessoas num passado longínquo, e podia prever o futuro. Sabia então os segredos da natureza, do vôo das aves, do movimento das estrelas e da forma como os peixes nadam".
As suas afirmações proféticas e os seus poderes "mágicos" serviam para um fim: estabelecer um reino unido entre as tribos dos antigos bretões. A sua presença em tudo é lembrada num antigo nome celta da Grã-Bretanha, "Clas Myrddin", que significa "o Recinto de Merlim". Ao aconselhar e ajudar Artur a fundar o seu reino, Merlim procurou tornar a Grã-Bretanha uma fortaleza contra a ignorância e superstição, onde a realização crística pudesse prosperar na busca do Santo Graal. Os seus esforços naquele solo dariam fruto no século XIX, em que as Ilhas Britânicas se tornaram o lugar onde a iniciativa individual e a indústria puderam prosperar como nunca o haviam feito em doze mil anos.
Ao mesmo tempo, porém, que Camelot, a rosa da Inglaterra, brotava e florescia, as sombras da noite iam-se entrelaçando nas suas raízes. Feitiçaria, intriga e traição destruíram Camelot, mas não o amor de Lancelot e Guinevere, como faria crer o misógino retrato de Tom Malory. Infelizmente, o mito por ele plantado permitiria ocultar os verdadeiros culpados durante estes longos séculos. Foi o filho bastardo do rei, Modred, filho da sua meia-irmã Margawse que, com a ajuda de Morgana le Fay e um grupo de feiticeiras como ela e de cavaleiros negros, tentou roubar a coroa, aprisionar a rainha, e destruir por algum tempo os laços de um Amor que eles (os da senda da mão esquerda) nunca haviam conhecido nem podiam conhecer -- uma Realidade que todos os seus desejos, guerras e encantos não podiam tocar.
Assim, foi com o coração pesado e com o espírito de um profeta que teve visões de tragédia e desolação, alegrias passageiras e a dolorosa angústia da retribuição cármica continuamente manifestada, que Merlim entrou no cenário do seu próprio desfecho, para ser enredado com encantos que ele próprio ensinara pela tola e manhosa Vivem -- e adormecer.
Sim, errar é humano mas ansiar pela chama gêmea ausente é a sorte de muitos cavaleiros andantes, reis ou profetas solitários, que talvez devessem ter desaparecido nas brumas em vez de sofrerem triste ignomínia pelo seu povo.

segunda-feira, 18 de março de 2013

Barriga e sentimentos...

É TUDO UMA COISA SÓ 
Os cientistas começam a elucidar a ligação evidente entre a barriga e nossos sentimentos
Texto: Milly Lacombe e Teté Martinho* - Ilustração: Katie Scott
Revista Trip 13/03/2013

Pesquisando o complexo sistema nervoso que comanda a digestão, os cientistas começam a elucidar a ligação evidente entre a barriga e nossos sentimentos — e a entender o que a medicina oriental já dizia: que é preciso digerir bem o medo, a raiva e a angústia. E que físico e emocional são inseparáveis

Atire a primeira pedra quem nunca sentiu frio na barriga de medo. Ou teve de sair correndo para o banheiro em uma situação de tensão. Ou perdeu o apetite ao se apaixonar loucamente. Ou sentiu o estômago revirar diante de uma visão repulsiva. Ou engordou por ansiedade. Ninguém nega que a barriga seja um campo fértil para a somatização, o nome genérico que se dá à transformação de emoções negativas em males físicos, com consequências tão graves que chega a ser reconhecida pela Organização Mundial de Saúde. Mas por que tanto assim?
A resposta pode estar no estudo aprofundado sobre a respeitável rede de neurônios que comanda a função digestiva, e na revelação de que boa parte dos neurotransmissores que circulam pelo corpo, carregando emoções e sensações, tem origem no intestino. Incluindo a serotonina, hormônio do bem-estar.
“Na verdade, essas descobertas só dão base concreta ao que já sabíamos intuitivamente”, diz Marcílio Hubner de Miranda Neto, médico e coordenador do Laboratório de Pesquisas em Neurônios Entéricos da Universidade Estadual de Maringá (PR). “A vida emocional tem relação direta com os hábitos alimentares, e o funcionamento da digestão é diretamente influenciado pelas emoções”.
Cada uma à sua maneira, as medicinas, filosofias e religiões orientais conhecem e explicam essa via de mão dupla há milênios. Os japoneses acreditam que é na barriga que se sente, se pensa, se tomam decisões, se guardam segredos. A importância do hara na cultura japonesa se reflete em uma coleção de expressões populares, envolvendo a barriga, de fazer inveja às nossas, que não são poucas (leia o boxe “A voz das tripas”).
O sistema de chacras, que sustenta até hoje a medicina hindu e está na base da filosofia dos iogues, relaciona intimamente emoções e órgãos. Descritos pela primeira vez nos Vedas, textos hindus datados de 2 mil anos antes da era cristã, os chacras (roda, em sânscrito) são sete redemoinhos de energia que se alinham ao longo da coluna. Cada um tem a incumbência de distribuir o nutriente que vem da respiração – o prana – a um grupo específico de órgãos; e a cada um cabe processar pensamentos e sensações específicos.
A barriga abriga dois chacras importantes: o segundo, swadhisthana, ligado ao aparelho reprodutor, ao impulso sexual e às funções de desintoxicação; e o terceiro, o manipura, que o guru brasileiro Sri Prem Baba define como “a sede do poder de realização e do ego” (leia entrevista a Arthur Veríssimo nas páginas a seguir). LEIA AQUI
Se os chacras não funcionam bem, por algum desequilíbrio, podemos reter sentimentos como medo, raiva e angústia, explica Simone Caldeira, terapeuta corporal que usa o toque para trabalhar a integração craniossacral. Os órgãos podem ter ou não sua função otimizada, dependendo de como a energia flui por eles. “Se o chacra está bloqueado, as funções físicas e emocionais também estão”, diz. Nesse pensamento, físico e emocional “são uma coisa só”.  
A medicina tradicional chinesa, que considera a barriga “o centro do homem”, estabelece com precisão como cada emoção negativa altera o funcionamento dos órgãos. “Baço, pâncreas e estômago metabolizam a comida, transformando-a em um substrato sem o qual nada no corpo funciona”, diz o acupunturista Marcius Luz, de São Paulo. “Se a energia dos órgãos se desequilibra, o substrato acumula, gerando obesidade, por exemplo.”
A desarmonia pode vir de excessos alimentares ou emocionais: para os chineses, preocupação excessiva e pensamentos obsessivos esgotam a energia do baço, e a raiva afeta o fígado.

O segundo cérebro
Praticada há 5 mil anos na Índia e cada vez mais conhecida no resto do mundo, a ayurveda tem uma imagem curiosa para a digestão. Segundo essa medicina, a barriga abriga o agni, um fogo metabólico que processa não só comida, mas tudo que experimentamos: emoções, memórias, sensações. Se o agni é ou está fraco, toxinas e emoções se acumulam, gerando dor, suscetibilidade à infecção e obesidade, assim como depressão, fadiga e dificuldade de se manifestar. “Por isso, o abdome é o centro das emoções”, diz Erick Schulz, vice-presidente da Associação Brasileira de Ayurveda.
“A região abdominal é nosso centro de energia. É como se fosse uma segunda mente”, diz a monja Coen, fundadora da Comunidade Zen-budista, em São Paulo. Nesse ponto, a neurociência tende a concordar. Com 100 milhões de neurônios acomodados do esôfago ao ânus – mais do que o resto do sistema nervoso periférico inteiro –, o aparelho digestivo é, de fato, um segundo cérebro.
O primeiro a dizer isso com todas as letras, em 1996, foi o neurobiólogo norteamericano Michael Gershon, que chefia o departamento de anatomia e biologia celular da Universidade Columbia, em Nova York. Em seu livro The Second Brain, ele explica que, para administrar cada reflexo, espasmo e mudança química necessária à transformação dos alimentos – do esôfago ao estômago, do intestino delgado ao cólon –, o aparelho digestivo precisa avaliar cada situação, decidir-se por uma linha de ação e iniciar movimentos. Daí ser relativamente autônomo em relação ao cérebro, e daí envolver tantos circuitos de neurônios, neurotransmissores e proteínas.
“O intestino realiza funções de alta complexidade. Se ele não pensa de forma autônoma, como o cérebro, é certamente embarcado com grande inteligência”, diz Luiz Guilherme Correa, médico formado pela Universidade de São Paulo (USP), onde também cursou filosofia, e especializado na medicina tradicional indiana. Essa complexidade deve explicar, acredita Gershon, por que doenças como ansiedade, depressão e síndrome do intestino irritável se manifestam de formas associadas no cérebro e no aparelho digestivo. Grosso modo, nossos pensamentos e emoções são influenciados pelo que acontece nos intestinos, e vice-versa.
E tem mais. “Sabemos, pela neurociência, que 90% da serotonina não é produzida no cérebro, mas no abdome, na região do intestino e do fígado”, diz Ricardo Ghelmam, que coordena o Núcleo de Medicina Antroposófica da Universidade Federal do Estado de São Paulo (Unifesp). “Então, se uma pessoa tem depressão, por exemplo, isso não é um problema de cabeça, mas do metabolismo digestivo.” Para a medicina antroposófica, o abdome está ligado à vitalidade e à força de vontade.
Com tantos fios conectando emoções e digestão, parece claro que, para o bem da barriga, é preciso cuidar da cabeça – e vice-versa. “Se você quiser aumentar a serotonina, a vontade de viver, o impulso de vida, tem de estimular essa força metabólica ligada à barriga”, diz Ghelmam. “O sedentarismo e a alimentação pobre em fibras vão na direção oposta disso, gerando doenças crônicas degenerativas, como diabetes, hipertensão e até câncer.”
Fortalecer a musculatura do abdome por meio de práticas voltadas diretamente para ela, como ioga, tai chi e pilates, também é uma forma de estimular as funções digestivas – e, por consequência, serenar as emoções. A monja Coen sugere um começo: “Respirar de forma consciente, profunda e suavemente, sentindo o abdome se expandindo e retraindo, é o caminho para nossa casa do tesouro, que jamais se exaure”.
Respirar fundo é básico, concorda Simone Caldeira. Para se sentir melhor e para não ter barriga proeminente. “O diafragma, responsável pela respiração, é um músculo intimamente ligado ao medo e ao estresse. Em estresse, ele ‘respira curto’, e isso causa dezenas de problemas”, explica. Na floresta, os animais respiram curto para não serem ouvidos pelos predadores. “A respiração faz um barulhinho que, na floresta, pode custar a vida”, diz. Pela mesma razão instintiva, homens e mulheres encurtam a respiração quando têm medo. “Em cidades como São Paulo, o predador está presente o tempo inteiro, na forma do chefe, do rival, da violência. Então a gente respira curto sem notar.” Com a tensão que isso gera, o diafragma é empurrado para baixo, na direção do chão, pressionando todos os órgãos e forçando o abdome para frente. “Os homens têm muito isso. E aí pode malhar quanto quiser que a barriguinha não sai.”  

A voz das tripas
Expressões idiomáticas em várias línguas põem emoções como medo, raiva e vontade no devido lugar: a barriga
A ligação entre emoções e barriga pode ser um mistério que só agora a ciência ocidental começa a elucidar. Mas, na língua do dia a dia, sempre foi dada como certa. E não só na nossa. Entre as sensações “estomacais” universais que ganham expressão inclui-se aquele misto característico de ansiedade, excitação e medo. Em inglês e alemão, borboletas no estômago; em espanhol, bolhas de sabão na barriga; aqui, frio na barriga.
Usamos soco no estômago para falar tanto de agressão física quanto de qualquer outra que pegue no lugar certo. E não somos os únicos a confundir náusea física e desgosto ético: em inglês, francês, espanhol e alemão, algo revoltante dá vontade de vomitar.
Se em português é preciso ter estômago para aguentar uma situação aviltante, em inglês a expressão equivale a querer. A cultura anglosaxônica também põe coragem e intuição na barriga. Ter tripas é ter, digamos, colhões; e sentir nas tripas é ter uma revelação.
Nada se compara, porém, à barriga dos japoneses. O hara não é só abdome, intestino, estômago. É onde moram coragem, determinação, vontade, imaginação e entendimento, além do lugar onde as decisões são tomadas.
Assim, barriga grande é metáfora para mente aberta; barriga pequena, para pobreza de espírito; barriga dura equivale ao nosso “coração de pedra”; ler o estômago de alguém é entender a intenção alheia; ir pela barriga, agir com integridade; guardar na barriga, manter segredo.
Quando os japoneses ficam bravos, a barriga ferve. Já para os franceses, estar com o coração na barriga equivale a ter “sangue nos olhos”. A barriga dos franceses também é uma espécie de ponto fraco, em matéria de honra: pisar na barriga de alguém é passar por cima da pessoa. Idem para os alemães, que chamam fracasso de barrigada.

Fonte:http://revistatrip.uol.com.br/revista/219/reportagens/E-tudo-uma-coisa-so.html

sexta-feira, 15 de março de 2013

As flores e nossa personalidade

Procurava no site Nirvana por link antigo que postei aqui no blog,infelizmente não consegui encontrá-lo.
Para minha sorte e alegria, acabei descobrindo outro texto muito interessante: 


FLORES QUE COMBINAM COM A SUA PERSONALIDADE 
Texto publicado em:
http://www.enirvana.com.br/blog/flores-que-combinam-com-a-sua-personalidade/


Você sabe que as flores podem combinar sua personalidade? Claro que nossos gostos e preferências já dizem muito sobre quem somos. As cores, o gosto musical, o estilo da roupa, a decoração da casa e até a preferência por determinada flor. Quando você for numa floricultura veja qual das descritas a seguir chamam mais a sua atenção, e somente a seguir, faça sua seleção.

Os românticos
(Rosa e Violeta):
São pessoas com uma personalidade mais discreta e não gostam de se fazer notar. São meigas, calmas e muito sonhadoras, por isso precisam aprender a lidar com a constante frustração. Costumam ser frágeis e, apesar de reservadas, não conseguem disfarçar seus sentimentos quando ficam magoadas. São muito emotivas e fazem de tudo pelas pessoas que gostam.
www.taringa.net
Rosas
Rosas: São clássicas, cultivadas desde a antiguidade, e combinam com pessoas românticas por seu formato delicado. As mais sonhadoras devem utilizar as amarelas para harmonizar os ambientes à sua volta. Já as mais meigas e doces devem recorrer às rosadas. E as mais calmas, devem preferir as rosas brancas.

www.jardineiro.net -
Violeta - Foto: Raquel Patro
Violetas: Assim como as pessoas românticas são flores mais reservadas, que não toleram a incidência de raios solares diretos e possuem cores discretas. É necessário adubá-las durante todo o ciclo de crescimento, o que revela, assim como os românticos, a necessidade de atenção.

Os modernos
(Flor-do-campo e Gérbera):
São pessoas consideradas muito práticas em tudo o que fazem, quando o assunto é a aparência, prezam por roupas confortáveis e que revelem seu estado de espírito, por isso ditam moda. Gostam de novidades, cores vivas e alegres.

www.divalativia.com
Flor-do-campo
Flores-do-campo: Sua principal característica, assim como a de pessoas modernas, é a combinação harmoniosa de cores e formatos. As flores-do-campo dão um ar alegre ao ambiente e são ideais para pessoas práticas por não exigirem muito cuidado e atenção em seu cultivo.

flores.culturamix.com
Gérbera
Gérberas: São flores relativamente grandes, com muitas pétalas e cores extremamente marcantes. Assim como as pessoas modernas são marcantes e não passam despercebidas em um ambiente.

Os decididos
(Antúrio e Bromélia):
São pessoas conhecidas por sua personalidade forte e marcante. Possuem muita determinação e segurança em tudo o que fazem e acreditam, por isso que são muito leais e confiáveis, mas nem sempre muito fáceis de lidar, é preciso ter um jeitinho certo de falar com as pessoas decididas.

http://www.riototal.com.br/jardinagem/jardinagem001.htm
Antúrio
Antúrios: São plantas muito exigentes e assim como as pessoas decididas que não se satisfazem facilmente, são difíceis de agradar. Uma vez cultivados de maneira correta duram bastante tempo. São fortes e resistentes assim como as pessoas decididas que não demonstram chateação ou mágoa em hipótese alguma.

www.bromelias.com.br
Bromélia
Bromélias: Apresentam uma impressionante resistência para sobreviver diante de qualquer adversidade, assim como as pessoas de personalidade decidida. Estas também costumam se destacar por suas características, como as bromélias, que possuem uma aparência muito excêntrica e é facilmente reconhecida em meio a outras plantas.

Os exigentes
(Orquídea):
Pessoas exigentes possuem gostos muito apurados. Valorizam detalhes e dão relevância para alguns aspectos que a maioria das pessoas não repara. São muito simpáticos e discretos e andam sempre muito bem arrumados, cuidando de detalhes como combinação de cores e tecidos.

econexos.com.br
Orquídea
Orquídeas: Essas flores requerem um tratamento especial. É preciso valorizar cada etapa de seu cultivo para que elas cresçam. São ideais para pessoas exigentes, pois estas valorizam detalhes, e as pétalas da orquídea possuem variações mínimas de cores, mas que fazem toda a diferença em sua aparência final.

Os radiantes
(Girassol): 
São pessoas que possuem uma alegria de viver muito grande, e por isso estão sempre de bom humor. Isso não significa que a auto estima de pessoas com essa personalidade esteja sempre em alta, mas elas procuram não ligar para a opinião alheia e procuram motivações em seu cotidiano para sempre abrirem um sorriso.

diariosdesolidao.blogspot.com
Girassol
Girassóis: São flores que remetem a alegria, por seu formato e cor muito vibrantes. Estão diretamente ligadas aos dias ensolarados, já que seguem o sol em seu giro pelo céu, e dias de céu azul e sol deixam as pessoas radiantes ainda mais estimuladas.


Os controladores
(Lágrima de Cristo):
Pessoas com essa personalidade gostam de estar no controle em todas as situações, sendo assim tem uma tendência a buscar a liderança, mas nem sempre conseguem por conquistarem muitos inimigos por onde passam. São pessoas sérias e que não possuem uma vida social muito ativa.
vidadasflores.blogspot.com
Lágrima de cristo
Lágrimas de Cristo: Essas flores nascem de trepadeiras que agarram e sufocam qualquer superfície, assim como as pessoas controladoras. Elas gostam de dominar o espaço em que vivem e nada é considerado um obstáculo para o seu crescimento.

Os impacientes
(Maria-sem-vergonha e Amor-perfeito):
Essas pessoas têm a pressa como lema de vida. Não gostam de esperar por resultados ou respostas e por isso são muito ativas, já que vão de encontro ao que querem. Não se preocupam muito com o que os outros pensam e têm fama de serem curtas e grossas.

www.terradagente.com.br
Maria- sem-vergonha
Maria-sem-vergonha: Essa flor nasce facilmente em qualquer lugar, é uma das mais recomendadas para cultivo por dar flores ao longo de todo o ano. É ideal para pessoas impacientes que não gostam de esperar para obter seus resultados.


www.calendariodojardim.com.br
Amor-perfeito
Amor-perfeito: São cultivadas ao longo do ano todo e por isso são indicadas para os impacientes. É uma planta rústica e que exige poucos cuidados, seu caule é curto, por isso é uma planta pequena, mas que causa grande efeito.

terça-feira, 12 de março de 2013

Técnicas para proteção da aura


Texto Keila Bis-Design Larice Peskir -Ilustrações Greg

Esta cena é corriqueira e de fácil identificação. Uma pessoa teve uma ótima noite de sono. Acorda se sentindo bem, feliz e cheia de disposição. Ao chegar ao trabalho, no entanto, depois de pouco tempo, as coisas começam a mudar. O clima está tenso, os colegas irritados e ansiosos. Ela vai sentindo toda sua disposição diminuir. No fim do dia, o mundo parece pesar em seus ombros, tem dor de cabeça, de estômago e volta para casa com um humor completamente diferente do que tinha quando saiu. A pergunta é: como é possível perder todo aquele bem-estar em tão pouco tempo?
Segundo os profissionais que estudam o campo de energia humana, ou aura, isso ocorre porque vivemos num oceano de energia – que tem diferentes nomes nas mais diversas culturas, como energia vital, em português; prana, em sânscrito; pneumo, em grego –, com o qual se está em constante interação.

Técnicas de proteção da aura:

Para se proteger de pessoas e lugares estressantes e tristes
Como fazer: cruzar braços e pernas.
Por que fazer: para tornar a aura mais densa, compacta, menor.
Quando fazer: quando se sentir mal, cansado depois de lidar com certa pessoa, como se ela tivesse sugado sua energia; diante de vendedores agressivos, que desejam persuadi-lo a comprar algo desnecessário; quando estiver em lugares estressantes; em lugares como hospitais, velórios e delegacias de polícia, onde há grande energia de sofrimento e de dor.
Observação: em uma reunião ou diante de um superior, não é indicado o uso da posição de fechamento total (braços e pernas) para não ser mal interpretado. Portanto, nessas ocasiões, cruze as pernas e coloque as mãos juntas no colo. Dessa forma, a posição é de receptividade e cooperação.

 Para curar relacionamentos conturbados

Como fazer: concentre-se nos chacras do coração e da coroa (no topo da cabeça) durante todo o processo. Levante ambas as mãos em posição de bênção. Visualize à sua frente a pessoa que deseja abençoar. Diga, suavemente, o nome da pessoa três vezes. Projete bondade e amor e entoe as palavras “a paz esteja com você” por cerca de 3 minutos. Repita o procedimento duas ou três vezes por semana ou até quando achar necessário.
Por que fazer: para repelir e transmutar pensamentos negativos que lhes são dirigidos; para curar relacionamentos conturbados.
Quando fazer: quando se indispuser com pessoas durante discussões, em brigas de casal ou com os filhos, enfim, quando desejar transformar a energia negativa em positiva e para que a calma se instale.

Fortalecimento da aura em qualquer ocasião social

Como fazer: sentado ou de pé, conecte a língua ao céu da boca e feche as mãos na frente do corpo, com a mão esquerda sobre a mão direita.
Por que fazer: para aumentar o nível de energia no corpo e fortalecer a aura.
Quando fazer: em qualquer ocasião social, como ir a um restaurante, coquetel, reunião, vernissage.
Observação: você pode usar outras formas de fechamento das mãos. Algumas delas são: fechar as duas mãos com os polegares dobrados para dentro e colocá-las nos bolsos para que outras pessoas não vejam; colocar as mãos atrás das costas e fechar a mão esquerda com o polegar dobrado para dentro e depois segurá-la com a mão direita.

Para fazer em encontros com pessoas estressadas

Como fazer: sentado ou de pé, imagine uma rosa de frente para você na distância de um braço estendido. Essa rosa, com a flor na altura de seu rosto, deve ter uma cor muito vibrante. O caule desce até a altura do seu cóccix e deve ser repleto de folhas e espinhos. Imagine agora esse caule vindo ao encontro de seu corpo e entrando nele até o chacra básico (no cóccix). De lá, esse caule desce e enraíza no chão.
Por que fazer: para se proteger de ambientes e pessoas perniciosos.
Quando fazer: durante encontros com pessoas estressadas; em lugares onde prevalece o nervosismo.
Observação: essa técnica foi desenvolvida pela pesquisadora científica Karla McLaren.


Para se proteger antes de sair de casa
Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e tome consciência do seu chacra básico (na altura do cóccix). Conecte a língua ao céu da boca. Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada de forma elíptica de cor laranja à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nessa lâmpada e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz laranja. Sinta o quanto esse escudo é forte. Visualize agora esse escudo áurico etérico com uma cor metálica laranja que envolve toda a luz laranja. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”. 
Por que fazer: esse escudo protege o corpo físico e mantém o equilíbrio interior e a clareza mental.
Quando fazer: antes de sair de casa, para pessoas que moram em grandes cidades, onde o estresse é muito alto; em situações de violência física; durante um assalto; quando se sabe que vai visitar uma área perigosa.

Para fazer em locais em que há briga. 
Também para proteger os filhos de bullying

Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e tome consciência do seu chacra do coração. Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada de forma elíptica (formato de uma lâmpada) cor-de-rosa à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nessa lâmpada e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz rosa. Sinta o quanto esse escudo é forte. Visualize agora esse escudo astral com uma cor rosa metálica que envolve toda a luz cor-de-rosa. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.
Por que fazer: para melhorar a eficácia do escudo etérico, a fim de conseguir paz interior e calma emocional nas situações que sejam psicologicamente perturbadoras.
Quando fazer: em lugares onde há brigas, como em residências onde o casal discute muito; os pais podem fazer esse escudo para proteger os filhos que sofrem bullying na escola.
Observação: pessoas com problemas cardíacos não devem usar essa técnica, pois ela pode piorar a condição.

Para fazer no trabalho

Como fazer: de pé ou sentado, feche os olhos e concentre-se no chacra ajna (entre as sobrancelhas). Inspire vagarosamente em sete tempos, segure a respiração em um tempo e expire vagarosamente em sete tempos. Visualize uma lâmpada elíptica amarela à sua frente. Imagine-se pequeno entrando nela e depois imagine-se dentro dela envolto nessa luz amarela. Sinta como o escudo é forte. Visualize o escudo mental com uma cor amarela metálica que envolve a luz amarela. Mentalmente afirme: “Estou escudado e protegido de todos os ataques e contaminações psíquicas, protegido de todo mal e perigo. Esse escudo ficará comigo durante 12 horas”.
Por que fazer: para obter clareza mental a fim de não ser atingido por pensamentos criados por muitas pessoas durante um período considerável de tempo.
Quando fazer: no trabalho, para se manter concentrado sem se distrair com as formas mentais alheias; em caso de um ataque psíquico intencional, quando desejam influenciar seu comportamento.

Leia também
O que é a aura?
Por que é importante protejer a aura?
em:http://casa.abril.com.br/materia/proteja-a-sua-aura


sexta-feira, 8 de março de 2013

Cursos de Escultura (Toy art), Ilustração e Tipografia em Belo Horizonte

A Zupi Academy nasceu para disseminar técnicas e conhecimentos criativos para os interessados em aprender com os melhores. O projeto, idealizado pela respeitada e influente empresa Zupi, visa levar cultura, arte e educação especializada para cidades de todo o Brasil por meio de workshops com profissionais renomados de diversas áreas. A proposta acontece entre a parceria da Zupi com parceiros locais e instrutores que, juntos, unem suas forças para organizar eventos aclamados e expandir tendências, gerando conhecimento e amadurecendo o mercado criativo. Inclusive, incentivando os brasileiros a investirem e serem futuros empresários atuantes na economia criativa.(*)

quarta-feira, 6 de março de 2013

Rituais xamânicos e física moderna

A purificação virá...
A Grande-Mãe nos embalará em seus braços
e secará nossas lágrimas
e Grande-Pai caminhará entre nós.
Será esta geração
- todos vocês - que tornará isso possível
e o círculo rompido da nação
será novamente refeito.
Hehaka Shapa (Alce Negro)


Na tradição xamânica, os curandeiros trabalham em relação estreita com o mundo dos espíritos. Todos dizem ter guias que lhes falam e propiciam métodos ou vias de cura. Os xamãs os invocam recorrendo a cânticos sagrados. Certamente existe uma conexão entre estes e os hinos de diversas correntes religiosas. Um dos segredos da cura xamânica não é outro senão uma transferência de energia vibratória - de uma onda sonora - de uma pessoa para o órgão doente de uma outra. Quando uma parte do corpo está doente, é o conjunto que se acha em ruptura de harmonia. Cada órgão, cada célula possui uma ressonância, um padrão vibratório. Quando um órgão está doente, não recebe mais a energia vibratória do resto do corpo; vibra numa freqüência em desarmonia com o padrão vibratório de todo o corpo.
De que maneira um órgão doente pode entrar em ressonância com as partes sadias do corpo?
Ouvindo os ritmos dos tambores, os cantos dos beduínos do deserto do Sinai, os cantos cerimoniais dos lakotas, lembrei-me de que o Universo foi criado a partir de um som primordial, exatamente aquilo que ensinam os cabalistas. Fazendo preces, entoando cânticos sagrados, suscitam-se modificações no seio da matéria. A cura consiste em reintroduzir esses sons no corpo; em outros termos, ao produzir os sons corretos, partes do corpo em ruptura de harmonia podem ser reconduzidas a um estado de equilíbrio, a um estado de saúde. É o que vivem os xamãs por meio de seus cantos. Para os xamãs amazônicos, entoar a palavra "jaguar" significa invocar o próprio animal; conseqüentemente, se um curandeiro canta o nome de um jaguar sagrado, um jaguar aparece. Um som sagrado estaria portanto conectado a um objeto real, que pode ser invocado pelo som.
Mas, para os xamãs, invocar o jaguar significa também identificar-se com aquele que vive em cada um de nós. Seus ensinamentos dispensavam aos seres investidos o conhecimento do padrão vibratório do jaguar. Eles ficavam em condições de ressoar em sincronismo com a egrégora do jaguar, ou seja, com todos os jaguares do planeta. Cada animal é representado por um totem, que simboliza o fato de que todos nós somos irmãos e irmãs na matéria viva.
Essa maneira de conceber o Universo encontra um eco na física quântica. Existe uma interconexão fundamental, religando tudo o que há. Pouco a pouco, consigo ver que os xamãs percebem o Universo de uma maneira bem mais ampla que aquela proposta pelos modelos mecânicos do paradigma cartesiano ou da relatividade galileana. Eles não apreendem a realidade numa relação de causa a efeito, a realidade é para eles como uma teia de aranha, uma rede próximo das interconexões observadas nos modelos da física quântica.

Os antigos xamãs saxônicos da Europa do Norte chamavam a essa teia de aranha, 
espécie de Internet espiritual, de wird.

Wird é uma velha palavra inglesa que gerou especialmente a palavra weird (estranho, curioso) em inglês moderno. Traduz-se literalmente por "destino", embora englobe uma noção bem mais ampla. Ela mesma provém de uma raiz indo-européia que deu origem ao termo rúnico urdhr ou, mais tarde, o alemão werden, devir, tornar-se, vir a ser. Por trás dessa noção, encontra-se a concepção oriental de carma. Mas em sua origem wird designava uma maneira de ser que implicava o poder de controlar o destino, um modo de vida no qual os acontecimentos achavam-se ligados uns aos outros exatamente como os fios cruzados de uma teia de aranha. Vem daí a idéia da vibrante teia do wird ou do destino.
Nos sistemas de crença tradicionais, especialmente anglo-saxônicos, o que era wird tinha uma necessidade, uma" existência" tão palpável que não podia ser negada; a vibração e os motivos vibratórios eram extremamente importantes. Todos os acontecimentos ligavam-se uns aos outros. Teoricamente, a influência de um acontecimento sobre outro podia ser sentida por toda a parte, já que a teia inteira vibrava. Mas tal conexão nunca era realmente evidente para a gente comum, que uma doença ou outros reveses deixavam desamparada. O que explica a necessidade para o xamã de "ver" a conexão e explicar seu sentido. Assim, surgiu uma nova maneira de compreender a vida. Para alcançar essas novas visões, o xamã praticava geralmente uma série de rituais destinados a modificar sua consciência. O xamã podia assim curar, ver o futuro, "metamorfosear-se", transferindo seu espírito para animais ou plantas.
Os xamãs não se contentam em perceber as conexões entre as coisas e os seres, eles as modificam.
Eles são para falar propriamente, os ancestrais dos psicólogos e dos médicos modernos. Para os antigos, eram os guardiães da sabedoria e ao mesmo tempo os contadores de histórias.
Na física moderna, wird poderia ser traduzido como "não-localidade", um termo que designa aquilo que em outros referentes nomear-se-ia uma ação à distância. Em 1964, Bell compreendera isso perfeitamente. A idéia de que a matéria podia deslocar-se mais rápido do que a luz começava a encontrar ressonância entre vários estudiosos. Assim, o teorema de Bell postulava que, quando duas partículas gêmeas afastavam-se uma da outra à velocidade da luz, uma ação sobre uma delas induzia uma reação na outra. As duas partículas ficariam intimamente ligadas malgrado a distância, como se uma informação circulasse entre elas a uma velocidade superior à da luz. Parece, portanto, que uma informação supralumínica existe realmente. Numerosas experiências visam hoje confirmar essa teoria. "Se elas trouxerem as provas esperadas, a teoria da informação supralumínica poderá servir de base para a explicação de certos fenômenos psíquicos como a telepatia. A realidade quântica torce-se sem cessar de maneira imprevisível, pondo a descoberto paradoxos comparáveis aos koans do zen, esses 'enigmas absurdos utilizados pelos mestres zen para transmitir seu ensinamento”. 
Em 1935, na Universidade de Princeton, três pesquisadores, Einstein, Podolsky e Rosen, tentaram refutar a física quântica, muito rica em paradoxos para o gosto deles. Estabeleceram um protocolo de experimentação destinado a provar que os resultados que ela prediz são contrários ao senso comum. A realidade mostrou que os três estavam errados, e eles demonstraram, a contragosto, aquilo que desejavam refutar.
O teorema de Bell revelou que as "partes distintas" do Universo estariam ligadas de modo íntimo e imediato no nível mais profundo e mais fundamental. Os físicos logo compreenderam que essa situação singular levantava uma questão delicada: como dois elementos quaisquer podem comunicar-se mais rápido que a luz?
Na época em que Bell elaborou sua teoria, essa experiência não passava de uma vaga noção. Em 1972, John Clauser e Stuart Freedman, do laboratório de física da Universidade de Berkeley, Califórnia, tentaram realizá-Ia e com isso validaram as previsões estatísticas de Bell.
O teorema de Bell não se contenta em sugerir que a realidade é muito diferente do que parece, ele o exige. Os físicos provaram que nossa visão racional do mundo é profundamente insatisfatória. Em meados dos anos 70, alguns chegaram a afirmar que as partículas gêmeas das experiências EPR (Einstein, Podolsky e Rosen) e Clauser-Freedman, ainda que espacialmente separadas, permanecem conectadas na ausência de qualquer troca de sinais.
A física quântica redescobria conceitos muito antigos. Estudando os aspectos moleculares da matéria, alguns físicos quânticos chegam a concluir que a matéria não poderia existir sem uma consciência para percebê-la. Todavia essa noção de consciência continua sendo muito vaga. A visão cartesiana clássica não admite que a consciência possa exercer uma influência sobre o mundo físico. Seus partidários utilizariam outra palavra para descrever o que se passa no momento de uma observação, falariam de registro, de medida, de reconhecimento, de preparação ou de estado. Diriam que um padrão de probabilidades foi reduzido de uma multidão a um resultado exato, preciso. No entanto, nenhum físico negaria que sem o reconhecimento de um padrão esse resultado não poderia ser percebido. A consciência e o mundo material estão conectados, e a maneira que o cientista escolhe para fazer uma observação afeta o objeto observado.
Observador e observado estão, portanto, ligados de maneira significativa.
Essa visão do mundo vai ao encontro das correntes de pensamento xamânicas, que exploram há milênios a realidade situada além do universo sensorial. A inclusão da consciência humana nas teorias científicas é um fato recente. Ela poderia, em muitos sentidos, favorecer novas pistas suscetíveis de transcender o quadro convencional da ciência. Mas há consciência e Consciência, a segunda sendo talvez a dos xamãs. Se uma tal entidade existe, podemos nos unir a ela e entrar em ressonância com as forças fundamentais como o fazem as curandeiras e os curandeiros desde a origem. Essa união é possivelmente uma conexão quântica que religa tudo o que vive no Universo. Como poderíamos desenvolver uma relação mais sensível, mais sutil com nós mesmos e com o universo no qual vivemos? Talvez aceitando aventurar-nos no estado de consciência xamânica que une o ser humano à criação visível e invisível.
Esta conexão é realizada quando um xamã entoa um canto sagrado ou quando um sacerdote recita um conjunto de mantras. O xamã entra em ressonância com os animais totens que residem no interior de seu ser. Assim, ele não apenas é capaz de curar a si mesmo, mas também ainda a quem quer que sofra de uma doença similar, utilizando a energia proveniente do animal-espírito.
Os ritmos complexos e às vezes encantatórios da música xamânica imitam o processo sem fim da Natureza e celebram a globalidade do Universo. Assim como o trovão que chega na primavera e no verão permite que as pradarias das grandes planícies refloresçam, a música ameríndia alimenta o terreno do coração humano. Geralmente, ela combina um tambor, uma flauta ou um chocalho e cantos. Os instrumentos são descritos como as contrapartes das poderosas forças elementares do trovão. A batida do tambor é o clarão que permite ao coração humano serpentear fora de sua dependência. A melodia da flauta (seus seis furos representam as quatro direções cardeais, mais o céu e a terra) é o vento que purifica e insufla a vida no coração. O som do chocalho representa a luz que ilumina o coração e carrega o ser de energia. Os ritmos musicais, as preces e os ruídos da Natureza provocam aquilo que Michael Harner chamou de "estado de consciência xamânica".

Texto: O FÍSICO, O XAMÃ E O MÍSTICO (Patrick Drouot- tradução de Luca Albuquerque) Rio de Janeiro- Record - Nova Era. 1999.


Versão em PDF do livro em:
ou em texto:
http://www.visionvox.com.br/biblioteca/p/Patrick-Drouot-O-Fisico-O-Xama-e-O-Mistico.txt

Fonte:http://www.oficinadeconsciencia.com.br/xamanismofisica.htm

terça-feira, 5 de março de 2013

O Jardim de Dubai

Miracle Garden:45 milhões de flores em pleno deserto!






sexta-feira, 1 de março de 2013

A canção Ho'oponopono

I Love You,
(Te amo)
 I'm Sorry, 
(Sinto muito)
 Please Forgive Me, 
(Me perdoe)
 Thank You.
(Sou grato)


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segunda-feira, 25 de fevereiro de 2013

Noite de lua cheia...






Por mais que eu pense
Que eu sinta, que eu fale
Tem sempre alguma coisa por dizer
Por mais que o mundo dê voltas
Em torno do sol, vem a lua
Me enlouquecer

A noite passada
Você veio me ver
A noite passada
Eu sonhei com você

Oh lua de cosmo
No céu estampada
Permita que eu possa adormecer
Quem sabe, de novo nessa madrugada,
Ela resolva aparecer

A noite passada
Você veio me ver
A noite passada
Eu sonhei com você

domingo, 24 de fevereiro de 2013

O que significa Namastê?




Por Subhamoy Das, About.com
Traduzido por Sarasvati

‘Namaste’ ou ‘namaskar’ é a maneira indiana de cumprimentar as outras pessoas. Onde quer que estejam – na rua, em casa, no transporte público ou ao telefone – quando os Hindus encontram pessoas que eles conhecem ou estranhos com quem queiram iniciar uma conversa, namaste é a saudação habitual para começar e também para encerrar um encontro. Ele não é um gesto superficial ou uma simples palavra, e é para todas as pessoas – jovens e velhos, amigos e estranhos.

Namaste de acordo com as Escrituras:
Namaste e suas variantes ‘namaskar,’ ‘namaskaara’ ou ‘namaskaram’, é uma das cinco formas de saudação tradicional mencionada nos Vedas. Ele é normalmente entendido como uma prostração mas na verdade se refere a fazer uma homenagem ou demonstrar respeito um ao outro, como é praticado atualmente, quando nos saudamos.

O Significado do Namaste:
Em sânscrito a palavra é namah + te = namaste que significa “Eu me curvo a você” – meus cumprimentos, saudações ou prostração a você. A palavra ‘namaha’ também pode ser literalmente interpretada como "na ma" (não é meu). Ela tem um signifcado espiritual de negação ou a redução do seu ego na presença de outro.

Como fazer o Namaste:
Dobre os braços a partir do cotovelo e coloque as palmas das mãos uma de frente para a outra. Junte as palmas e as posicione em frente ao peito. Diga a palavra Namaste enquanto curve a cabeça em direção às pontas dos dedos.

Porque Namaste:
Namaste poderia ser somente uma maneira casual ou formal de cumprimento, uma convenção cultural ou um ato de adoração. No entanto, há muito mais nele do que pode se pensar a princípio. O encontro real entre as pessoas é o encontro de suas mentes. Quando nós nos cumprimentamos com namaste, isso significa, ‘possam nossas mentes se encontrar’, indicado pelas palmas unidas junto ao peito. Ao curvarmos a cabeça estamos demonstrando uma maneira graciosa de estender a amizade em amor, respeito e humildade.

O Significado Espiritual do Namaste:
O motivo pelo qual fazemos o namaste tem um significado espiritual muito mais profundo. Ele reconhece a crença de que a força vital, a divindade, o Eu ou o Deus em mim são a mesma coisa. Reconhecendo essa unicidade com o encontro das palmas, nós honramos o deus na pessoa que encontramos.

Namaste em Orações:
Durante as orações, os Hindus não somente fazem namaste mas também se curvam e fecham os olhos, como se fosse para olhar dentro do espírito interior. Esse gesto físico é algumas vezes acompanhado de nomes de deuses como ‘Ram Ram’, ‘Jai hri Krishna’, ‘Namo Narayana’, ‘Jai Siya Ram’ ou apenas ‘Om Shanti’ – o refrão comum nas preces Hindus. Isso é também muito comum quando dois devotos Hindus se encontram – indicando o reconhecimento da divindade dentro de nós mesmos e estendendo um caloroso acolhimento para o outro.

sábado, 23 de fevereiro de 2013

O caçador e o Anjo

Logo que acordei, pedi um conselho para o dia de hoje e eis que recebo esta bela lição.
Boa leitura!

http://www.marioduguay.com/

"Era uma vez um jovem Anjo que duvidava da existência dos homens. Ele via uma forma de carne, ossos, sangue, pele, cabelos, uma forma material. Essa forma se movia, alimenta-se e descansava, mas ainda assim o Anjo duvidava de que fosse um homem.
O Anjo sabia que os homens são espírito e matéria, e que ele tinha de cumprir uma missão: cuidar de um deles. Porém, questionava se a forma rude que via era mesmo de um ser humano.
O homem, chamado Estêvão, só acreditava no mundo material e ria quando alguém lhe dizia que existam Anjos. Um dia ele foi caçar numa floresta e, correndo sobre o mato úmido atrás de um veado, bateu contra o tronco de uma árvore morta, que estava caída no chão. A arma escorregou de suas mãos e um forte estrondo, como o rugido de um leão, agitou a floresta. Rapidamente os pássaros revoavam e animais pequenos voltaram a suas tocas. Ao cair no chão a espingarda disparara, o caçador, com tão pouca sorte, foi ferido.
Estêvão, lá deitado, vendo o sangue escorrendo de seu peito, olhou para o céu a fim de pedir socorro e, num raio de sol que penetrava pela copa das árvores, divisou a imagem de um Anjo, com suas asas brancas. O Anjo, por sua vez, ao ver o homem clamando por Deus, percebeu seu espírito. Ambos se olharam com curiosidade e em seguida passaram a se examinar mutuamente.
- Você é um Anjo? Então Anjos existem! - disse o homem, admirado.
- Você é um homem? Então os homens existem! - exclamou o Anjo.
Ambos deram-se as mãos. Estêvão, no entanto, havia perdido muito sangue e desmaiou. Foi acordar num quarto simples, da casa de um lenhador que "por acaso", passara por onde ele se encontrava na floresta e, ao vê-lo ferido, dispôs-se a ajudá-lo.
Desde esse dia o caçador se fez amigo do Anjo, e o Anjo se fez amigo do homem. O humano sentiu-se tão feliz com seu companheiro celeste que deixou de matar outas criaturas. Agora, sua maior diversão era observar os seres da natureza: ondinas, gnomos, silfos e salamandras. Mostrou também seu mundo a seu amigo: casas e fábricas, lojas e clubes, cinemas e teatros. Mas o ser celeste preferia as florestas, as montanhas e os mares, o ruido do vento, das ondas e dos pássaros.
O homem e o Anjo sempre permaneciam juntos, e os sensitivos que por acaso os viam, detinham-se perplexos a observá-los: ambos caminhavam juntos, tão serenamente que ninguém sabia se o homem era guiado pelo Anjo ou se o Anjo era guiado pelo homem."

Fonte: A Invocação dos Anjos - Padma Patra - Círculo do Livro/1994

quarta-feira, 20 de fevereiro de 2013

Aceite o desafio...

... descubra uma palavra no quadro abaixo e reflita sobre o que ela significa para você.



Fonte:
https://www.facebook.com/pages/Desapego/361135657237419

sexta-feira, 15 de fevereiro de 2013

Energia livre / Orgone / Energia UM

A primeira e única vez em que "vi" a palavra Orgone foi quando li o livro  "Signos Estelares" de Linda Goodman
Passado muito tempo desde então, hoje, por outras vias, acabei encontrando um vídeo sobre o tema. Coisas interessantes, que infelizmente ficam à margem do grande público que, cada vez mais, está carente de informações relevantes e úteis.
O texto que segue logo abaixo do vídeo é de autoria de Domingos Takeshita:





A história desses três homens, apesar de terem vivido em tempos e lugares diferentes, tem algo que os une. Todos, cada um a sua maneira, chegaram até a energia primordial do universo. Nikola Tesla a chamou de Energia Livre, Wilhelm Reich de Orgone, e o brasileiro Frederico de Marco, aqui da cidade de Araraquara, de Energia UM. Alguns outros cientistas de pesquisadores, como John Bedini, John Hutchison e Adam Trombly também chegaram à ela, como outros tantos, mas que por falta de espaço deixarei de citar aqui. Essa é a energia que está disponível no universo, galáxias, estrelas, planetas, e dentro de cada um de nós. Esses homens descobriam também como utilizá-la, e se, destinada à movimentar toda a nossa tecnologia atual, substituiria gratuitamente todas as fontes de energia que estamos utilizando agora. Não foi por menos que alguns desses pesquisadores tiveram seus laboratórios, residências e locais de trabalho invadidos e destruídos, suas vidas arruinadas, e alguns foram assassinados, como Eugene Mallove (editor da revista Infinite Energy), W.Reich, Franz Bardon e outros tantos. Se fosse listar todos os que foram vítimas de violências e assassinatos, no correr dos últimos cem anos, encheria todo esse espaço do descritivo. 
Traduzindo, tem gente muito má que procura, das formas mais vis, obstruir o verdadeiro progresso da humanidade, e outros, por total ignorância, denigrí-los. Os tempos, porém, são outros, e pelo planeta muita gente volta à pesquisá-la, assim como procurar conhecer as pessoas que a acessaram. E, felizmente, sem necessariamente colocarem as suas vidas em risco. 
Para que a integridade dessa nova geração, e daqueles que sobreviveram até os dias de hoje, torna-se fundamental que seus trabalhos e identidades sejam conhecidos e divulgados pela WEB.
grato pela sua atenção.



Vale conferir também:
O que é ORGôNIO?
imagem:www.crescent.com.br

domingo, 10 de fevereiro de 2013

Lua com cara de gente?




Em Dezembro passado, enquanto forrava o chão para fazer uma pintura na parede do banheiro, em meio há tantos jornais, encontrei um com a imagem acima e me lembro que prestei atenção ao nome que anunciava o artigo para procurar depois na rede.
Sempre que vejo esta imagem, tenho curiosidade de saber de onde ela é, sei apenas que é dos tempos do cinema mudo e o que mais me chama a atenção é justamente esta lua com cara de gente...
Realmente o ser humano é assim, para tudo o que for possível ele quer humanizar as outras coisas e seres...
Na verdade esta "lua humana" trata-se de uma cena do filme de 1902 chamado "Viagem à Lua" de George Méliès.
Viagem à Lua conta a estória de um grupo de astrônomos que viajam à Lua numa cápsula lançada por um canhão gigante. Chegando lá, eles foram capturados pelos habitantes da lua.
O filme pode parecer algo bem simplório nos dias atuais, mas com certeza deve ter sido bem marcante na época em que ele foi feito.


quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Os 32 chakras e a coluna vertebral



Vi este desenho no Facebook do amigo António Rosa que me deixou bastante curiosa.
Procurei saber mais sobre o tema, que por sinal é interessantíssimo.
Na web, encontrei um texto junto com esta imagem, mas infelizmente não há explicações sobre o significado de cada símbolo e do desenho em si, creio que a imagem serviu apenas como uma mera ilustração para o artigo.
Se por um lado a pesquisa foi meio frustrante, por outro foi bom demais uma vez que, acabei encontrado a fonte da imagem no livro de Cyndi Dale.
Maravilhoso.




Caso sinta-se interessado em ler segue o link abaixo:

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013

Lutando pela vida


Cágado atropelado recebe abraçadeiras para se recuperar de fratura
Animal foi atendido no Hospital Veterinário de Uberaba. Para reparar o casco, veterinário precisou inovar nos materiais usados na cirurgia
por Cristiane Silva

O cágado, que recebeu o nome "Tite", tem seis braçadeiras plásticas para unir as duas partes do casco

Um cágado-de-barbicha de cerca de 3 anos se recupera de uma grave fratura no casco após passar por uma cirurgia no Hospital Veterinário de Uberaba, no Triângulo Mineiro. Durante a intervenção, o veterinário precisou usar materiais alternativos para reparar o ferimento do réptil.
Segundo Cláudio Yudi, o cágado foi levado para o hospital pela Polícia de Meio Ambiente da cidade em 19 de janeiro, após ser encontrado ferido no Anel Viário que liga a MG-427, próximo à penitenciária da cidade. Em um atropelamento, o réptil teve o casco partido ao meio.

O réptil foi encontrado ferido após ser atropelado em uma rodovia de Uberaba

Na cirurgia, foram usados materiais comuns para esse tipo de fratura, como resina plástica colorida – a mesma usada por dentistas -, fios de aço, cola cirúrgica e parafusos. O diferencial no procedimento foi a aplicação de seis abraçadeiras plásticas, material normalmente usado para prender fios ou outros itens, muito resistente e de baixo custo. O cágado recebeu seis delas para fixar a parte do casco que se separou.
O veterinário Cláudio Yudi explica, ainda, que esse tipo de fratura é muito comum na espécie. Como existem variações no tipo de fratura, o uso de materiais incomuns aliado à criatividade asseguram uma recuperação rápida do animal. Por ser um animal ectotérmico – que depende da temperatura ambiente para sobreviver – a recuperação da fratura pode demorar mais de um ano. O cágado está em observação no Hospital Veterinário de Uberaba.

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Lembranças

Em dias como o de hoje, onde o que eu mais gostaria era de estar em outro lugar, bem longe deste em que me encontro agora, um tempo mais feliz como costumo dizer quando estou de saco cheio de situações e de pessoas chatas, fujo pro meu mundo secreto em busca das boas lembranças de outros tempos, lugares e pessoas.
Enquanto reviro o baú das boas recordações ouço minha trilha sonora...
Bom para renovar o astral.







domingo, 3 de fevereiro de 2013

Coleção História Geral da África em português

Publicada em oito volumes, a coleção História Geral da África está agora também disponível em português. A edição completa da coleção já foi publicada em árabe, inglês e francês; e sua versão condensada está editada em inglês, francês e em várias outras línguas, incluindo hausa, peul e swahili. Um dos projetos editoriais mais importantes da UNESCO nos últimos trinta anos, a coleção História Geral da África é um grande marco no processo de reconhecimento do patrimônio cultural da África, pois ela permite compreender o desenvolvimento histórico dos povos africanos e sua relação com outras civilizações a partir de uma visão panorâmica, diacrônica e objetiva, obtida de dentro do continente. A coleção foi produzida por mais de 350 especialistas das mais variadas áreas do conhecimento, sob a direção de um Comitê Científico Internacional formado por 39 intelectuais, dos quais dois terços eram africanos.
Fonte: © UNESCO 

Download  gratuito dos 8 volumes no link abaixo:

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Outros olhares