terça-feira, 31 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (7ª noite)

ATENÇÃO:
O texto deste áudio pode ser lido em



Sétima Noite Santa
Na sétima Noite Santa, através do portal de Virgem, recebemos os impulsos espirituais dos Kyriotetes, que são as capacidades de criar o espaço para algo novo ser gestado no íntimo, e de encontrar forças a partir do seu próprio interior, para fazer desabrochar a sua vida. Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, com texto de Edna Andrade, música de Marcus Viana (O Grande Sol Vermelho, álbum Ignis)
 

Abertura e 1ª Noite aqui
2ª NOITE AQUI
3ª NOITE AQUI
4ª NOITE AQUI
5ª NOITE AQUI
6ª NOITE AQUI
8ª NOITE AQUI
9ª NOITE AQUI

10ª NOITE AQUI
11ª NOITE AQUI
12ª NOITE AQUI

Fonte:https://soundcloud.com/mirna-grzich/7-noite-santa/s-yHH8a

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (6ª noite)

ATENÇÃO: 
O texto deste áudio pode ser lido em: 



Na Sexta Noite Santa, através do portal da Balança, recebemos dos Dynamis, ou Virtudes, os impulsos espirituais para desenvolver o equilíbrio interior e conseguir conter as forças de dispersão, para que tenhamos uma vida coerente e harmoniosa. Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, com texto de Edna Andrade, música de Jami Sieber (Dance with Tinkerbell, do álbum Timeless) 

Fonte:https://soundcloud.com/mirna-grzich/6-noite-santa/s-euxgC


Ouça também:

ABERTURA E 1ª NOITE AQUI
2ª NOITE AQUI
3ª NOITE AQUI
4ª NOITE AQUI
5ª NOITE AQUI

7ª NOITE AQUI
8ª NOITE AQUI
9ª NOITE AQUI
10ª NOITE AQUI
11ª NOITE AQUI
12ª NOITE AQUI

domingo, 29 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (5ª noite)

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Nesta quinta Noite Santa, recebemos através do portal de Escorpião os impulsos espirituais dos Exusiai, ou Potestades, para aceitar por um lado as nossas fraquezas, e por outro lado receber os impulsos espirituais para a superação e transformação dessas forças. Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, com texto de Edna Andrade, música de Hans Christian (Haltingly, do álbum All is Well)
 

ABERTURA E 1ª NOITE AQUI
2ª NOITE AQUI
3ª NOITE AQUI
4ª NOITE AQUI
6ª NOITE AQUI
7ª NOITE AQUI
8ª NOITE AQUI
9ª NOITE AQUI
10ª NOITE AQUI
11ª NOITE AQUI
12ª NOITE

sábado, 28 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (4ª noite)

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Nesta quarta Noite Santa recebemos através do Portal do Sagitário os impulsos espirituais dos Arqueus, também chamados de Principados, para o fortalecimento da personalidade, de forma que tenhamos forças de estabelecer e sustentar impulsos mais abrangentes na nossa vida, que nos orientem para o futuro e que contenham metas espirituais para a nossa existência. Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, com texto de Edna Andrade, música de Hans Christian & Andrew Harvey (The Call, álbum Rumi Symphony).
 


3ª NOITE AQUI
4ª NOITE AQUI
5ª NOITE AQUI
6ª NOITE AQUI
7ª NOITE AQUI
8ª NOITE AQUI
9ª NOITE AQUI
10ª NOITE AQUI
11ª NOITE AQUI
12ª NOITE AQUI

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (3ª noite)

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Nesta terceira Noite Santa recebemos através do Portal da Constelação de Capricórnio os impulsos dos Arcanjos para o fortalecimento da nossa personalidade através da expansão da luz e autonomia da nossa inteligência. Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, com texto de Edna Andrade, música de Jamie Sieber (The Invitation, álbum Timeless).


https://soundcloud.com/mirna-grzich/1-noite-santa
http://mirnagrzich.com.br/

Ouça também:
Abertura e 1ª Noite
2ª Noite
4ºNoite
5ª Noite
6ª Noite
7ª Noite
Noite
Noite
10ª Noite
11ª Noite
12ª Noite

quinta-feira, 26 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (2ª noite)

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Segunda Noite Santa
Nesta segunda Noite Santa recebemos através do Portal da Constelação de Aquário os impulsos dos Anjos para que possamos enxergar e permanecer fiéis aos nossos ideais. Os nossos ideais iluminam e protegem o nosso caminho e apontam para onde devemos seguir. Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, texto de Edna Andrade, música de Ashana e Thomas Barquee (Hymn, do álbum Jewels of Silence, Meditations on the Chakras for Voice and Crystal Singing Bowls).
  https://soundcloud.com/mirna-grzich/1-noite-santa
http://mirnagrzich.com.br/

OUÇA TAMBÉM:
Abertura e 1ª NOITE: AQUI
3ª NOITE AQUI
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11ª NOITE AQUI
12ª NOITE AQUI

quarta-feira, 25 de dezembro de 2013

12 Noites Santas - uma jornada meditativa com Mirna Grzich (1ª noite)

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Abertura das 12 Noites Santas, jornada meditativa inspirada na obra de Rudolf Steiner, que revelou a Antroposofia para o mundo. A explicação histórica, mística e sagrada do Significado desse período que vai do dia 25 de dezembro ao dia de Reis. Produção de Gabriel Lehto, Interpretação de Mirna Grzich com texto de Edna Andrade, música de Hans Christian e Harry Manx (I Saw it in Your Eyes, do album You are the Music of My Silence).    


Primeira Noite Santa:
Nesta primeira Noite Santa recebemos da Constelação de Peixes os impulsos para nos firmarmos nos nossos próprios pés e nos erguermos, que são as condições básicas para alcançar a liberdade individual, a meta para a qual nos destinamos, como seres individualizados.Interpretação de Mirna Grzich, produção de Gabriel Lehto, com texto de Edna Andrade, música de Hans Christian (Divine Union, do álbum Rumi Symphony).

https://soundcloud.com/mirna-grzich/1-noite-santa
http://mirnagrzich.com.br/

2ª NOITE AQUI
3ª NOITE AQUI
4ª NOITE AQUI
5ª NOITE AQUI
6ª NOITE AQUI
7ª NOITE AQUI
8ª NOITE AQUI
9ª NOITE AQUI
10ª NOITE AQUI
11ª NOITE AQUI
12ª NOITE AQUI

segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Simpáticas sereias

Encontrei hoje no Facebook a imagem destas simpáticas sereias em posturas de ioga e, embora eu tenha procurado saber de quem são, não encontrei nada, infelizmente.


Claro que este tema é sempre repleto de belas imagens, como estas daqui e a gente viaja no encanto delas...
Por conta deste encantamento, acabei me lembrando de uma carta que faz parte do Tarot Sagrado dos Orixás.
ilustração por Durkon

Segundo o autor, Zolrak, as Ondinas e Sereias regem as áreas de comunicação ou expressão em suas diversas formas; oral, escrita ou gestual. Possuem um espírito solícito para com o próximo e criam sentimentos de fraternidade.

Significado: Esses seres elementais, representam todos os que, tendo muitos anos de experiência em certas áreas, estão ligados a atividades que aliviam a dor física: médicos, fisioterapeutas e outros, ou como comunicadores, repórteres, críticos de arte, etc.

Então, vivas à elas!


quinta-feira, 12 de dezembro de 2013

Estranhos habitantes num cemitério


Um cenário surpreendente para bichos escolherem viver. O Cemitério da Saudade, na Região Leste
de Belo Horizonte, é morada para um casal tucanos, esquilos, famílias de morcegos, corujas e maritacas. 
Cemitério da Saudade vira morada de tucanos e esquilos
Outros bichinhos também vivem na necrópole e convivem com visitantes diariamente. Os tucanos escolheram o ambiente para reprodução, os esquilos já se firmaram como moradores oficiais e morcegos estão em família

O casal de tucano-toco escolheu a necrópole para se reproduzir. Também conhecido como tucanuçu, a ave de bico grande e alaranjado, que chama a atenção por sua beleza, se agita e faz barulho ao perceber a presença de curiosos. Espécie típica do Cerrado, o tucanuçu, maior entre os tucanos, é cada vez mais comum em áreas urbanas bem arborizadas. O tucanuçu vive aos pares no período reprodutivo e constrói ninhos em ocos de troncos, aproveitando buracos já existentes. Alimenta-se de frutas nativas e, às vezes, ovos e filhotes de outras espécies.
Os tucanos não são os únicos visitantes do cemitério. De acordo com o agente administrativo José Vieira Guimarães, as espécies são variadas e o destaque entre visitantes fica por conta dos esquilos. “Aqui tem bastante esquilo. Eles já se acostumaram com as pessoas”, diz.
De acordo com o biólogo da Fundação de Parques Municipais, Ernesto de Oliveira Andrade Lemes, esse esquilo, também conhecido por caxinguelê ou serelepe, costuma usar os ocos de árvores para armazenar alimento, proteger os filhotes e se proteger. Assim como o tucano, o caxinguelê pode ser encontrado em áreas urbanas, geralmente em locais onde há um bom adensamento de árvores.

Fonte:

sábado, 7 de dezembro de 2013

Hexágono - uma tempestade em Saturno

Mega tempestade conhecida como o 'Hexágono' é registrada em Saturno
A tempestade acontece no polo norte do planeta e abrange uma área de 30 mil quilômetros

As correntes de ar que formam o hexágono abrangem uma área de aproximadamente
30 mil quilômetros e giraram a cerca de 322 Km/h

Saturno é popularmente conhecido por seus anéis, mas ele tem uma outra característica tão fascinante quanto. O 'Hexágono', como é chamada a tempestade de formato geométrico que acomete o pólo norte do planeta gasoso, ainda é cercada de mistérios. Apesar disso, ela tem encantado pesquisadores há quase 30 anos, desde que foi descoberta. Agora ainda mais após a Nasa ter divulgado novas imagens em formato de vídeo, feitas pela sonda Cassini, que gravou o evento em alta-resolução.
O evento foi registrado pela primeira vez pela sonda Voyager 1 na década de 1980. Apesar de não entenderem perfeitamente o hexágono, pesquisadores da Nasa informaram que as correntes abrangem uma área de aproximadamente 30 mil quilômetros e giraram em uma velocidade de cerca de 322 Km/h. 
“O hexágono é uma corrente de ar e eventos climáticos que compartilham similaridades com esse pelo universo são notoriamente instáveis e turbulentos”, afirma o membro da equipe responsável pelo projeto do Instituto de Tecnologia da Cálifornia, Andrew Ingersoll.
Perto dele, os eventos climáticos mais brutais experimentos no nosso planeta parecem inofensivos. “Um furacão na Terra geralmente dura uma semana, mas esse existe há décadas – e quem sabe – talvez até anos”, comenta.
O vídeo foi feito em um período de 10 horas, em que a Cassini registrou imagens do planeta. A expectativa dos pesquisadores é de fazer imagens ainda melhores do hexágono em 2017, quando a iluminação sobre o planeta promete facilitar o processo de gravação.

quinta-feira, 5 de dezembro de 2013

24ª Feira Nacional de Artesanato em Belo Horizonte


Horário de Funcionamento:
Dia 04/12 (quarta-feira): de 14:00 hs às 22:00 hs 
Dia 05/12 (quinta-feira): de 14:00 hs às 22:00 hs
Dia 06/12 (sexta-feira): de 14:00 hs às 22:00 hs
Dia 07/12 (sábado): de 10:00 hs às 22:00 hs
Dia 08/12 (domingo): de 10:00 hs às 21:00 hs 

COMO CHEGAR:
► De carro – onde você terá a disposição um amplo estacionamento com 3.000 vagas. O estacionamento é gerenciado pela administração do pavilhão e é pago.

► De metrô – descendo na Estação Gameleira, você terá acesso direto dentro do Pavilhão, através do finger que atravessa a Rua Craveiro Lopes e desemboca no segundo piso do Pavilhão.

► De ônibus municipal – para chegar ao Pavilhão você poderá pegar as seguintes linhas 
- Belo Horizonte - centro – pavilhão: 2104 - 1510 - 1502 - 2151 - 1139
- Contagem – pavilhão: 2190 / 2550 / 2950 / 2740/ 2700/ 1900

INGRESSOS

►10 reais.
► Caravanas (quarta 04/12, quinta 05/12 e sexta 06/12) – desconto de 50% no valor do ingresso
► Menores de 12 anos e maiores de 60 anos não pagam ingresso
► Lojista nacional e internacional – entrada gratuita com a apresentação do cartão do CNPJ ou cartão de visita da loja.


e no Portal UAI

quarta-feira, 4 de dezembro de 2013

Não se apresse em fazer julgamentos



Em uma terra distante, um rei tinha quatro filhos, e desejava que eles adquirissem grande sabedoria para que, um dia, pudessem governar em seu lugar. Foi então que, ao se dar conta de que eles chegavam a conclusões com muita rapidez, e não tomavam tempo para contemplar as coisas, considerou que já era a hora de que eles aprendessem a não ter pressa quando fizessem seus julgamentos.
Por este motivo, o rei convidou cada um dos príncipes para fazer uma viagem e observar uma árvore que fora plantada num local distante. O primeiro filho chegou lá no INVERNO, o segundo chegou na PRIMAVERA, o terceiro chegou no VERÃO e o quarto, o caçula, no OUTONO. Quando eles retornaram, foram reunidos pelo pai, quem pediu a eles que contassem o que tinham visto.
O primeiro, que tinha chegado no INVERNO disse que a árvore era feia e acrescentou: “Além de feia, ela é seca e retorcida!”
O segundo, que havia chegado na PRIMAVERA, disse que aquilo não era verdade. Contou que encontrou uma árvore cheia de botões, e carregada de promessas.
O terceiro, que encontrou a árvore no VERÃO, disse com grande alegria que ela estava coberta de flores, e que estas tinham um cheiro tão doce e eram tão bonitas que ele arriscaria dizer que eram a coisa mais graciosa que ele jamais tinha visto.
O último filho, que havia chegado no OUTONO, disse que a árvore estava carregada e arqueada cheia de frutas, vida e promessas. O pai então explicou a seus filhos que todos eles estavam certos, porque eles haviam visto apenas uma estação da vida da árvore. Ele disse que assim como não se pode julgar uma árvore por apenas uma estação, também não se pode julgar uma pessoa.
Todas as coisas na vida só podem ser compreendidas em sua essência quando são contempladas em sua totalidade, exatamente como no momento em que todas as estações do ano se completam. Se abandonamos as pessoas e os projetos no INVERNO, perderemos as promessas da PRIMAVERA, a beleza do VERÃO e a expectativa do OUTONO.
Não se deve permitir que o sofrimento e a privação causados por uma estação destruam a alegria e a abundância de todas as outras. É um erro julgar a vida e as pessoas apenas por uma estação difícil ou um comportamento equivocado. Tudo o que é aparente está em constante mudança, e por isso devemos nos concentrar no que é eterno, e assim superaremos em qualquer dificuldade.

Fonte:

terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Geobiologia estuda como a casa influencia na vida e no bem-estar dos moradores

Ciência pode ser aliada na decoração da casa com base em aspectos energéticos que mantêm a harmonia de cada ambiente 



por Lilian Monteiro - Estado de Minas

A luz contribui para o bom humor e a vivacidade das pessoas em um ambiente. Excesso de aparelhos eletrônicos provoca poluição eletromagnética, podendo causar dor de cabeça. A planta traz vida e cor para dentro de casa. Esse tipo de preocupação e cuidado são parte do trabalho do geobiólogo Allan Lopes, fundador da Casa Saudável, especializada na concepção da habitação levando em conta a saúde dos moradores. Ele enfatiza que elementos da decoração vão além da função estética e podem influenciar no bem-estar e modo de vida das pessoas.
A primeira orientação de Allan é quanto às cores da casa. Ele recomenda nunca polarizar, ou seja, ter uma cor predominante. Tudo branco, bege ou cinza... “É preciso olhar para a casa como se fosse o prato ideal indicado pela nutricionista. O prato colorido não é o mais rico em nutrientes? Então, com as cores é o mesmo raciocínio.” O importante é ter um tom principal e outros que quebrem. As tonalidades diferentes podem estar na parede colorida, na roupa de cama, no quadro, na porta ou num detalhe que vai fazer a diferença no espaço.
O geobiólogo enfatiza que as cores têm grande impacto sobre as pessoas e, se alguém não abrir mão da cor única, a dica é escolher o verde. “É a cor da natureza. O ser humano está acostumado com ela. Mas vale ressaltar que a natureza não é só verde. Além das várias nuances, há flores, galhos, troncos, ou seja, variedade.”
O uso correto das plantas é a segunda dica destacada por Allan. Ele explica que todos devem ter dentro de casa plantas naturais, já que, além de compor a decoração, vão “quebrar a cor e têm efeito psicológico, ao nos lembrar a natureza. Num ambiente artificial perdemos a referência. Sem falar que limpa o ambiente, principalmente aquele com ar-condicionado. Além de decorativo, as plantas são funcionais.” As artificiais são descartadas pelo geobiólogo. “Tudo artificial desencadeia crise pessoal e existencial. O que reflete na casa.”

Espelho:
Ao escolher adornos, arranjos, mobiliário, enfim, os ornamentos da casa, Allan reforça que o dono, o arquiteto, o decorador e o designer de interior precisam ter em mente que a decoração ideal deve destacar elementos pessoais. Não só os decorativos. “É fundamental ter em casa objetos que lembrem quem você é. Foto da formatura, o diploma na moldura, imagens de viagem, um quadro que pintou, a medalha ganha na corrida, enfim, lembranças particulares. Decoração fria, de salão de móveis, não tem a ver. Comprar só pela estética é errado. O importante é exibir sua história.”
O espelho, peça que faz a diferença em qualquer espaço e valorizada por todos, é visto com cautela. Allan não aconselha tê-lo visível no quarto. O melhor lugar é na porta do armário. Ou no banheiro. Jamais refletindo você deitada. “Enquanto dormimos nos tornamos mais vulneráveis e o nosso reflexo pode afetar o subconsciente, gerando inquietação.”

Geobiologia:
A relação dos ambientes com o bem-estar e a saúde é percebida desde a antiguidade. No século 20, esse conhecimento foi reconhecido na Europa como ciência e ganhou o nome de geobiologia ou biologia da construção. Área que se preocupa em olhar a casa como fonte de saúde e não de doenças. Enxerga a habitação como uma terceira pele, das cinco que temos. A primeira pele é a orgânica, que cobre o corpo; a segunda são as vestimentas; a terceira é a casa; a quarta, a cidade, vila, lugarejo; e a quinta e mais abrangente a Terra, casa em que todos habitam. Essas cinco peles devem trabalhar em conjunto e são partes de um único organismo.

Distribuição das cores:
- Quartos - tons pastel, azul e verde são ideais porque relaxam
- Cozinha - vermelho e laranja estimulam o apetite e a ação dos sucos gástricos
- Escritório e ambientes de estudo - amarelo é o mais indicado porque ativa a atividade mental
- Todos os cômodos - o branco é sinônimo de equilíbrio e se adapta ao que o ambiente necessita

Iluminação:
Lâmpadas de espectro amarelo são as mais indicadas porque se assemelham à luz do Sol, além de estimular a criatividade e  a produtividade. No quarto, a presença de muita luz pode diminuir a capacidade de produção de melatonina, hormônio fundamental para a regulação das glândulas do organismo, do sistema imunológico. Se tiver muita luz da rua entrando no  quarto, o especialista indica o uso de uma persiana ou cortina do tipo blackout na janela, para deixar o local mais escuro.

segunda-feira, 2 de dezembro de 2013

Perthro

imagem:Perthro - Adamantane
A palavra peorth recebeu várias traduções; a mais apropriada para ilustrá-la é peça que lança o jogo, como o copo que lança dados ou a carta que determina o coringa em certos jogos. Está diretamente associada ao futuro, aos mistérios, aos segredos e à Fênix, ave mítica que renasce das próprias cinzas.

Planeta associado: Marte
Significado: Iniciação, Inesperado e Segredo
Energia: Revelação
Essência: Renascer e viver o futuro
Ação: Apagar mágoas, permitir-se o futuro, não viver no passado
Concretização: Liberdade e Inovação
Provérbio: Águas passadas não movem o moinho
Mensagem: Viva o presente sem limitações.
Cristal favorecedor: Crisocola
Erva favorecedora: Alecrim
Aroma intensificador: Alecrim
Vela: Azul-claro
Mentalização: Entrego ao Criador o meu passado, vivo com a Sua Luz o meu presente e confio a Ele o meu futuro!


Stadha (postura):
fonte:Sunnyway




Atuação: esta postura recicla mágoas e energias do passado
Postura: sentado, pernas ligeiramente flexionadas, plantas dos pés no chão, braços dobrados, palmas das mãos voltadas para cima, cabeça para frente.
Ação: feche os olhos e imagine uma luz azul-claro iluminando e limpando sua mente e seu coração.
Mentalização: Eu tenho a força para transformar minha vida.





Texto: 
Runas Magia e transformação de Rosa Maria Biancardi - Ed. Alfabeto

quinta-feira, 28 de novembro de 2013

Sabores e Saberes da África



OS SABORES:

ÀKÀRÀ e ÒGÌ (receita da Nigéria)


*ÀKÀRÀ (ACARAJÉ):*
Feijão fradinho;
Óleo Vegetal;
Gengibre;
Cebola;
Camarão seco;
Pimenta;
Tempero com sal;
Água.

O feijão será batido no liquidificador depois de deixá-lo de molho por seis a oito horas e descascá-lo. Misturar a massa de feijão com os temperos (gengibre, camarão, cebola, pimenta e tempero com sal).
Coloque pouca quantidade de água. Misture até ficar homogêneo. Esquente bem o óleo vegetal. Com uma colher de pau grande, pegue a massa e modele o bolinho jogando cuidadosamente no óleo. Deixe-o para dourar um pouco e vire no óleo. Quando estiver bem frito, com uma escumadeira, tire os bolinhos e o excesso de gordura. 
Pronto para servir quente.

*ÒGÌ:*
Maisena;
Água fervente;
Leite de coco;
Leite condensado ou mel.

Ferva a água. À parte, coloque a maisena em pouca quantidade na água fria e misture com uma colher de pau até ficar homogênea. Vire o caldo frio na água fervente e misture até fica grosso. Coloque em potinhos e regue com mel ou leite condensado com leite de coco.


MAFÉ (receita de Senegal)

(porção para 4 pessoas)
Ingredientes:
½ pacote de amendoim torrado e moído (250g)
3 cenouras médias
3 batatas grandes
½ cebola média
4 bifes de contrafilé (1 Kg)
Caldo de carne – 1 tablete
2 colheres de sopa de extrato de tomate
Alho, sal e pimenta a gosto
Modo de preparo
Aquecer duas colheres de óleo em uma panela. Colocar a cebola picada, o alho e o sal a gosto e deixar dourar. Depois, colocar as duas colheres de extrato e deixar cozinhar por três minutos. Bater o amendoim no liquidificador com um pouquinho de água e virar na panela. Deixar cozinhar um pouco até o caldo ficar grosso, por volta de oito a dez minutos. Cozinhar a batata e a cenoura cortada em pedaços médios em uma panela separada, depois de cozidas, juntar ao molho. Passar os bifes já temperados com sal, alho e pimenta em uma frigideira até ficarem bem passados. Juntar ao molho. Servir com arroz branco e salada de alface.

fonte https://www.facebook.com/brasildasgerais?fref=ts

sábado, 23 de novembro de 2013

Um Doodle para mim!

Uma pena que só veio hoje...


... já que meu aniversário foi ontem:)
Mesmo assim, estou me sentindo muito chique.
O que vale, é a lembrança.
Obrigada Google!

segunda-feira, 18 de novembro de 2013

O ciclo das Mandalas por Mary Porto


A palavra Mandala significa em sânscrito "circulo mágico".
É usada desde a mais remota Antigüidade como o símbolo do centro, da meta e do si - mesmo. Revela um dos mais importantes aspectos da vida do ser humano: o sentimento de fazer parte, estar integrado no Todo.
É com Jung que, na atualidade, o simbolismo das mandalas foi tornado acessível para o Ocidente, identificando uma relação entre o material simbólico surgido espontaneamente nas formas desenhadas pelas pessoas que atravessam crises interiores e os símbolos sagrados encontrados nas mandalas.
Construir uma mandala pode ser ao mesmo tempo criar uma imagem e vivenciar o processo para a evolução espiritual, espelhando a interiorização mais elevada da vida anímica e conhecimento de suas possibilidades evolutivas.
Trabalhar a metamorfose da mandala na linguagem artística da aquarela e conhecimentos da geometria sagrada possibilita tornar visível a imagem do eu reintegrado no todo, o todo reintegrado no eu.



Fonte do texto Arandara


Confira a galeria de Mandalas:
http://www.arandara.com.br/fotos_mandalas.html
Livro e calendário:
http://antroposofica

quinta-feira, 14 de novembro de 2013

Mandala para a recuperação das forças físicas e espirituais

Encontrei a imagem abaixo ao "acaso" e, o que me chamou a atenção, foram suas cores simples, algo bem diferente das coloridíssimas mandalas que circulam pela Internet atualmente.
Em seu rodapé, há uma instrução, também muito simples, de sua utilização:

Esta Mandala ajuda a superar as fases difíceis da vida.
Mentalize que você está dentro do triângulo branco que transmite paz, aceitação e renovação das forças vitais.

Procurei saber um pouco mais sobre as outras figuras que estão nela, pois creio que há mais coisas interessantes para serem descobertas, mas não achei nada além de uma outra imagem e texto parecidos com este.
Confira-os AQUI.



Fonte da imagem:
https://picasaweb.google.com/godoyrama/MandalasDeProtecaoEspiritual#5356837535607333394

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Museu de Artes e Ofícios exibe exposição: "Oratórios - relíquias do barroco brasileiro"

Peças emblemáticas no cotidiano dos brasileiros, os artefatos representam as raízes da arte e fé do povo brasileiro. 
Oratórios revelam a saga do desbravamento do Brasil colônia


Chega a Belo Horizonte uma exposição que tem encantado católicos e apreciadores da arte: 'Oratórios – Relíquias do barroco brasileiro', que ficará em cartaz até 6 de janeiro no Museu de Artes e Ofícios, no Centro da capital. A mostra reúne 115 peças, entre oratórios, objetos e imagens sacras dos séculos 17 a 20 pertencentes ao Museu do Oratório, que funciona em Ouro Preto.
Merecedor de considerações respeitosas do público e de especialistas, o conjunto reúne trabalhos surgidos da soma de fé, arte e artesanato, revelando a fusão de contribuições africanas, portuguesas e indígenas para a cultura e a vida social brasileira.
As peças integram o núcleo dedicado a mostras itinerantes do Museu do Oratório. Curadora da mostra, Ângela Gutierrez explica que se propõe o mesmo percurso oferecido nas visitas ao acervo permanente da instituição ouro-pretana. O roteiro começa com oratórios de viagem – pequenas peças simples, que revelam a fé popular, carregadas na bagagem em deslocamentos em viagens áridas por terras hostis do Brasil colônia.
Em outra etapa do acervo vêem-se peças eruditas e elaboradas, comprometidas com estilos de época, mostrando o quanto a religião se fazia presente em contextos abastados. A colecionadora Ângela Gutierrez explica que ali estão trabalhos representativos de cada setor da sociedade que carregam histórias.

Papa 

Um dos oratórios que têm chamado a atenção traz Nossa Senhora do Rosário e é atribuído a Francisco Xavier Servas (1720 –1811), nome importante do barroco mineiro. Em 1997, ele ficou no quarto ocupado pelo papa João Paulo II, durante visita ao Brasil. O oratório foi escolhido por Ângela Gutierrez a pedido do cardeal dom Eugênio Salles. “Selecionei um bem mineiro, bonito e erudito. Barroco clássico”, conta ela. Outra atração é a casa de Santo Antônio, datada do século 19, encontrada no Rio de Janeiro e recém-inserida no acervo. “É uma peça curiosíssima. Não vou dizer mais nada porque quero que as pessoas a vejam ao vivo”, provoca a curadora. 
Este ano, a exposição passou pelo Centro Cultural Metropolitano de Quito (Equador) e pelo Museu Nacional de Belas-Artes do Rio de Janeiro, integrando a programação oficial da Jornada Mundial da Juventude ao lado da mostra Tesouros do Vaticano. 
A grande empatia despertada pela exposição em vários países não se deve, necessariamente, ao fato de ser arte ligada à religião, observa Ângela Gutierrez. “A magia dos oratórios seduz qualquer observador, estudioso ou não, tenha fé ou não. O fato de serem objetos religiosos é parte da simpatia que despertam. Oratórios emanam energia diferente. Em volta deles há um clima especial, que, para mim, vem da fé depositada no sagrado”, argumenta Ângela Gutierrez, dizendo-se “católica, mineira e com santo de devoção”.

Dia do Barroco 

Ângela Gutierrez considera importante o recém-instituído Dia do Barroco, que passa a ser comemorado em 18 de Novembro. “Temos 65% do patrimônio tombado e a celebração reflete essa situação”, argumenta. Com relação aos temas que gostaria de ver lembrados nessa data, a colecionadora aponta a necessidade de recuperação e preservação do patrimônio.
“Não se trata de um tema esquecido. Todo mundo ligado à questão pensa nisso o tempo todo”, avisa ela, lembrando que recuperar e preservar é processo caro, demorado e que exige mão de obra qualificada. “Gostaria que as pessoas – não estou falando só do poder público – se envolvessem com essa questão. Só a comoção geral é capaz de fazer com que as coisas se desenvolvam com mais rapidez”, conclui.

Quinze anos

Criado em Ouro Preto (MG) há 15 anos, o Museu do Oratório já superou 1 milhão de visitantes. Seu acervo reúne 162 oratórios e 300 imagens. Pequenos retábulos de uso particular, os oratórios se originaram nos primórdios da Idade Média e chegaram ao Brasil por meio do colonizador português, espalhando-se por fazendas, senzalas e residências.

Informações sobre a exposição:
"ORATÓRIOS – RELÍQUIAS DO BARROCO BRASILEIRO"
Local: Museu de Artes e Ofícios.
Endereço:Praça da Estação, s/nº, Centro, BH
Fone: (31) 3248-8600. 
Dias e horários: 
Terça e Sexta-feira, das 12h às 19h; 
Quarta e Quinta-feira, das 12h às 21h; 
Sábado, Domingo e feriado, das 11h às 17h. 
A exposição ficará até o dia 06 de Janeiro/2014. 
Entrada franca.

Confira mais imagens em:
http://divirta-se.uai.com.br/app/galeria/2013/11/12/interna_galeria,1194/museu-de-artes-e-oficios-exibe-exposicao-de-oratorios.shtml

segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Surpresa no caminho II (quem espera sempre alcança)

Em Abril deste ano postei AQUI no blog sobre um belo gato preto que vi rua, quando voltava da padaria.
Como se fosse um encontro marcado, uma segunda chance, meses depois, mais exatamente hoje, eis que o reencontrei no mesmo local onde o vi pela primeira vez.
Munida de um bom celular, tive a sorte de poder fotografá-lo.
Que delícia!





Ainda que eu quisesse, não tive como fotografá-lo com a cara virada para frente pois, tão logo eu tentava fazer com que ele olhasse para mim, apesar desta aparente cara séria e mau humorada, ele logo vinha se enroscar em minhas pernas.

Desta vez ele estava sem a coleirinha amarela que lhe conferiu um charme especial, mas ele não deixa de ser LINDO com ou sem ela.

Esta história ainda não acabou, tem mais AQUI.


sexta-feira, 8 de novembro de 2013

No meio do caminho tinha um pé, um pé de fruta-pão

Artocarpus incisus (Thunb.) L. F. - Fruta-pão

Hoje, durante minha caminhada matinal, vi na calçada algo parecido com pães e fiquei abismada com tamanho "desperdício".
Andando mais um pouco, ainda indignada com a situação, acabei encontrando a "responsável" pelo suposto desperdício.
Um pé de fruta-pão.
Os "pães jogados na calçada", nada mais são do que os frutos, já maduros, que se desprendem da árvore.
Confesso que achava que isto (fruta-pão) era invenção; que não existia esta espécie de árvore.
Santa ignorância!
Encontrei no site do programa "Um pé de quê?",  um episódio esclarecedor sobre a Fruta-pão.

Como não há no Youtube e nem no Vimeo a disponibilidade para postar este vídeo em blogs, optei por outro episódio que vale a pena conferir.
É sobre a Guiné  planta).




Guiné, guiné,
Guiné da Umbanda,
Olha, afirma seu ponto no mato, Guiné
Não deixa bambear

É o vento que balança as folhas, Guiné
É o vento que balança as folhas
É é é, Pai Guiné,
É o vento que balança as folhas


Se quiser explorar bem o site, que é rico em informações sobre várias espécies de árvores, o link abaixo é do tutorial  do site.

quarta-feira, 6 de novembro de 2013

O enigma dos círculos ingleses


texto de Mirella Faur

A chegada do verão na Inglaterra e a proximidade das colheitas prenunciam novas formações misteriosas nos campos de trigo, milho e canola(*). Denominados de crop circles, os complexos círculos das plantações representam um fenômeno moderno tão intrigante quanto inexplicável.
No século XVII, uma lenda inglesa atribuía a sua autoria a um ser sobrenatural chamado demônio ceifador. Desde aquela época, as estranhas configurações surgem nos campos plantados, para desespero dos fazendeiros, temerosos por suas colheitas. Apenas a partir da década de 80 do século passado que seu aumento e diversidade passaram a atrair a atenção do público, de pesquisadores e autoridades.
Nas últimas duas décadas, foram registradas mais de dez mil aparições no mundo inteiro, mas a maior incidência (em torno de 600 anualmente) e complexidade de desenhos são encontradas no sul da Inglaterra, principalmente na proximidade dos sítios megalíticos de Avebury e Stonehenge.
Pesquisas recentes revelaram que sua existência é muito antiga, comprovada por inscrições e desenhos rupestres, textos sagrados, lendas, mitos e relatos folclóricos, mas sua origem permanece envolta em mistério e atribuída a diversas causas, desde as sobrenaturais (extra ou intraterrestres, parapsicológicas, seres elementais) até climáticas, meteorológicas ou geológicas. Por mais que céticos e embusteiros afirmem ser obras forjadas por seres humanos (bem ou mal intencionados), o progressivo aumento anual – na quantidade e complexidade das figuras – torna claro e evidente que os enigmáticos desenhos jamais poderiam ser feitos por mãos e recursos humanos. A cada nova e intrigante figura que surge nos campos, aumenta a certeza de que existe uma forma de inteligência sobre-humana e uma energia desconhecida como causas que produzem esse fantástico fenômeno.
A evidência dessa afirmação vem da própria formação: o vórtex energético que dobra os caules das plantas não os amassa, quebra ou queima, simplesmente os inclina em movimentos ondulantes, circulares ou espiralados, fazendo com que eles continuem se desenvolvendo normalmente. Os caules chegam a ser entortados até 90º, em um ponto entre 20 e 80% da sua altura total. Algumas vezes, plantas situadas lado a lado são inclinadas em direções opostas, sem que algumas sequer sejam quebradas (o que acontece ao se tentar desentortá-las). Análises físico-químicas mostram um aumento de radiação que altera o compasso da bússola e um enriquecimento do solo em hidrogênio, como se tivesse recebido uma forte descarga elétrica. Os radiestesistas confirmam a presença de intricados padrões energéticos dentro e ao redor dos círculos, além de anomalias magnéticas.
Cerca de 90% dos círculos genuínos surgem quase sempre nas mesmas áreas, perto de sítios sagrados, muitas vezes sendo precedidos ou acompanhados de sons e luzes misteriosas, bolas de fogo ou aparições de OVNIS. Nenhuma pesquisa – convencional ou não – tem encontrado algo concreto sobre sua origem, apenas a presença de uma energia desconhecida, que produz mudanças a nível genético nas plantas e nas sementes. As pessoas que permanecem dentro das formações relatam alterações em todos os níveis – espiritual, mental, energético, emocional e físico –, representadas por experiências transcendentais, expansão de consciência, projeção astral, regressão espontânea, clarividência, emoções diversas e curas.
No início, as formações eram simples circunferências, mas com o passar dos anos se tornaram duplas, triplas, quíntuplas, figuras anelares, triangulares, ovais, espiraladas. Ultimamente têm aparecido pictogramas e estrelas fractais com simbolismos complexos, geométricos ou místicos, associados com diversos caminhos espirituais, conceitos filosóficos ou científicos (astronômicos, físicos, matemáticos). A simetria e as dimensões das figuras são extraordinárias, alguns desenhos medem centenas de metros e não se repetem. Os motivos parecem ser específicos para cada ano, como se fossem capítulos de um livro, aparecendo repentinamente, sem que seja percebida qualquer pista sobre quem os criou ou como são criados. Inúmeros grupos, organizações ou curiosos que os estudam acampam nos meses de verão nas áreas comuns aos fenômenos e se surpreendem com os desenhos formados ao seu lado durante a noite, sem terem nada percebido.
Sem questionar ou adotar qualquer das teorias existentes, podemos considerar os crop circles como vórtices sagrados, que encantam nossa mente com sua beleza e complexa criatividade, que nos fazem refletir sobre seu significado oculto e nos sensibilizam em relação a dimensões sutis e energias desconhecidas, se usarmos suas formas e simbolismos como mandalas em nossas meditações.
Ao participar, em 1991, de um seminário sobre crop cirles em Avebury e, posteriormente, nas oportunidades em que pude meditar em alguns desses círculos nos trigais ingleses, percebi a energia que pulsava no meu corpo, avivava minha mente e tocava meu coração como sendo a voz da Mãe Terra, procurando chamar a atenção de seus filhos por meio de belas, fascinantes e enigmáticas mandalas.

(*) CANOLA:
http://www.investagro.com.br/canola-uma-variacao-genetica-mundialmente-apreciada

sábado, 2 de novembro de 2013

Brincando com Escher

Ontem, por obra do acaso, quando voltava do médico, andando a pé, passei em frente ao Palácio das Artes e acabei entrando para dar uma "olhadinha" nas obras de Escher.















Esta imagem abaixo é de uma de suas obras de 1946 chamada "Olho".
Fascinante!



























Pena que eu estava com pressa e não pude apreciar com calma a riqueza dos detalhes de seu trabalho, mas nem por isso deixei de brincar um pouco.

Acho que vou voltar!
Vale a pena!

Sobre a exposição:
http://fcs.mg.gov.br/programacao/a-magia-de-escher/

Sobre Escher:
https://pt.wikipedia.org/wiki/Maurits_Cornelis_Escher

Suas obras:
http://www.mcescher.com/

Em vídeo:
http://www.youtube.com/watch?v=6aRFy73cZxY

quinta-feira, 31 de outubro de 2013

As musas gregas

“Nove filhas nascidas do grande Zeus: 
Glória, Alegria, Festa, Dançarina, 
Alegra-coro, Amorosa, Hinária, Celeste
E Bela–voz que dentre todas vem à frente, 
Insuflaram-me um canto divino, 
Para que celebrasse o que será e o que antes houve 
E a Elas primeiro e por último sempre irei cantar...” 
Hésiodo, Teogonia
Musas dançando com Apolo por Baldassarre Peruzzi

Calíope: seu nome significa Bela Voz
Detalhe do quadro As Musas Urânia e Calíope de Simon Vouet

Clio: seu nome significa A Proclamadora

Clio, por Pierre Mignard


Érato: seu nome significa Amável
Érato - Painel em carvalho de Simon Vouet

Euterpe: seu nome significa A doadora de prazer
Euterpe por Egide Godfried Guffens (Bélgica, 1823-1901)

Melpômene: seu nome significa A poetisa

Polímnia: seu nome significa A de muitos hinos
Polimnia por Francesco del Cossa, 1455-1460.

Tália: seu nome significa A que faz brotar flores
 La musa Talía, Galleria Corsini, Florencia

Terpsícore: seu nome significa A rodopiante
Terpsícore óleo sobre tela de Jean-Marc Nattier 1739

Urânia: seu nome significa A celestial
Urania tthe Muse of Astronomy
As Musas, padroeiras das artes, ciências e memórias
por Mirella Faur

Nos textos antigos as Musas apareciam como deusas das fontes de inspiração, posteriormente lhes foram atribuídas a regência da música, dança, poesia, teatro e ciência. A sua genealogia difere em função dos autores, a mais comum as considera filhas de Zeus e Mnemosine, a deusa da memória, nascidas no sopé do Monte Olimpo após um amor de nove noites do casal divino. No inicio cultuavam-se três Musas no Monte Helicon: Mélete (a meditação), Mneme (a memória) e Aede (o canto) e outras três em Delfos: Nete, Mese e Hipate, correspondendo às cordas da lira. Outros cultos surgiram e seus nomes foram mudados até estabelecer-se a versão final, que descreve nove arquétipos com nomes diferentes.
As Musas eram cultuadas em diversos lugares na Grécia com festivais chamados Museai, em que se faziam competições de poesia, teatro, música e lhes eram ofertadas frutas, leite e mel. Como incentivadoras dos aspectos sutis da mente humana, elas foram invocadas durante milênios por poetas, artistas, músicos, escritores, pintores, considerados felizes afilhados das Musas, pois ao expressar e compartilhar seus dons esqueciam-se as preocupações e pensamentos sombrios.
Foram as Musas que ensinaram a arte do diálogo, inspiraram a diversidade dos hinos que glorificavam divindades e atos heróicos, conferiram o dom da clarividência (dádiva por elas recebida da sua mãe Mnemosine) e a capacidade do esquecimento seletivo, das tristezas, aflições e sofrimentos (lesmosine). Esquecer é um mecanismo de proteção, um dom divino assim como é a memória; porém, mesmo aparentemente esquecidas, as lembranças do passado permanecem escondidas na mente subconsciente e nos registros do corpo, podendo ser resgatadas, integradas ou transmutadas.
O culto das Musas iniciou-se na Trácia de onde se espalhou na Beócia e para o restante da Grécia; inúmeros santuários foram erguidos para o seu culto, e as fontes de Castália e Parnasso foram a elas consagradas. Em muitos dos seus templos também se cultuavam as Cárites, ou Graças: Aglaia (a Gloriosa), Eufrosina (a Alegria) e Tália (a Fartura), todas sendo saudadas com poemas e libações de mel e leite. Em Roma as Musas eram chamadas de Camenes –“agradáveis cantoras” – e descritas passeando envoltas em nuvens, acompanhadas por Apolo coroado de louros e tocando a lira.
Hesíodo era um simples pastor grego, agraciado pelas Musas com o dom da poesia e a capacidade de ver o passado, presente e futuro. Ele tornou-se o porta-voz delas e como gratidão cantou em versos seus nomes, apresentação e atributos, descritos a seguir.
Calíope era a mais velha, associada com filosofia, eloquência e poesia épica, considerada a mãe do poeta Orfeu e do músico Linus, gerados com Apolo.Seu emblema era uma tabuleta de cera e um burilo, às vezes um rolo de pergaminho ou livro.
Clio introduziu o alfabeto fenício na Grécia, regia a poesia heroica e a história, incentivando a exaltação da gloria. Seu emblema era uma prateleira de livros e um rolo de pergaminho.
Erato era a Musa da poesia lírica e erótica, seu nome significando “Amorosa”, seu dom sendo o amor. Era descrita segurando uma lira. Euterpe, trazia alegria e prazer a todos que ouviam seu canto, seu nome significando “Deleite”. Regia a poesia lírica e a música, seu emblema sendo uma dupla flauta por ela criada.
Melpomene regia a tragédia, cuja máscara ela segurava junto com uma espada.Usava coturnos, sapatos usados pelos atores trágicos, uma coroa de folhas de hera e seu nome significava “Coro”, pois ela incentivava os ouvintes a cantarem junto com ela.
Polímnia (ou Polihímnia) era a padroeira dos hinos sagrados, da eloquência e da dança.Apresentava-se como uma mulher séria, sem emblemas, envolta em um manto, em postura meditativa, com um dedo nos lábios recomendando silenciar para ouvir.
Terpsicore, a Musa da dança, do drama e da poesia lírica segurava uma lira e ficava sentada. Era a mãe das Sereias, geradas com um deus do rio e que agraciava seus discípulos com o dom do canto e da dança.
Tália (seu nome era igual a uma das Cárites) presidia a comédia, a poesia alegre e lírica, bem como as ocupações e festividades rurais.Era representada segurando uma máscara cômica e um cajado de pastor ou uma guirlanda de hera.
Urânia era a Musa da astronomia, astrologia, filosofia e do amor universal, representada vestida com um manto bordado com estrelas, olhando para o céu, com um globo na mão esquerda e um bastão na mão direita. Seu nome significava ”Celeste” por elevar seus discípulos a níveis sutis e prever o futuro pela posição das constelações.
Desde os tempos antigos reverenciava-se a Memória como sendo uma Deusa, pois da sua união com o pólo masculino nasceu a inspiração e a criatividade. A memória nos liga ao passado, a lugares e pessoas, sendo a guardiã da nossa personalidade, pois sem as nossas lembranças não saberíamos quem somos, nem o que nos diferencia dos demais.
A arte de contar histórias baseia-se na memória e era o único meio usado durante milênios para preservar e transmitir histórias e lembranças ancestrais. Com o advento da industrialização e os avanços tecnológicos, a memória tornou-se menos importante, pois as informações passaram a ser guardadas em livros e atualmente nos computadores; assim a arte de contar histórias tornou-se obsoleta. Porém, ela está ressurgindo aos poucos no compartilhar dos eventos pessoais, nos espetáculos ao vivo, nos encontros de grupos e nas atividades criativas. Para resgatar e honrar o dom da deusa Mnemosine e as artes das Suas filhas, nós mulheres, herdeiras das contadoras de histórias e das lembranças ancestrais, precisamos nos reunir cada vez mais em grupos e círculos, partilhando nossos mitos e histórias pessoais, entremeadas com danças, canções, artes e poemas.
A Musa vive dentro de cada uma de nós como uma necessidade de expressar a criatividade e o prazer estético. A atividade criativa manifesta idéias e visões através de um meio físico, o prazer estético sendo a apreciação das realizações humanas com imagens belas e simbólicas. As Musas nos ajudam a descobrir nossas formas internas e manifestá-las no mundo externo e, dependendo das nossas opções, podemos cultivar algumas das infinitas possibilidades que elas nos oferecem.
Por nosso intermédio e usando nossos talentos inatos as Musas alcançam o seu propósito: celebrar a beleza, a harmonia e o mistério. A Musa habita em nós independentemente das formas e meios com que iremos expressar a nossa criatividade; depende de nós dar-lhe as boas vindas em cada ato, gesto e ação do nosso cotidiano. Além da habilidade, precisamos ter a visão daquilo que desejamos criar e através de uma escuta ativa e conexão voluntária, aprimorarmos nossas idéias e realizar objetivos criativos, artísticos ou filosóficos. Devemos vencer dúvidas e medos, permanecer no nosso centro, confiar e buscar o aperfeiçoamento e desenvolvimento pessoal.
A Musa mora em nosso coração e mente, nos desejos, sonhos, esperanças e visões e nos sustenta em nossa caminhada e evolução se buscarmos sua ajuda e a reverenciarmos e invocarmos antes de iniciar um projeto intelectual ou uma atividade criativa.

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