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sábado, 25 de julho de 2015

Surpresa no caminho III (a saga continua)

Em 2013 postei aqui e aqui sobre meus encontros com um belíssimo gato preto que quase sempre encontro no caminho da padaria.
Hoje, munida de uma boa câmera e com a ajuda de minha irmã, flagramos o pequeno felino novamente.
Que delícia!!!!!!!!
Muito fofo  ='.'=

eu e ele

minha irmã e ele



Só falta descobrir seu nome ='.'=

domingo, 30 de novembro de 2014

Amor pelos felinos

Gatos conquistam os belo-horizontinos que querem um animal em casa
Apesar do aumento do interesse pelos bichanos, muitos ainda são abandonados e maltratados, principalmente os de pelo preto




“Com um lindo salto, leve e seguro, o gato passa do chão ao muro. Logo mudando de opinião, passa de novo do muro ao chão.” Os versos de Toquinho descrevem bem a personalidade dos felinos, que têm, cada vez mais, conquistado os belo-horizontinos. Na percepção de gateiros, termo que designa quem não só ama, mas cuida e ajuda a desconstruir mitos associados aos felinos, há um crescimento no número de pessoas que os escolhem como bicho de estimação. A violência e o abandono ainda são muito frequentes, principalmente com os de pelo preto, mas também aumentou a ação de voluntários que lutam para que haja uma política de proteção dos bichanos.

De acordo com o último censo, feito em 2013 pelo Centro de Controle de Zoonoses (CCZ), a capital mineira tem cerca de 55 mil gatos, uma população que corresponde a um quinto da população canina, de cerca de 275,6 mil. “As pessoas estão aprendendo a conviver com os gatos. Estão percebendo que é um mito a percepção de que são animais traiçoeiros, que gostam apenas da casa e não gostam do dono”, afirma a presidente da organização não governamental (ONG) Basta Adotar, Mailce Mendes.

Eliot, Hugo e Atlas são companheiros da cientista política Elaine Gontijo, de 28 anos, e de seu marido, o professor do Departamento de Ciência Política da UFMG Fernando Filgueiras. Na infância e adolescência, Elaine teve cachorros em casa. Mas, ao ir morar sozinha quando adulta, percebeu que o gato seria a melhor opção para quem tinha uma rotina atribulada. “Antes, tinha a impressão que gatos eram traiçoeiros e não gostavam de gente, mas logo percebi que são mitos.” Ao vir para Minas, ela trouxe o bicho de estimação, que também foi junto depois do casamento. Um dos acordos para a união foi garantir a adaptação de Eliot, adotado em Brasília por ela, ao convívio com Hugo e Atlas, que foram escolhidos em BH por Fernando.

Cr
Elaine está grávida e é dona de Hugo
e outros dois bichanos
Para ela, os felinos são mais independentes e cuidar deles é mais prático. “São apegados, carinhosos e dão menos trabalho”, diz. O trio faz as necessidades fisiológicas sempre em um mesmo lugar. Basta colocar areia em um ponto da casa. Se o casal tiver que fazer uma viagem curta, de quatro a cinco dias, eles ficam sozinhos sem entrarem em depressão. Basta deixar ao alcance comida e água. 
Outra vantagem é que os gatos costumam limpar a si próprios com lambidas, o que faz com que seja uma opção, e não uma obrigação levá-los para tomar banho em petshops. “Optamos por dar banho uma vez por mês, mas nem precisava, porque eles mesmos se limpam. Lambem a si próprios e uns aos outros”, pontua Elaine. Outro mito na avaliação dela é a relação com gestantes. O fato de estar grávida não mudou a proximidade com os felinos. “Hugo foi o primeiro a descobrir que estava grávida. Quando estava de duas semanas de gravidez, ele subia no meu colo e afava minha barriga. Já apaixonado pelo Pedro antes mesmo de ele nascer”, lembra.

Quem tem gatos de estimação costuma adotá-los. Foi o caso do professor do curso de história da UFMG Luiz Carlos Villalta, de 52. Dos três gatos que tem, dois foram adotados. Cleópatra e Ninho foram abandonados na Faculdade de Filosofia e Ciências Humanas (Fafich), no câmpus da Pampulha. O amor pelos felinos veio também na fase adulta. “Sou de uma família que incentiva o preconceito com os gatos. Meu pai detestava gatos e ensinou a mim e a meu irmão odiá-los, porque matavam passarinhos”, lembra. 

APEGO
Os gatos abriram pouco a pouco espaço na vida de Villalta. O primeiro contato para desmitificar ocorreu em São Paulo, quando o professor ficou hospedado na casa de um amigo. “Os gatos dele iam dormir comigo”, diz. Na casa de uma amiga em Coimbra, em Portugal, a situação se repetiu. “Eles eram muito apegados a ela, que tinha muito ciúme deles. Mas também escolheram dormir comigo.” O momento decisivo foi há dois anos, quando um amigo lhe pediu para tomar conta do gato. “Relutei, mas aceitei. Esse gato é o Romão, que está comigo até hoje. Nunca devolvi.”
A relação que os donos desenvolvem com os felinos é diferente da que se estabelece com os cachorros. Quem tem gatos garante que os animais são mais independentes, mais livres. Apesar disso, é aconselhável ter pelo menos dois, para que não se sintam sozinhos. “Romão era muito sozinho, imperial. Demandava muita atenção, então achei que era necessário encontrar uma fêmea para ele.” Depois de uma tentativa que não deu certo, Villalta encontrou Cleópatra. Depois de um período de adaptação, que durou dois dias, a gata tornou-se amiga de Romão. “Ela era muito pequenina, mas reagia e o enfrentava. No final do segundo dia, estavam pacificados. No terceiro, já eram amigos.”
 
Outro mito em relação aos gatos que o professor procura desconstruir é que eles não se dão bem com cachorros. Ele também adotou Sophia, uma lhasa apso abandonada nas ruas pelo antigo dono. “Ela estava esquálida, abandonada. Fiz uma bateria de exames para saber se estava doente, divulguei foto para tentar encontrar o dono. Mas não o localizei.” Os três gatos e a cadela convivem em harmonia. “O amor do cachorro é absoluto. Com o gato é um sentimento condicional. Depende da relação que o dono estabelece com ele.”

ADOÇÃO E CASTRAÇÃO
Para adotar um animal, o interessado deve comparecer ao Centro de Controle de Zoonoses

Se o animal for filhote, é necessário aguardar que o animal seja desmamado

O prazo pode ser de até 45 dias. 
Os interessados podem ligar para (31) 3277-7411 ou para (31) 3277-7413

Para castrar seu animal entre em contato com:

Centro de Controle de Zoonoses
Rua Edna Quintel, 173 - São Bernardo
Telefone: (31) 3277-7411 e (31) 3277-7413

Centro de Esterilização de Cães e Gatos Noroeste
Rua Antônio Peixoto Guimarães 33 - Caiçara
Telefone: (31) 3277-8448

Centro de Esterilização de Cães e Gatos Oeste
Rua Alexandre Siqueira 375 - Salgado Filho
Telefone: (31) 3277-7576

domingo, 27 de abril de 2014

Gatos em copos de vinho, uma boa combinação

A criatividade é algo sem limites, não? 
Encontrei este fofíssimo conjunto de copos com temática felina, no site da artesã Mary Elizabeth. 
Sua criações além de lindas são bem originais. 
O conjunto composto por seis copos, são pintados à mão e podem ser customizados pelo cliente.
Neste conjunto, todos os gatos são pretos, com novelos e coleirinhas que se combinam na mesma cor. No lado oposto do copo, estão as marcas das patinhas felinas.
Que delícia!!! 
Seguem abaixo 3 das 6 fotos deste belo conjunto.
Confira as outras AQUI, mas sugiro que você dê uma olhada em todo o site, vale a pena.

segunda-feira, 31 de março de 2014

Desmistificando a Bruxa



As bruxas não são velhas corcundas com verrugas no nariz e ar maquiavélico que vivem numa cabana escondida nos bosques e que fazem mal às criancinhas e andam de vassoura à noite, isso foi (mais uma vez) a história que o homem e a religião inventou para denegrir o poder feminino e a sabedoria da Mulher.
Ser Bruxa é estar em sintonia com os ritmos da Natureza, com as fases da Lua... sentir a vibração de Tudo o que é vivo dentro de nós. É ter Sabedoria e usá-la aliada à nossa Intuição nata. É amar e aceitar a perfeição do nosso corpo, mente e espírito. É seguir o Coração e correr atrás do que mais desejamos, mesmo que depois doa. É aceitar que os altos e baixos fazem parte da experiência de Vida, pois é assim que aprendemos e evoluímos.
Sim, Nós Bruxas gostamos de fazer pequenos ou grandes rituais e feitiços... seja com velas, ervas, cristais, caldeirão, vassoura ou athame, sozinhas ou em grupo... acreditamos na magia e invocamos de forma harmoniosa e respeitadora os 5 Elementos da Terra para atrair Saúde, Amor, Harmonia e Prosperidade. 
Não adoramos o diabo, mas temos sintonia perfeita com os antigos deuses e, sobretudo com a Grande Mãe Terra, a nossa Deusa. Honramo-la e é sempre para Ela, para a Mãe, que dirigimos as nossas preces.
Uma Bruxa ama e respeita todos os seres vivos, incluindo minerais e plantas, e sabe que até uma formiga tem o seu Propósito na grande Teia da Vida. 
Uma bruxa não tira uma pedra do sítio, não colhe uma planta, sem que seja mesmo preciso, e sem pedir a benção da Natureza e do espírito da pedra ou planta primeiro.
Uma bruxa não faz feitiços de amarração, porque a Lei diz: "Faz o que quiseres, desde que não prejudiques Ninguém" , " Só colhes o que Semeias" e "O que fizeres de Bem, receberás em dobro e o que fizeres de Mal, receberás em Triplo". 
Por isso a Bruxa trilha o Caminho do Coração e da Harmonia.
Uma Bruxa não faz sacrifícios para deuses ou entidades, em troca de favores. Mas se os bons ventos lhe trouxerem coisas boas, não se esquece de agradecer, e aí pode ser vista a deixar oferendas de flores, fitas coloridas, ou pedras e cristais no mar, na praia, nos bosques, ou junto ao rio.
Uma Bruxa gosta de dançar descalça na praia ou na floresta, de braços abertos e de cabelos ao vento. 
Uma Bruxa gosta de gatos pretos, não porque estes sejam criaturas do diabo... mas porque são sagrados e são os melhores companheiros para transmutar as energias negativas. Por norma, toda a bruxa tem um ou mais gatos.
Muitas Mulheres são bruxas natas, e não imaginam sequer que o são... porque uma Mulher não se torna Bruxa, mas nasce Bruxa. E por norma, herda o seu Dom, da Mãe, da Avó ou da Bisavó.
Que Mulher nunca colheu Alecrim e o trouxe para dentro de casa? 
Que Mulher nunca escondeu dentes de alho nas algibeiras, e coseu turmalinas à roupa interior? 
Que Mulher nunca deixou uma vassoura atrás da porta, ou encheu uma Taça com Sal? 
Que Mulher nunca evitou cortar o cabelo na Lua Nova e aguardou pelo Quarto Crescente para tomar uma decisão importante? 
Que Mulher nunca guardou o nome do amado, escrito a carvão numa folha de papel dobrada e atada com uma fita vermelha, debaixo da almofada?
Que Mulher nunca cantou uma canção de ninar para afastar os pesadelos dos seus Filhos?
Ainda restam dúvidas que existe uma Bruxa em cada Uma de Nós?


segunda-feira, 11 de novembro de 2013

Surpresa no caminho II (quem espera sempre alcança)

Em Abril deste ano postei AQUI no blog sobre um belo gato preto que vi rua, quando voltava da padaria.
Como se fosse um encontro marcado, uma segunda chance, meses depois, mais exatamente hoje, eis que o reencontrei no mesmo local onde o vi pela primeira vez.
Munida de um bom celular, tive a sorte de poder fotografá-lo.
Que delícia!





Ainda que eu quisesse, não tive como fotografá-lo com a cara virada para frente pois, tão logo eu tentava fazer com que ele olhasse para mim, apesar desta aparente cara séria e mau humorada, ele logo vinha se enroscar em minhas pernas.

Desta vez ele estava sem a coleirinha amarela que lhe conferiu um charme especial, mas ele não deixa de ser LINDO com ou sem ela.

Esta história ainda não acabou, tem mais AQUI.


sexta-feira, 5 de abril de 2013

Surpresa no caminho I

Hoje quando voltei à pé da padaria, tive uma grata surpresa...
Do lado de fora do portão de uma casa, havia um belíssimo gato preto, semelhante à este da foto.
Talvez a única diferença entre eles seja que, este que vi usava uma coleira amarela em torno do pescoço, o que lhe deu todo charme. 
Logo fui me abaixando e pedindo licença para passar minhas mãos naquele veludo negro de olhos verdes. 
Ele (ou ela), me correspondeu com um roçar pelas pernas e um doce miado. 
Se eu tivesse como, teria fotografado esse momento esplêndido!
Agradeci a ele (ou ela) por aceitar tão gentilmente este contato e pedi a São Francisco que o protegesse dos ignorantes chamados "seres humanos".
Doce criatura ='.'=
 
Esta história tem mais capítulos:
Surpresa no caminho II
Surpresa no caminho III

sexta-feira, 13 de abril de 2012

Sexta-feira e o número 13


"O 13 é tido como a dúzia do diabo, e o número do azar. A sexta-feira 13 é considerada simplesmente como um dia ruim. Encontramos explicação para essa má fama na Bíblia.
Nela, o fim do mundo começa no capítulo 13 do Apocalipse; sobretudo, também, Jesus era o décimo terceiro em meio  aos seus discípulos e morreu numa sexta-feira.
Como por trás de todo tabu esconde-se algo sagrado, encontramos também por trás desse número de azar desprezado  um significado profundo.
Esse significado torna-se claro se imaginarmos o 12 como uma roda com doze raios ilustrando o decorrer do ano no Zodíaco e os discípulos de Jesus.

imagem: Cúpula do batistério Ortodoxo

O 13 seria, então, o centro, o ponto mais importante e que a tudo une, o lugar que Cristo ocupa. Se esse ponto for percebido compreendido e a ele for dada a devida atenção, ele simboliza a força transformadora, que por meio do sacrifício de um, possibilita a salvação do todo.
Para isso é necessário olhar para o centro de si mesmo e encarar a morte de maneira consciente. Na medida em que nos afastamos da morte e a reprimimos, o 13 passa a ser um símbolo de algo desagradável. Nós nos afastamos de nós mesmos e não olhamos mais para o centro do círculo. Com isso, o número perde sua força unificadora e salvadora, o centro parte- se, e suas mil partículas parecem - em linguagem figurativa - um holograma, repetido por toda parte como a posição extremamente desagradável de décima terceira, na qual se encontram os infelizes e rejeitados, os azarados e os menosprezados da sociedade. Certamente eles também se sacrificam involuntariamente pelo bem do todo, mas isso não é compreendido nem por eles mesmos, nem pela sociedade, e muito menos reconhecido, valorizado ou apreciado.
fonte da imagem:http://www.vopus.org
Embora se afirme ocasionalmente que o significado negativo do 13 tenha surgido apenas no século passado, existem pistas do seu papel infausto desde a Antiguidade. Os babilônios já chamavam o décimo terceiro mês dos anos bissextos de "corvo de mau augúrio" e os chineses o chamavam de "o senhor da aflição". O 13 possui, também nos contos de fadas, um significado de perigo: a intrusa décima terceira fada, ou a décima terceira porta, que não deve ser aberta de maneira alguma. Também o fato de a décima terceira cartas dos Arcanos Maiores do Tarô ser A Morte, é um sinal de uma velha ligação entre esses dois temas. E a sexta-feira 13? Esse dia é consagrado a Freya ou, em sua correspondência romana, a Vênus.
Por ambas serem personificações de uma feminilidade prazerosa, a sexta-feira 13 era, certamente, uma dia de alegria nos tempos antigos, e somente depois, em culturas solares, passou a ser difamado como um dia de azar. A partir daí, passou-se a não mais considerar o Cristo como o décimo terceiro no centro dos doze, mas a associar esse número nocivo a Judas, o traidor, fato que, por sua vez, tem um interessante paralelo no mundo dos deuses germânicos. Nele, o ladino Loki, o décimo terceiro deus, traiu Baldur, o deus da primavera, levando-o a morte.

As pesquisas sobre o matriarcado partem do princípio de que o 13 era inicialmente uma número sagrado, que somente depois do surgimento dos valores do patriarcado foi condenado, difamado e temido. Uma confirmação disso são os indícios de que os antigos calendários eram lunares, segundo os quais, até os dias de hoje, são calculadas a maioria das festas judaicas, cristãs e muçulmanas.
No calendário lunar, contudo, o ano possui treze meses, e no último deles o sol "morre" no solstício de inverno.
Em culturas que vivenciam o tempo de uma maneira cíclica, no constante ciclo de nascimento e morte, isso não oferece nenhum problema, pois o jovem Sol renasce no dia seguinte. A partir do momento em que a consciência de tempo linear se impõe nas culturas patriarcais, onde há um começo e um fim absoluto, esse final é, obviamente, vivenciado a cada vez como uma coisa terrível. E, pelo fato de as culturas patriarcais preferirem o princípio constante do Sol à instável Lua, a morte aparente do astro principal torna-se uma catástrofe.
Que o 13 desempenha um papel-chave como número mágico em círculos ocultos, e não representa necessariamente um mau augúrio para os que o trazem consigo, pode ser observado no emblema nacional dos Estados Unidos : o "Grande Selo", que pode ser visto em toda nota de 1 dólar.

 http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Selo_dos_Estados_Unidos

Ele mostra uma águia que com a sua garra esquerda segura treze flechas e com a direita treze folhas, enquanto treze estrelas brilham por sobre sua cabeça em forma de pentagrama, e seu escudo é ornamentado por treze listras.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Grande_Selo_dos_Estados_Unidos
A piramide no lado de trás do grande selo possui treze degraus. Supostamente, tudo isso tem relação com treze estados fundadores.

Por ninguém mais querer ficar no 13º lugar, esse número é deixado de fora até mesmo nos tempos esclarecidos de hoje. Hotéis não têm o décimo terceiro quarto, nem andar, trens não têm o vagão número 13 e aviões não possuem um fila de assentos com este número. Somente quando se trata de dinheiro é que a superstição atinge rapidamente o limite. Eu não conheço ninguém que tenha recusado a receber o seu 13º salário."

(Texto de Hajo Banzhaf - Simbolismo e significado dos números)


PARA REFLETIR

A ignorância é vizinha da maldade.



Fonte das imagens:http://www.grandefraternidadebranca.com.br/mestre_jesus.htm 
rodrigovivas.wordpress.com
maju7.no.comunidades.net
Facebook

quarta-feira, 11 de maio de 2011

Gatos - Tarôs - Religiões

Vibração: Chakra do terceiro olho.
Palavras-chave: Psiquismo, clarividência e proteção psíquica.

Os gatos pretos sempre foram companheiros dos praticantes de magia. O gato é associado a Diana, Freya, Hécate e Bast - a divindade egípcia dos gatos. Esses animais estão estreitamente vinculados aos poderes da lua e ao principio feminino do psiquismo, da percepção e da intuição. A crença medieval nas nove vidas dos gatos os associam ao número mágico da lua.(*)

Tarots  temáticos
clique nas imagens para ver algumas cartas




O Gato e a Religião
Ultimosegundo.ig.com.br - Foto: Copyright 2010 by Science Taro

Muito embora não seja onde em dia tão difundido, o culto aos animais espalhava-se outrora pelo mundo. Mesmo os deuses que não possuíam forma animal tinham um animal sagrado a eles dedicado, que os simbolizava. Entre estes animais, o gato foi um dos mais adorados, tanto por sua fecundidade quanto por seus hábitos noturnos, que o tornaram o guardião da noite, dos mortos, e dos mistérios da vida e da morte.

O Culto Egípcio:
No Egito dos faraós, o gato era adorado na figura da deusa Bastet, representada comumente com corpo de mulher e cabeça de gata. Esta bela deusa era o símbolo da luz, do calor e da energia. Era também o símbolo da lua, e acreditava-se que tinha o poder de fertilizar a terra e os homens, curar doenças e conduzir as almas dos mortos. Nesta época, os gatos eram considerados guardiões do outro mundo, e eram comuns em muitos amuletos.

O Gato na Grécia:
Na Grécia clássica, o gato foi associado à feminilidade, ao amor e ao prazer sexual, atributos de Afrodite. Também foi associado à Artemis, a deusa da caça e da lua, da qual se dizia que teria escapado um perseguidor, Tiphon, transformada em gata.

O Culto em Roma:
No Império Romano, o gato esteve ligado a várias deusas. Diana, a caçadora, governava a fecundidade e a lua, assim como Bastet, e uma lenda antiga atribui a ela a criação do gato. Também a sensual Vênus é representada como uma gata, uma encarnação de emoções maternas.

O Gato na Babilônia: Apesar de não haver culto ao gato, dizia um mito que o gato teria nascido do espirro de um leão. O leão, aliás, era um símbolo da realeza.

O Gato na América Pré-Colombiana: 
Na América, embora não houvessem gatos domésticos, os grandes felinos, como o puma e o jaguar, tiveram seu lugar no panteão dos deuses. O jaguar era símbolo de grande força e sabedoria, e acreditava-se que os curandeiros mortos transformassem-se neste animal.

O Culto Celta:
Na cultura celta, a deusa Cerridwen tem um elo de ligação com o culto ao gato relativo à fecundidade através de seu filho Taliesin, que em uma de suas encarnações foi descrito como um gato com a cabeça sarapintada.

O Culto Escandinavo:
Nas lendas nórdicas, aparece a deusa do submundo Freya, cuja carruagem era puxada por dois gatos, que representavam as qualidades da deusa, a fecundidade e a ferocidade. Estes gatos mostravam bem as facetas do gato doméstico, ao mesmo tempo afetuoso e terno, e feroz quando excitado. Os templos pagãos eram freqüentemente adornados com imagens de gatos. Na Finlândia, havia a crença em um trenó puxado por gatos que levava as almas dos mortos.

O Gato no Islã: 
Há uma série de contos associando os gatos ao profeta Maomé, a quem teriam inclusive salvo da morte, ao matar uma serpente que o atacava. Por causa desta associação entre o gato e o Islã, a Igreja Católica conseguiu tanto êxito ao relacionar o culto ao gato com as heresias e o demônio.

O Gato no Budismo:
Nos cânones originais do budismo, o gato é excluído da lista de animais protegidos, devido ao fato de que, no momento da morte de Buda, quando todos os animais se reuniram para chorar seus restos, o gato haver não só mantido os olhos secos como comido tranqüilamente um rato, provando sua falta de respeito pelo acontecimento solene. Entretanto, apesar da lenda, o gato foi venerado pelos primeiros budistas por seu autodomínio e a tendência à meditação. Na China, estatuetas de gatos eram usadas para expulsar os maus espíritos, e havia dois tipos de gatos, os bons e os maus, que eram facilmente diferenciados por que os maus tinham duas caudas. No Japão, quando um gato morria, era enterrado no templo do dono, e no altar do mesmo era oferecido um gato semelhante, pintado ou esculpido, para garantir ao dono tranqüilidade e boa sorte durante sua vida.

O Gato e o Judaísmo:
No Talmude, o gato só aparece cerca de 500 d.C., quando o livro sagrado louva brevemente seu asseio. Entretanto, uma antiga lenda hebraica conta que o gato teria sido criado em plena Arca, quando Noé, em desespero por que os ratos estavam se multiplicando e devorando todas as provisões, implorou à Deus que lhe enviasse uma solução. O gato então teria sido criado de um sopro do leão. Outra antiga lenda judaico-espanhola diz que Lilith, a primeira mulher de Adão, o teria deixado para se transformar em um vampiro, que sob o aspecto de um gato preto, atacava bebês adormecidos e indefesos e lhes sugava o sangue.

O Gato e o Cristianismo:
A Igreja , no início de sua história, adotou alguns símbolos pagãos e rejeitou outros. Assim, Jesus se tornou "o Leão de Judá", e a serpente a égide do mal. Na seita dos coptas, surgida por volta do século I d.C., havia no evangelho gatos que julgavam os homens após a morte. A primitiva Igreja celta associou vários santos às tradições pagãs e ao culto ao gato. Santa Gertrudes de Nivelles, por exemplo, é representada sempre com um gato, e, na França, dizia-se que Santa Ágata transformava-se em um gato enfurecido para punir os infiéis. Na Idade Média, entretanto, a imagem do gato começou a mudar. No século V, os gnósticos, que atribuíam igual importância a Jesus, Buda e Zoroastro, foram acusados de adorar o demônio na figura de um gato preto. No ano de 1232, o papa Gregório IX funda a Santa Inquisição, com o intuito de descobrir heréticos que cultuavam o demônio, novamente na figura de um gato preto, macho. Em 1344, surge na França, o culto de São Vito, em Metz, queimando vivos anualmente 13 gatos em uma gaiola. Quando a Peste Negra atacou a Europa, dizimando quase um terço da população, inicialmente os gatos foram considerados culpados e perseguidos, ordenando-se a sua destruição. A associação da figura do gato ao culto ao demônio levou inevitavelmente à sua vinculação à feitiçaria e às artes mágicas. No século XV, na Alemanha, ressurgem cultos pagãos como o da deusa Freya. Em 1484, o papa Inocêncio VIII difunde a crença de que as feiticeiras veneravam Satanás encarnado em gato. Por toda a Europa, pessoas inocentes foram torturadas em nome de Deus. E, com elas, seus gatos. Em Ypres, na França, centenas de gatos eram atirados do alto de um campanário em um festival anual. Milhares de gatos foram sacrificados em rituais durante a Páscoa. A perseguição chegou até mesmo à América, quando, em 1692, várias pessoas foram executadas em Salem, no estado de Massachusetts. Entretanto, mesmo nestes tempos inglórios, os gatos foram também companheiros amados em alguns países, como na Rússia, onde eram comuns serem encontrados em conventos e mosteiros. O Cardeal Richelieu possuía vários gatos, entre eles um angorá preto chamado Lúcifer. No sul da França, corria a lenda dos gatos mágicos chamados matagots, que traziam fortuna e sorte a quem os acolhia e amava. Com o passar do tempo, a perseguição foi recrudescendo, e a importância dos gatos como controladores dos roedores foi reconhecido. No século XVIII, são abolidas as leis sobre a feitiçaria, e até mesmo o papa Pio IX rendeu-se aos seus encantos.

Fonte do texto: Planeta Gato -http://www.pea.org.br/curiosidades/curiosidades_gatos_01.htm#A Origem do Gato
Carta e texto: O Livro e O Baralho Wicca - Sally Morningstar (*)
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