terça-feira, 28 de abril de 2015

Antônio Abujamra: o que é a vida?

Fiquei sabendo agora do falecimento do ator e diretor Antônio Abujamra.
Talvez, para alguns de nós, sua marca na telinha tenha sido  o vilão Ravengar, personagem vivido por ele na novela "Que rei sou eu?"...


... e para outros, o apresentador do programara Provocações, onde ele curiosamente terminava suas entrevistas fazendo esta pergunta ao seu convidado: o que é a vida?
Separei o episódio abaixo onde seu filho, André Abujamra, tenta respondê-lo sobre esta questão.



Se quiser ver este episódio completo clique nos links:

segunda-feira, 20 de abril de 2015

Crônicas astrológicas

Recebi o texto abaixo por email onde felizmente constava o nome do autor. Me identifiquei com ele em parte, (quem me dera ser uma sagitariana 100% assim) mas nem por isso não me emocionei. 
Claro que fui buscar a fonte e encontrei outras crônicas astrológicas assinadas por Priscila Merizzio (os links estão no fim da postagem).
Aprecie.

Crônica à flor selvagem e ensolarada sagitariana

Achei que Magnólia viveria mais do que eu. Todos achavam que ela viveria mais do que eu, especialmente nossos netos, com quem ela brincou com muita energia até o fim. No dia em que partiu para o outro mundo, ela havia jogado vôlei na piscina com os meninos durante toda a manhã. Depois, pôs Strauss no aparelho de som da casa e almoçou conosco envolvida em sua habitual alegria, gosto por mesas fartas e espírito de matriarca. Enquanto comia a coxa de carneiro com as mãos, fazia comentários sexuais indiscretos às noras e avisava às crianças da família para que não tapassem o ouvido. Dizia a nós que elas são muito mais inteligentes do que a maioria dos adultos costuma pensar. Elas e os animais. Magnólia adorava crianças e animais. Perto de nós, estavam os cachorros e Magnólia dava a eles pedaços fartos de carnes caras debaixo da mesa. Os mais novos riam de sua ingenuidade, por pensar que estava nos tapeando. Ela nunca soube ser discreta. Também nunca se importou em esbanjar dinheiro. Gostava de comprar roupas, viajar, assistir concertos de música. Sabíamos que não adiantaria censurá-la. A vida toda ela fez as coisas do jeito que quis. Quem não concordasse que fosse embora. Apesar de comer e beber bem e de termos tido seis filhos, Magnólia quase conseguiu manter seu corpo atlético até a idade avançada. Exercitava-se bastante. Gostava sobretudo de cavalgar e de longas caminhadas. Tinha muita vitalidade. Fazia amizade com extrema facilidade e era muito popular. Por isso, fiquei desesperado ao constatar sua morte, no início daquela madrugada. Após o almoço, armou-se temporal de verão, com raios titânicos, fazendo cair a luz da casa. Para nos entreter, Magnólia passou a tarde toda tocando piano. O único momento em que se acalmava e parava de agitar-se para cima e para baixo era quando se sentava ao piano. Em nossos anos de casados, houve épocas em que Magnólia tocava o dia inteiro, durante semanas a fio. Fazia isso às visitas e solitariamente. Às vezes, acordava de madrugada para tocar. Quando brigávamos, ela mandava-me às favas, dizia-me palavrões tenebrosos e trancava-se na sala, onde tocava alucinadamente. Depois, procurava-me como se nada tivesse acontecido e seduzia-me até o quarto. Se estávamos na rua, gostava de me surpreender convidando-me a fazer amor em lugares abertos. Costumava resolver os problemas conjugais na cama. Manteve a libido após a menopausa. Apesar de ser exuberante e chamativa, nunca senti ciúme excessivo de minha querida. Eu sempre soube que jamais poderia dominá-la e também não sou esse tipo de homem. Se o que eu mais gostava nela era seu temperamento de corcel indomável, seria eu capaz de tentar castrá-la? Percebendo meu olhar divagante de devoção, Magnólia sorriu meiga e tocou “The Old Castle”, de Mussorgsky, “Moments Musicaux Nº3”, de Schubert, “Dumka”, de Tchaikovsky e “Träumerei”, de Robert Schumann. As mesmas músicas que tocou em nossas bodas de prata, enquanto, de olhos fechados e balançando a cabeça ao ritmo das notas, murmurava baixinho que me amaria para sempre. Contrariando a vontade dos pais, que desejavam que ela se casasse com um amigo de infância, Magnólia casou-se comigo, um domador de cavalos que estava em sua cidade temporariamente. Foi ela quem me conquistou. Disse-se apaixonada desde o primeiro dia, quando me viu dando água a um potro. Entregou-se rapidamente e não fiquei nem um pouco aturdido quando constatei que aquela dama rica não era mais virgem. Nos encontrávamos escondido todas as noites e nos embolávamos na beira do rio. Fiquei completamente apaixonado. Pensei que era blefe dela quando dizia que deixaria a família para trás e que iria embora comigo para outro país. Era verdade. Quando chegamos no estrangeiro, mostrou-se uma mulher forte e pouco mimada. Trabalhou arduamente como professora de piano às famílias ricas. Tínhamos pouco dinheiro e Magnólia nunca reclamou. Engravidou logo. Ficava preocupadíssimo por não poder dar a ela a vida abastada a qual estava acostumada e ela dizia-me ser rica de amor. Nosso primeiro filho mal tinha completado um ano, quando Magnólia contou-me estar novamente grávida. Fiquei consternado. Como sobreviveríamos? Por um golpe estranho do destino, uma senhora riquíssima e sozinha, que tinha muito apreço por Magnólia e sua maestria ao piano, faleceu e deixou toda a sua fortuna à nossa família. Nem mesmo Magnólia esperava que isso pudesse acontecer. Ficou desoladíssima pela morte de sua amiga. Em sua homenagem, mandou construir o mausoléu mais suntuoso que a cidade já viu e batizou nossa segunda filha com o nome da senhora: Amparo. Seguindo exemplo dos pais, Magnólia investiu a fortuna em propriedades e desde então nunca mais passamos necessidades. Ela nunca importou-se em ser o esteio financeiro da família e dizia que casou-se comigo em comunhão de bens, que toda a riqueza que tinha na vida era por minha causa. Que eu era seu amuleto da sorte. Em sua ingenuidade infantil, acreditava muito na bondade das pessoas. Acreditava tanto que as pessoas acabavam por serem muito gentis com ela e quando não o eram, a vida lhe recompensava de inúmeras outras formas. “Há sempre uma porta aberta esperando por nós”, dizia-me confiante. Em momentos de grande desconsolo, Magnólia manteve-se firme. Nosso quinto filho tinha convulsões quando era pequeno e ela, com uma fé inabalável, fez promessa à Nossa Senhora das Rosas, pondo em sua gruta um bilhete com a data e horário nascimento, a altura e o peso de nosso garotinho. Dias depois, ele foi curado. Não sei até hoje se foi mesmo a santa ou a força do pensamento de Magnólia que fez com que nosso filho sarasse. Se eu soubesse que aquela seria a última noite em que nos deitaríamos juntos, não a teria deixado ir para a cama, a teria chamado para mergulhar nua na piscina comigo –– algo que ela adorava fazer, especialmente em dias de festa. Na hora de dormir, ela pôs disco na vitrola de nosso quarto, como costumava quando sentia-se em extremo regozijo. Quando começou a tocar “Der Leiermann”, de Schubert (interpretada por Thomas Quasthoff e Daniel Barenboim) ela pegou em minha mão e disse que fiz dela a mulher mais feliz do mundo. Me fez prometer que, quando morresse, era para eu dizer aos amigos e parentes que ela havia morrido de alegria. Estranhei por ouvir Magnólia falar nessas coisas. Era raríssimo vê-la sombria. Ela aninhou-se em meu peito e disse-me que a partir daquele momento, a vida seria decadência, que já estava com quase 94 anos. Preferia morrer de amor do que de doença. Confidenciou-me ter sonhado com Nossa Senhora das Rosas. A santa disse que logo eu pegaria a barca. Eu já sou um velho de quase cem anos. Ela não suportaria viver sem mim. Me pediu perdão por ir antes. Repetiu várias vezes seu amor por mim. Não via a hora de me reencontrar, jovem, dando de beber ao potro, como da primeira vez que me viu. Adormeceu para sempre em meu colo, como uma criança angelical. Fiquei horas em silêncio acariciando seus cabelos e chorando baixinho. Que fortuna há em minha vida agora que minha flor selvagem e tropical se foi? Tenho sonhado com ela e sentido sua presença perto de mim. Sei que em breve ela virá me buscar. Magnólia sempre soube que ela era meu sol. O único centauro que não ousei domar.

Outras cronicas astrológicas:









quinta-feira, 16 de abril de 2015

Workshop Dançando as Runas: 21 de Abril 2015


Workshop Dançando as Runas traz a força da tradição nórdica e a magia das danças circulares
Texto de Cris Madeira


As runas são símbolos de origem nórdica que representam arquétipos do nosso ser ligados às forças da natureza e do universo. A conexão com as runas nos permite acessar diferentes portais e dimensões do nosso psiquismo, ajudando-nos a trabalhar questões do nível físico, metal e espiritual, como a energia e a força vital do nosso corpo, os mistérios dos ciclos da natureza e do ser humano, a inspiração, a oração, riqueza e muitos outros aspectos. Segundo Nane, as runas por si só nos proporcionam um mergulho no inconsciente e no auto-conhecimento, pois iluminam a mente e expandem a consciência. O workshop é resultado de três anos de conexão de Mônica Fonseca com esses arquétipos. A cada reunião de seu grupo de estudos da Teia de Thea, Mônica se conectava previamente com as runas que seriam estudadas, criava uma coreografia e a levava para ser dançada durante o encontro. As coreografias envolvem a Stadha, que é a postura mágica que traz a forma de cada runa. E também as músicas selecionadas para cada dança são um deleite à parte. “Além de alegres, são uma forma de unir a tradição nórdica, que nos traz força, com a leveza e a beleza das danças circulares”, explica Nane, considerando que Mônica “usa a arte com muita propriedade para se conectar com o sagrado”.
Não é preciso ser iniciado nas runas ou conhecê-las para participar do workshop, pois ao longo do encontro, Nane explicará sobre cada runa e seus arquétipos, permitindo que os participantes as conheçam e se conectem com elas. Serão compartilhadas 11 músicas que dançam a magia de 24 runas.
Mônica, que estuda música e focaliza danças circulares há dez anos, conta que o processo criativo foi bastante curioso. Primeiro ela ganhou de uma amiga uma coleção de músicas escandinavas e, a medida que começava a ler sobre cada runa, as músicas da coleção iam a cada mês se apresentando a ela, de forma natural e totalmente ligadas à conexão que ela estava fazendo. “Era engraçado porque eu escutava as músicas de forma aleatória, quando estava dirigindo ou em outras atividades, e de repente eu escutava uma música e sentia que ela tinha tudo a ver. Depois eu buscava o significado da letra daquela canção e era aí que tudo se confirmava”, disse Mônica.
Para Mônica, as runas significaram o mergulho em um mundo profundamente mágico e transformador. “É uma conexão que nunca perderei. E a oportunidade de ver outras pessoas dançando e expandindo essa conexão é linda demais”, afirma. 

Visite o site Chakra Grisu


Fonte:http://www.teiadethea.org/files/jornais/deusavivafevereiro13.pdf

domingo, 12 de abril de 2015

quinta-feira, 9 de abril de 2015

Eu Maior


Não tenho o hábito de ver tv e muito menos à tarde, me dá uma certa depressão ver filmes ou novelas, dá uma sensação de perda de tempo, enfim.
Hoje porém, enquanto meu computador passava por uma manutenção, não tive outra alternativa...
Depois de passar por vários canais e não encontrar nada de bom, vi o rosto de Professor Hermógenes e logo parei para ouvi-lo.
Na legenda do Canal Brasil estava escrito "EU MAIOR".
Pensei tratar-se de um programa, mas logo notei que era um filme.
Eu Maior é um filme de 2013 (dirigido por Fernando Schultz e Paulo Schultz e produzido por André Melman e Marco Schultz), conta com vários depoimentos interessantíssimos, de pessoas também interessantíssimas (inclusive o Prof. Hermógenes), sobre a busca do autoconhecimento e da felicidade.
E por falar em felicidade, encontrei o filme no Youtube, mas estou pensando seriamente em comprá-lo.
Bom, chega de blá,blá, blá.
Se você ainda não assistiu, assista.
Se você já assistiu, sabe que vale a pena assistir novamente.


quarta-feira, 8 de abril de 2015

Panta Kléa


A primeira vez que vi o nome Panta kléa, foi num livro de anjos da Mônica Buonfiglio. Naquela época não havia internet e só vim a conhecer o que ela era, num anúncio na Revista Planeta.
Embora eu ache interessante, nunca comprei uma... quem sabe um dia.
Hoje, encontrei este vídeo feito de Elpídio Luiz, falando sobre o  processo de criação da Panta Kléa. 
No texto que segue logo abaixo do vídeo  há mais detalhes.
Vale conferir.


Nos últimos tempos algumas pessoas têm pedido que eu conte como foi a criação do Panta Kléa.
Pois bem, em 1988 eu morava no Butantã em São Paulo, nessa época eu estava empolgado em estudar alquimia e a Zots estava dando seus primeiros passos. Numa noite fria, acho que de junho, apareceu, meio que pronto em minha cabeça, o que seria o futuro Panta Kléa, como se eu estivesse apenas me lembrando de alguma coisa que eu já conhecesse de tempos atrás. Com a surpresa que eu mesmo tive dessa idéia pronta, peguei papel e pus-me a desenhá-lo. O desenho ficou sobre a escrivaninha, com alguns apontamentos. No dia seguinte, fui dimensionar a peça, imaginar qual seriam as medidas dele, o modo de fazer a alça e... estudar o que aparecera para mim.
Com o material que eu tinha disponível fiz a primeira peça no mesmo dia, ela ficou um pouco maior do que é hoje o Panta Kléa, que naquele momento nem nome tinha, o cristal na ponta era bem maior do que é hoje (ficou feioso mesmo). Disso passei a meditar para que, magicamente, servia cada parte dele e procurar em livros, de modo a entende-lo completamente. O Panta Kléa é uma peça complexa, na verdade um conjunto de conhecimentos de vários sistemas mágicos. Creio ter passado coisa de um mês estudando suas partes e fazendo anotações. Foi nesse período que batizei o pingente com o nome que ele tem hoje, das raízes gregas: Panta, o Todo, o Universo e, Kléos ação favorável, ou ação a favor de; assim estaria descrita a peça já em seu nome: Ação benéfica do Universo.
Já com o jeito do que ele é atualmente, fiz as dez primeiras peças e escrevi um texto e uma definição para acompanhar o Panta Kléa, que acabou ficando conhecido: O Panta Kléa é um catalisador fluídico capaz de unir nosso Eu ao Universo. Essa frase explicava e explica o que ele é.
Mostrei para algumas pessoas explicando o funcionamento cada parte e o que nele faz essa ligação com o Cosmo. Naquele tempo eram muito demoradas as explicações, e difíceis de faze-las, até porque na ocasião eram poucas as pessoas que se declaravam interessadas em magia e que fossem de meu conhecimento. Já hoje em dia os conceitos do Panta Kléa são disseminados e por esta razão de fácil entendimento, já tendo sido aplicados parcialmente em outras peças.
Depois de uma demonstração para pessoas que entendiam de magia, passei a fazer palestras explicando o Panta Kléa e a produzi-lo, na Zots, desde então.
Espero que vocês tenham gostado deste histórico, falando de quando e como o Panta Kléa foi criado e tirado as nuvens que pairavam.

PAZ
Elpídio Luiz de Paiva Azevedo

 **********

Desde o princípio da humanidade o homem sente necessidade de captar as forças benéficas da natureza a seu favor. O Panta Kléa faz isso, unindo em si varias áreas do conhecimento humano. Foi criado em 1989, por Elpidio Luiz de Paiva Azevedo e fabricado pela Zots desde então. O Panta Kléa é um catalisador fluídico capaz de unir nosso Eu ao Universo. E o potencializador de suas intenções. Ele tem um cristal que é ao mesmo tempo receptor de energias cósmicas e irradiador das energias que se transformam dentro do cilindro. No corpo da Mãe Terra cada metal reflete uma força cósmica, cuja essência ele representa. O cilindro do Panta Kléa é feito de uma liga bimetálica, de nome vênus-urânia. Porque é composta dos metais: cobre associado a Vênus e zinco a Urano.
Essa liga tem as características: o cobre fornece uma energia que eleva o espírito e protege maternalmente, e o zinco age como condutor para a corrente criativa, que liga Céu e Terra, e também é um protetor do cobre. Os dois unidos dão proteção e comunicação para o que está contido no Panta Kléa. Na parte inferior há uma tampa com rosca que servirá para você introduzir no Panta Kléa sua "Intenção". Na confecção do Panta Kléa agem e somam-se diversas forças do Universo, que bem preparado beneficiam seu portador. Um Panta Kléa da Zots contendo sua intenção, torna-se uma peça exclusivamente sua. Com ele você acabará descobrindo muito de você e das forças do Universo.


Como Preparar seu Panta Kléa, visto que ele só funciona com uma intenção


RITUAL DE MONTAGEM
1 - Programe, um dia: Nesse dia você deve ter tempo, muita paz e lugar tranquilo, agradável e solitário (procure dias e horas que lhe sejam favoráveis).

2 - Preparação do Pantáculo- Com a mente limpa, desenhe ou escreva em um papel símbolos ou palavras que você conheça e que traduzam suas intenções ou use um dos pantáculos impressos (Lembre-se, o que está no papel acontecerá só para você!).

3 - Montando o Panta Kléa- Acenda uma vela. Segure o pantáculo(s) que você escolheu e olhe para ele juntando mentalmente a escrita ou desenho à sua intenção. Depois, enrole-o bem fino, com o desenho voltado para dentro (como um diplominha), envolvendo-o com um palmo de linha de cor clara, não faça nó na linha. Coloque esse canudinho no interior do Panta Kléa e feche-o com a tampa, rosqueando bem apertado. Agora o Panta Kléa está pronto, ele fará permanentemente uma ligação de sua intenção com o cosmo. Use-o com você ou deixe-o em um lugar onde tenha sua energia (sob seu travesseiro ou numa gaveta de coisas pessoais). Só volte a abrí-lo quando seu objetivo estiver realizado ou quando precisar incluir outro.

IMPORTANTE: - Assim que ele for aberto estará desfeito o ritual de montagem. Você terá que fazer um novo ritual se quiser continuar os pedidos.

Os pantáculos são representações das formas criadoras do astral. (aconselhamos a não usar mais do que três deles).


Perguntas e Respostas mais frequentes sobre o Panta Kléa (respondidas por Elpidio Luiz de Paiva Azevedo ao longo do ano de 1995 no Programa Aconchego da Rádio Mundial)


SOBRE A PEÇA

1 - É preciso limpar o Panta Kléa antes de monta-lo?
R- Sim. Só que não se pode pô-lo na água e sal. Limpe-o com a fumaça de incenso, ou água corrente, ou deixe-o ao sol.

2 - É preciso usar o cordão, ou posso trocar pô-lo numa corrente?
R- Só se pode trocar o cordão por outro, nunca por uma corrente, ou cordão de metal.

3 - Posso emprestar o Panta Kléa montado para outra pessoa usar?
R- Não.  Pois ele se impregnara com a energia do outro.

4 - Posso deixar colocar a mão no Panta Kléa  montado?
R- Se for na parte metálica sim, no cristal não.

5 - É preciso usar o tempo todo o Panta Kléa  montado?
R- É bom usá-lo o maior tempo possível no pescoço. E quando não estiver com você, guarde-o num lugar que tenha a sua energia: uma gaveta que tenha suas coisas pessoais, sob seu travesseiro, ou uma caixa de objetos pessoais).

6 - Posso usar o Panta Kléa fora do pescoço?
R- Sim. Também é possível levá-lo na bolsa ou bolso, mas o melhor é ele estar em contato com o corpo, sobre o plexo solar.

7 - O Panta Kléa vazio tem alguma função?
R- Sim. O Panta Kléa é uma peça energética e estará sempre irradiando bons fluídos para quem o usa.

8 - O Panta Kléa vazio pode ser emprestado?
R- Sim. Ele sem sua intenção não tem grande ligação com você.

9 - O Panta Kléa ser pequeno ou grande, é a mesma coisa?
R- Sim. O que importa são as proporções da peça, tendo o corpo e a alça os mesmos formatos proporcionais, eles funcionam da mesma forma.

10 -  Ser dourado ou prateado faz alguma diferença para o pedido?
R-  O metal do banho define uma afinidade com Vênus, Lua  ou Sol, que você pode descobrir por seu gosto pessoal , não interferindo no pedido.

11 - Quando cai ou quebra o cristal do Panta Kléa montado, como devo proceder?
R- Caso tenha caído e não quebrou, ele pode ser colado novamente,  mas o ritual de montagem  deve ser feito novamente. Se o cristal se partiu é possível conseguir um novo cristal. Lembre-se: em qualquer um dos casos, é sinal que o seu pedido de alguma forma já se realizou ou foi recusado.

12 - Quando se perde a tampa do Panta Kléa,o que fazer?
R- Deve-se colocar outra tampa e refazer o ritual novamente. Lembre-se: é sinal que o seu pedido de alguma forma já se realizou ou foi recusado.

13 -  Qual a diferença entre desejo e intenção?
R- Embora pareça ser a mesma coisa, o desejo é passivo e a intenção é ativa. Com um desejo nada se realiza, é preciso que o desejo vire intenção. Para só depois os pedidos se realizarem.


SOBRE OS PEDIDOS

1 - Posso fazer pedido para outra pessoa?
R- O Panta Kléa é de uso individual, não devemos interferir com a energia de outra pessoa.

2 - Como posso fazer um pedido para outra pessoa?
R- Dê um Panta Kléa para essa pessoa e ensine-a a monta-lo.

3- Posso fazer pedido para que outra pessoa faça algo para mim ou por mim?
R- Não. O Panta Kléa funciona com sua intenção e portanto os pedidos devem ser feitos por você e para você.

4- Quantos pedidos posso fazer de cada vez?
R- Vários , mas lembre-se que muito provavelmente eles vão se realizar, e por isso eles não podem ser conflitantes. Faça poucos pedidos, de preferência que tenham relação entre eles.

5- Quando existe mais de um pedido e só um deles foi realizado, devo retirar esse  de dentro do Panta Kléa?
R- Abra o Panta Kléa  e retire o pantáculo ou pedido. Depois repita o ritual de montagem com os outros pedidos que ainda não foram realizados e volte a usar o Panta Kléa.

6- O que faço com o papel do pedido que já foi realizado?
R- Depois de retirado de dentro do Panta Kléa  você deve devolve-lo a natureza . Enterrando ou soltando em um curso d’água para que sua energia se misture a da terra e assim termine um ciclo, se tencionar usa-lo novamente guarde-o em lugar seguro até  a hora de montar o Panta Kléa novamente.

7- Devo usar sempre os pantáculos (símbolos) que vêm  no Panta Kléa?
R- Você pode usar outro que você conheça bem, uma oração, um  mantra, uma combinação numerológica, uma imagem de deidade, ou simplesmente escrever sua intenção com palavras ou desenho.

8- Quanto tempo demora para o pedido ser realizado?
R- Não há um prazo definido, podendo demorar muito ou pouco tempo. Também é possível montar com um prazo para que ele se realize.

9- De que modo devo enrolar o papel com o pedido?
R- O papel deve ser enrolado como um diploma, com a parte escrita ou desenhada para o lado de dentro.

10- Devo dar um nó na linha após enrolar o pantáculo?
R- Não . Nunca se deve dar nó ou laço na linha.

11- Se o Panta Kléa for aberto (por mim ou outra pessoa) antes de realizado o pedido, o que devo fazer?
R- Limpar o Panta Kléa com a fumaça de incenso, escolher outro dia que seja bom para você e proceder o ritual de montagem completo para todas as intenções que você queira usar.

12- Se eu quiser acrescentar ou retirar um pedido o quer devo fazer?
R- Proceda como na resposta da pergunta 11, colocando ou tirando pantáculos. (Lembre-se toda vez que o Panta Kléa for aberto a união da intenção com o cosmo é desfeita. E você deverá novamente promover essa união, fazendo nova montagem.)

13- Posso escrever nos pantáculos ou devo usa-los como estão?
R- Um pantáculo têm energia própria e qualquer palavra ou desenho nele acrescentado ou retirado modificará essa energia podendo criar algo nulo ou ruim para você. Se quiser escrever use outro pedaço de papel.

14- Quando os pedidos forem realizados posso usar o Panta Kléa vazio?
R- Sim. O Panta Kléa é uma peça energética e sempre poderá ser reutilizado, até mesmo pôr outra pessoa  se você assim consentir .


SOBRE O FUNCIONAMENTO

1- O que faz o Panta Kléa funcionar?
R- Energias ou leis cósmicas, que se unem a sua intenção dentro do Panta Kléa, por meio do ritual de montagem, E lá dentro, protegidas pelo metal suas intenções são energizadas e potencializadas pelo cristal.

2- Qual energia age no Panta Kléa?
R- São os ciclos de retorno,  uma ligação que todos nós temos  com o Todo do  universo, com as leis que regem o funcionamento do universo .

3- O que esta acontecendo dentro do Panta Kléa depois de montado?
R- Permanentemente sua intenção esta sendo energizada e transmitida ao Cosmo, e de lá voltando e se irradiando para você.

* Quero lembra-lo de sua responsabilidade ao montar o Panta Kléa. Pois você deverá receber tudo do que teve intenção.

Atenção: este texto poderá ser usado somente mediante citação da fonte ©


Pantáculos para o Panta Kléa:
Onde comprar:


Fontes:

terça-feira, 7 de abril de 2015

Astrological Oracle


Passei um bom tempo "namorando" o Astrological Oracle, até que, finalmente, resolvi comprá-lo. 
Ele chegou semana passada e logo de cara vi que fiz uma excelente escolha. 
Além da beleza da imagens criadas por Antonella Castelli, as cartas, quando agrupadas, formam uma faixa prateada que dá um tom todo especial ao baralho, veja na imagens abaixo.



O Astrological Oracle vem acompanhado de um pequeno livro, escrito por Lunaea Weatherstone, com os significado das cartas.
A embalagem é bonita e bem resistente.
Enfim, ele é tudo o que eu imaginava e um pouco mais...


Se assim como eu, você gosta astrologia e oráculos, este é um que vale a pena ter.

Veja onde encontrá-lo aqui no Brasil:
Santuário Wicca
Simbólika
Presságio Editora


quarta-feira, 1 de abril de 2015

Um Curso em Milagres com Carmen Balhestero - Lições de 1º a 30 de Abril


Em azul : Frase traduzida do Livro de Exercícios do CURSO EM MILAGRES ( A COURSE IN MIRACLES – Foundation for Inner Peace – NY)

Em violeta : explicação do Mestre  Saint Germain sobre a energia de cada dia – Medite e reveja valores, escolhas e comece novamente, todos os dias - através de pequenas mudanças diárias, mudamos o mundo.
Mestre Saint Germain sugere ler e meditar como afeta nossa vida AGORA. 

1º de Abril - lição 91:
“Milagres são vistos na luz.” (UCM)
 “Quando vossas vidas são direcionadas pela Presença EU SOU, que é pura LUZ em ação, Milagres ocorrem naturalmente. ” (MSG)

02 de Abril - lição 92:
“Milagres são vistos na luz, e a luz e a força são uma só.” (UCM)
“Em sintonia com  o âmago da essência Crística da alma, sentireis o vosso real poder; ali é o centro físico de vossa força, que reflete a vossa Luz. ” (MSG)

03 de Abril - lição 93:
“A luz, a alegria e a paz habitam em mim.” (UCM)
“As frequências de Luz trazem a manifestação de formas-pensamentos. Escolhendo viver em PAZ, recriareis um novo caminho em vossa evolução, em sintonia com o Plano Divino da Criação.” (MSG)

04 de Abril - lição 94:
“Eu sou como Deus me criou.”(UCM)
“Reconhecer o Plano da Perfeição de Deus é o caminho mais curto para manifestar Milagres. Fostes criados à imagem e semelhança do Poder Onipresente de Deus-Pai-Mãe.” (MSG)

05 de Abril - lição 95:
“Eu sou um só Ser, unido ao meu Criador.”(UCM)
“Ao afirmar e reconhecer a conexão com a essência da alma, reconhecereis vossa herança Divina, trazendo à tona a chama da vossa Perfeição.”(MSG)

06 de Abril  - lição 96:
“A salvação vem do meu único Ser.”(UCM)
“Na transmutação do ego, reencontrareis o alicerce do vosso Poder verdadeiro e, assim, reconhecereis a chama da Unidade com a Fonte da Criação: Deus-Pai-Mãe.” (MSG)

07 de Abril - lição 97:
“Eu sou espírito.”(UCM)
“É importante aceitar que a alma é a parte mais importante da vossa vida, a partícula de Deus que a dirige.” (MSG)

08 de Abril - lição 98:
“Vou aceitar a minha parte no plano de Deus para a salvação.” (UCM)
“Reconhecer a conexão com a Presença EU SOU e agir com consciência de mudança é a maneira de salvar o ego-personalidade.” (MSG)

09 de Abril - lição 99:
“A salvação é a minha única função aqui.” (UCM)
“Curar o ego-personalidade é a verdadeira chave para atingir a Maestria.”(MSG)

10 de Abril - lição 100:
A minha parte é essencial no plano de Deus para a salvação.”(UCM)
“Cada ser é único, e, ancorando as frequências de amor e verdade, cada um contribui para a total transmutação do ego.” (MSG)

11 de Abril - lição 101:
“A Vontade de Deus para mim é a felicidade perfeita.”(UCM)
“Assumir a postura de criar momentos felizes todos os dias é reconhecer que Deus atua a cada instante em cada ser, provendo bênçãos. A felicidade é o caminho mais rápido para manifestar Milagres.” (MSG)

12 de Abril - lição 102:
“Eu compartilho a Vontade de Deus de felicidade para mim.”(UCM)
“Dar e receber é a válvula de propulsão da energia dos Universos em expansão. Compartilhar momentos felizes atrai mais bênçãos de abundância e equilíbrio.” (MSG)

13 de Abril - lição 103:
“Deus, sendo Amor, é também felicidade.”(UCM)
“Todas as virtudes Crísticas sagradas possuem a mesma essência, que é o Amor, síntese das bênçãos e emanações positivas construtivas nos Universos.” (MSG)

14 de Abril - lição 104:
“Eu busco apenas o que pertence a mim na verdade.”(UCM)
“Cada ser deve viver  a sua meta individual escolhida pela alma, e não mais as ilusões criadas pelo ego. Ajustai a vossa sintonia e ireis manifestar um novo ciclo, centrado na Verdade.” (MSG)

15 de Abril - lição 105:
“A paz e a alegria de Deus são minhas.” (UCM)
“Reconhecer que todas as dádivas de Deus estão à disposição de todos os seres é a melhor escolha para acelerar o processo da manifestação dos Milagres.” (MSG)

16 de Abril - lição 106:
“Que eu me aquiete e escute a verdade.” (UCM)
No mergulho em vossas mentes silenciosas, ouvireis a chama da Manifestação.” (MSG)

17 de Abril - lição 107:
“A verdade corrigirá todos os erros na minha mente.” (UCM)
“O espelho de todas as  vossas escolhas é a Verdade. Ao centrar-vos na Luz, tudo o que não condiz com a perfeição é dissipado.” (MSG)

18 de Abril  - lição 108:
“Dar e receber são um só na verdade.”(UCM)
“Compartilhar habilidades é a maneira de reconhecer a Unidade da Vida, na qual cada um exerce o seu dom e reflete a maestria do Plano Divino em ação.” (MSG)

19 de Abril - lição 109:
“Eu descanso em Deus.”(UCM)
“Em sintonia constante com o Poder Supremo da Criação, harmonizareis vossas Vidas. Tudo é questão de escolha.” (MSG)

20 de Abril - lição 110:
“Eu sou como Deus me criou.” (UCM)
“Viver a chama da generosidade de Deus é admitir o Plano Maior da aceitação dos milagres infinitos.” (MSG)

REVISÃO
Os próximos dez dias serão dedicados à revisão das últimas vinte lições; por isso, de 21 a 30 de abril serão apresentadas duas lições por dia. A cada dia, você terá as duas lições a serem revisadas, seguidas da orientação do Mestre Saint Germain.
De acordo com o livro Um Curso em Milagres, a ideia é que você dedique pelo menos 15 minutos do dia a cada lição (leitura e reflexão sobre a ideia central da lição), e depois, ao longo do dia, dedique alguns períodos curtos, de 3 ou 4 minutos, a cada uma delas.

21 de Abril - lição 111:
Revisão das lições praticadas dias 01 e 02 de Abril/2015:
91. Milagres são vistos na luz.
92. Milagres são vistos na luz, e a luz e a força são uma só. (UCM)
“A válvula propulsora para manifestar Milagres está em vossos corações. Na pureza de vossas intuições e sentimentos, reconhecereis o poder da Luz, que reconhece a Fé como único caminho rumo à Maestria da Unidade.”  (MSG)

22 de Abril - lição 112:
Revisão das lições praticadas dias 03 e 04 de Abril/2015:
93. A luz, a alegria e a paz habitam em mim.
94. Eu sou como Deus me criou. (UCM)
“É momento de retornar à Fonte, ao Poder da Luz criativa que manifesta um novo alicerce em vossos caminhos individuais.” (MSG)

23 de Abril - lição 113:
Revisão das lições praticadas dias 05 e 06 de Abril/2015:
95. Eu sou um só Ser, unido ao meu Criador.
96. A salvação vem do meu único Ser. (UCM)
“Sentindo a totalidade de todos os reinos — animal, vegetal, elemental, mineral, hominal —, percebereis que sois partículas vivas e parte integrante da mesma Luz Divina.”  (MSG)

24 de Abril  - lição 114:
Revisão das lições praticadas dias 07 e 08 de Abril/2015:
97. Eu sou espírito.
98. Vou aceitar a minha parte no plano de Deus para a salvação. (UCM)
“Assumir a totalidade da mônada, que reflete a luz da alma, é agir em sintonia com o Eu Crístico.” (MSG)

25 de Abril - lição 115:
Revisão das lições praticadas dias 09 e 10 de Abril/2015:
99. A salvação é a minha única função aqui.
100. A minha parte é essencial no plano de Deus para a salvação. (UCM)
“Transmutar o ego é a chave para alicerçar o caminho da Unidade com o Criador.”  (MSG)

26 de Abril - lição 116:
Revisão das lições praticadas dias 11 e 12 de Abril/2015:
101. A Vontade de Deus para mim é a felicidade perfeita.
102. Eu compartilho a Vontade de Deus de felicidade para mim. (UCM)
“É chegado o momento de reconhecer que vossas Vidas são regidas pelo Poder da Alma e não mais a vontade do ego-personalidade.”  (MSG)

27 de Abril - lição 117:
Revisão das lições praticadas dias 13 e 14 de Abril/2015:
103.Deus, sendo Amor, é também felicidade.
104.Eu busco apenas o que pertence a mim na verdade. (UCM)
“Sois Luz, e a frequência de vossas novas escolhas manifestará a totalidade da Vida em Plenitude.” (MSG)

28 de Abril - lição 118:
Revisão das lições praticadas dias 15 e 16 de Abril/2015:
105. A paz e a alegria de Deus são minhas.
106.  Que eu me aquiete e escute a verdade. (UCM)
“Viver feliz é decidir fazer-se feliz todos os dias. No silêncio, confirmareis essa Verdade.” (MSG)

29 de Abril - lição 119:
Revisão das lições praticadas dias 17 e 18 de Abril/2015:
107.A verdade corrigirá todos os erros na minha mente.
108. Dar e receber são um só na verdade. (UCM)
“Reconhecer que a fonte da criação dos Milagres é o reflexo do poder centrado na alma é a confirmação de que compartilhar a essência é a única chave da manifestação.” (MSG)

30 de Abril - lição 120:
Revisão das lições praticadas dias 19 e 20 de Abril/2015:
109. Eu descanso em Deus.
110.  Eu sou como Deus me criou. (UCM)
“Em sintonia com a centelha universal da Perfeição e exercitando a Fé, tudo se torna possível.”   (MSG)

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Outros olhares